A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, participou nesta sexta-feira (20) do lançamento de uma cartilha sobre os direitos das mães no trabalho, em Campinas. Esta foi a segunda agenda na semana que ela participou na região. Durante o evento, a ministra falou sobre o projeto de lei, aprovado no Senado, que prevê o uso de tornozeleira eletrônica por agressores de mulheres, em caso de risco. O texto, agora, precisa da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Eu acho que isso é mais uma medida importante, que demonstra que a sociedade brasileira, através do Parlamento e do próprio Governo Federal, está decidida a mudar essa realidade. Não é possível que as mulheres continuem sendo violentadas, agredidas, mortas, sem que os agressores cumpram as medidas que lhes cabem”, declarou.
Cartilha “Maternagem e o Mundo do Trabalho”
Na Casa Laudelina de Campos Mello, centro de referência para mulheres na região da Vila Padre Anchieta, a ministra participou do lançamento da cartilha “Maternagem e o Mundo do Trabalho”.
A publicação foi produzida pela Associação de Docentes da Unicamp (Adunicamp), em parceria com movimentos sociais. Com apoio do Ministério das Mulheres, o material deve ser distribuído por todo o país. Ele explica, em linguagem acessível, os direitos de quem é mãe e precisa conciliar trabalho e cuidados com os filhos.
Segunda agenda na região na semana
A ministra Márcia Lopes esteve na região na quarta-feira (18). Em Campinas, ela participou de um debate na Câmara Municipal sobre o Pacto Brasil entre os Três Poderes para o Enfrentamento do Feminicídio. Durante o evento, ela defendeu a ampliação da presença feminina na política e a adoção da paridade de gênero nos espaços de poder.
Segundo a ministra, o objetivo é garantir equilíbrio na representação. “Nossa luta é para que as mulheres assumam cada vez mais espaços de poder e de representação com paridade. Queremos 50% de mulheres e 50% de homens”, afirmou.
Ao comentar a atual composição da Câmara Municipal de Campinas, a ministra criticou a baixa participação feminina. “São 33 vereadores e apenas cinco mulheres. Não está bom. Precisamos de mais representatividade”, disse.
*Com informações da EPTV Campinas
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