Alunos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) denunciaram, nas redes sociais, a suposta má qualidade das refeições servidas no restaurante universitário da instituição. Publicações feitas na última quarta-feira (29) mostram imagens do que seriam larvas encontradas na comida. A Unicamp nega e alega que trata-se de estruturas cartilaginosas do frango (veja a nota abaixo).
As postagens rapidamente repercutiram entre estudantes, gerando questionamentos sobre as condições sanitárias do bandejão.

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Unicamp nega presença de larvas
Em nota oficial, a universidade informou que tomou conhecimento do caso exclusivamente por meio das redes sociais e que não houve comunicação formal por parte dos usuários no momento da ocorrência.
Segundo a instituição, uma equipe de fiscalização composta por nutricionistas realizou apuração imediata após a denúncia. A análise apontou que o material identificado como “larva” trata-se, na verdade, de uma estrutura cartilaginosa do corte de frango conhecido como filé de sassami.
De acordo com a Unicamp, esse tipo de estrutura pode apresentar coloração e formato que levam a interpretações equivocadas.
Produto segue normas sanitárias, diz universidade
A universidade destacou ainda que o alimento é industrializado, congelado e passa por controle sanitário na origem. O produto é armazenado em condições adequadas e encaminhado diretamente para preparo térmico, sem manipulação prévia que possa causar contaminação.
Até o momento, segundo a instituição, não foram identificados indícios de contaminação biológica ou presença de corpos estranhos que representem risco à saúde.
Medidas adotadas e funcionamento do restaurante
Após a repercussão do caso, a Unicamp informou que realizou uma nova verificação do produto servido, sem constatar irregularidades. Como medida preventiva, o lote foi separado para análise complementar.
O restaurante universitário segue funcionando normalmente, com monitoramento contínuo.
Fiscalização e controle de qualidade
A universidade informou que mantém fiscalização permanente em toda a cadeia produtiva dos alimentos, desde o recebimento até a distribuição das refeições. O trabalho é realizado por uma equipe técnica formada por 11 nutricionistas, que atuam diariamente no controle dos padrões higiênico-sanitários.
Canais de comunicação
A instituição reforçou a importância de que possíveis irregularidades sejam comunicadas imediatamente à equipe de fiscalização presente nos refeitórios. Para agilizar a apuração, também é possível registrar denúncias por:
- telefone/ WhatsApp: (19) 99888-4537 ou (19) 99947-7991
- e-mail: falepref@unicamp.br

*Com informações da EPTV Campinas
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Carne estragada: Polícia apreende 3 toneladas em armazém
A Polícia Civil de Campinas desmantelou, nesta quarta-feira (29), um esquema de armazenamento e distribuição de carnes estragadas no bairro DIC 5, em Campinas. No local, que funcionava como câmara fria de um açougue desativado, foram encontradas cerca de três toneladas de produtos impróprios para o consumo, alguns com data de validade vencida desde 2024.
A operação teve início após uma denúncia anônima alertar as autoridades sobre movimentações suspeitas no local. Ao chegarem ao endereço, os policiais flagraram um homem descarregando mercadorias. Ao perceber a presença da viatura, o suspeito tentou fugir para o interior do armazém, mas acabou permitindo a entrada dos agentes minutos depois.
A principal suspeita da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária é de que o local funcionava como um centro de manipulação clandestina. As carnes vencidas seriam reprocessadas e vendidas para outros estabelecimentos comerciais da região.
Entre os itens apreendidos, havia produtos sem qualquer selo de inspeção ou informação de procedência, além de carnes que deveriam ser destinadas exclusivamente ao uso industrial.
A perícia foi acionada para documentar as condições de higiene do local, que foram descritas como precárias. Por sua vez, a Vigilância Sanitária realiza uma varredura completa no estoque para confirmar a extensão dos danos e providenciar o descarte seguro do material.
De acordo com a defesa do responsável pelo local, toda a carne encontrada no açougue seria destinada ao descarte.
Reincidência
O endereço da apreensão foi alvo de uma fiscalização que resultou na apreensão de duas toneladas de carnes irregulares em novembro de 2024. Na ocasião, os produtos também estavam com a validade vencida e não possuíam registros sanitários obrigatórios.
*Com informações da EPTV Campinas
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