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A história da computação em nuvem: de servidores compartilhados até a IA

por SampaNews 20 de fevereiro de 2026
20 de fevereiro de 2026
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Você já ouviu falar sobre a ideia de que a computação em nuvem até existe, mas que ela é em essência o “computador de outra pessoa“? Essa é uma frase comum para se referir a essa tecnologia, hoje tão importante para indústrias inteiras e o consumidor comum.

A origem da computação em nuvem é mais antiga do que muita gente imagina e está relacionada com computadores antigos utilizados em universidades e grandes corporações. A evolução é tanta que, atualmente, fala-se até mesmo em uma dependência em excesso da infraestrutura dessas companhias.

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A seguir, confira mais detalhes sobre o conceito de computação em nuvem, a origem dessas ferramentas e como elas evoluíram até o cenário atual.

O que é computação em nuvem?

De forma resumida, o termo inclui ferramentas remotas de gerenciamento e uso de informações que não estão guardadas na memória do seu próprio equipamento. Usar a nuvem é uma tecnologia de acessar e guardar dados, além de garantir serviços computacionais via internet.

Tecnicamente, o que você contrata ou acessa é o poder computacional de um data center que fica em outro lugar e pertence a alguma companhia para processar ou armazenar dados — o tal “PC de outra pessoa” que muitos citam ao abordar o assunto.

Terminais remotos e colaborativos

Até por volta de 1960, o computador instalado em uma universidade ou por militares processava os próprios dados via cartões perfurados ou configurações manuais. Era a época dos mainframes, computadores poderosos e gigantes que faziam múltiplas operações.

Em 1961, o professor John McCarthy da Universidade de Stanford previu que a computação viraria um serviço parecido com o sistema de telefonia, com os clientes contratando só a quantidade de capacidade usada, acesso a várias ferramentas e até fornecendo isso para outros clientes. Um dos pais da internet, J.C.R. Licklider propôs a ideia da Rede de Computadores Intergalácticos, onde qualquer um poderia acessar dados e programas de onde estivesse.

Ainda nesta década, nasce o sistema de time-sharing ou compartilhamento de tempo. Esses eram terminais interativos, ligados a um computador central que normalmente era um mainframe, mas estavam ficando cada vez menores. Os usuários tinham o próprio terminal e a sensação de uso exclusivo, só que ele na verdade era uma divisão da memória e do tempo de processamento da máquina principal.

Um sistema de time-sharing em ambiente de aula. (Imagem: Divulgação/IBM)

Várias empresas e o Instituto de Tecnologia do Massachussetts (MIT) tiveram sistemas de compartilhamento de tempo usando equipamentos da IBM bastante populares, com dezenas de usuários locais trabalhando ao mesmo tempo sem interferências ou saber que o sistema era fragmentado. O sistema foi bem popular em negócios como bancos e outras companhias de grande porte.

Primeiras revoluções em rede

Já em 69 nasce a Arpanet, que é uma espécie de versão primitiva do que no futuro a gente chamaria de internet, primeiro conectando universidades e laboratórios dos Estados Unidos. Mas isso ainda demoraria bastante pra virar o que a gente conhece hoje.

Outra mudança importante vem em 1972, quando a IBM populariza o conceito de virtualização e de máquinas virtuais com o VM/370. Com essa tecnologia, era possível para uma só máquina hospedar várias sessões diferentes de sistemas operacionais que faziam tarefas independentes.

No começo dos anos 1980, os microcomputadores começam a se popularizar e o uso individual deles vai tomando espaço do time-sharing. O que começa a tomar esse espaço é o modelo cliente-servidor: a estrutura em que você tem um servidor principal recebe comandos e envia respostas quando acionado por uma máquina.

Essa tecnologia nasceu no PARC, o laboratório de pesquisa da Xerox, e é basicamente como alguns serviços básicos de internet funcionam. Sistemas operacionais dessa época, como o UNIX, permitiam o uso em ambiente de rede para essa conexão de máquinas com um data center central.

O nascimento da nuvem

Só em 1993 que Andy Hertzveld, funcionário da General Magic, usa o termo “cloud”, ou nuvem em inglês, para descrever serviços remotos em ambientes virtuais de uma ferramenta da empresa. 

Quatro anos depois, o professor Ramnath Chellapa cita a computação em nuvem como uma das próximas fronteiras da área em termos não só técnicos, mas também econômicos.

Esse é um período importante: no meio dos anos 1990, começa a disponibilização em vários países da internet comercial e oferecida por meio de provedoras. Era o acesso discado, lento e pela linha do telefone, mas foi também a porta de entrada para a internet e serviços virtuais.

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Data centers modernos são grandes construções com alto custo energético. (Richard Newstead/GettyImages)

Nesse período, notou-se o crescimento no desenvolvimento de data centers: eles ficam maiores, mais poderosos e são mais exigidos. Esses são locais que concentram servidores inteiros de uma só empresa ou são alugados para várias companhias, garantindo uma infraestrutura na nuvem para guardar, hospedar ou rodar produtos e serviços digitais.

Primeiros sucessos

O mercado então começa a ter empresas se destacando nesse mercado ainda novo, com vários nomes que virariam referência até hoje:

  • Em 1999, a Salesforce vira um exemplo de marca que usa a computação em nuvem no chamado software-como-serviço (SaaS), a tecnologia de vender e fornecer um programa para um cliente usando a nuvem;
  • No mesmo ano, a VMWare pega o conceito de máquinas virtuais da IBM e aprimora a experiência com a Workstation, com uma estrutura para empresas rodarem recursos na nuvem. Ela se especializou na nuvem privada, quando uma infraestrutura é usada só por uma única empresa, seja um servidor próprio ou terceirizado — na nuvem pública, um mesmo servidor pode ser alugado ou fragmentado para vários clientes;
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A AWS é hoje um dos principais negócios da Amazon. (Imagem: Nathan Howard/GettyImages)
  • Já em 2002, a Amazon lança o primeiro serviço em nuvem da empresa. Por enquanto, era um conjunto de ferrramentas para desenvolvedores internos e afiliados. Quatro anos depois surge o Amazon Web Services (AWS) para pessoas ou organizações, com serviços online que incluíam poder de processamento, armazenamento e gerenciamento de ambientes para serviços online ou sites;
  • Em 2006 nasce o Google Docs, a forma de escrita e edição de textos usando um documento que fica salvo na nuvem. O programa não nasceu dentro da empresa: ele foi criado com base em um serviço chamado Writely, mas a desenvolvedora foi comprada pela Google um ano antes;
  • Em 2007, a Netflix apresenta a sua plataforma de streaming, que é também um serviço na nuvem, só que focado no envio de vídeo para o computador de outras pessoas. Estreia ainda o Dropbox, que populariza o conceito de cada pessoa ter o seu “cofre pessoal na nuvem” com arquivos importantes, em uma conta gratuita ou expandida por meio de pagamento.
Um monitor transparente com a tela do Microsoft Azure.
O Azure surge no período de alta da tecnologia. (Imagem: Divulgação/Microsoft)
  • Em 2010, a Microsoft lança a plataforma de computação em nuvem Azure e, no ano seguinte, vem o Adobe Creative Cloud — pacote de programas de criação e edição fornecido pela nuvem por meio de uma assinatura, hoje um padrão de fornecimento de programas.
  • Só em 2011 veio o iCloud, mais focado em armazenamento de fotos, informações e arquivos pessoais no ecossistema da marca;

Poder e dependência

No fim da década de 2000, IBM, Google e várias universidades dos Estados Unidos começam projetos para criar servidores para pesquisas que exigem muito processamento. Esse tipo de parceria é importante para a ciência, já que muitas áreas lidam com grandes bases de dados, mas torna instituições inteiras dependentes do serviço dessas empresas.

É também por volta desse período também que nasce o conceito de nuvem híbrida. Essa é a utilização em conjunto da nuvem pública, mais indicada para ajudar a manter o sistema funcionando, e da privada, para dados sigilosos.

Temos ainda a explosão de empresas de nuvem para fora da bolha tecnológica oferecendo serviços corporativos variados, como a IBM com a SmartCloud e a Oracle Cloud. Até mesmo startups começaram a preferir a nuvem, por ela ser mais barata do que manter servidores físicos.  O trio Azure, Google Cloud e AWS expande cada vez mais em fornecimento de serviços, assim como nomes como Cloudfare para serviços em rede.

Em avanços mais recentes, em 2015 a Google populariza a fragmentação de estruturas em micro-serviços, a partir de novidades como a plataforma Kubernetes de contêineres. Outra tendência de mercado que começa por volta de 2020 é a de estratégias multi-cloud: ter um ambiente com várias fornecedoras de serviços na nuvem, usando as melhores ferramentas de cada um.

No período da pandemia da covid-19, empresas, escolas e governos de repente tiveram que transferir estruturas inteiras para o virtual. No período, a computação na nuvem vira a solução para quem ainda não tinha entrado nesse setor remoto, sem contar a popularização de ferramentas para videochamadas e trabalho que seguem até hoje.

Já atualmente, inteligência artificial (IA) virou o tema mais quente para servidores, já que é preciso armazenar modelos de linguagem e a estrutura de  chatbots, o que na verdade também gera preocupação com sustentabilidade. Data centers são caros de manter e ainda gastam uma energia considerável, para resfriar servidores e para manter tudo ligado.

Fora os conceitos tradicionais, hoje a nuvem é muito usada para permitir a automação e o uso de Internet das Coisas (IoT) em ecossistemas domésticos ou empresariais. Além disso, há ainda a computação quântica em nuvem, que é o acesso remoto aos computadores quânticos e garantem um poder de cálculo e processamento muito maior do que os sistemas que usamos hoje.

Você conhece os tipos de computação em nuvem, como SaaS e PaaS? Entenda a diferença aqui!

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