Existe vida entre os SUVs híbridos chineses além de BYD e GWM. Na Quatro Rodas de maio, trazemos o comparativo entre o futuro nacional Geely EX5 EM-i e o Jaecoo 7, que vem conquistando seu espaço entre os híbridos plug-in. Seriam estes dois alternativas aos já consolidados BYD Song Plus e GWM Haval H6?
Agora a disputa entre BYD e GWM está em outro patamar. Também comparamos os novos Atto 8 e Wey 07, dois SUVs híbridos grandes no tamanho e nas entregas: eles têm sete e seis lugares e a potência dos seus três motores garantem somas ao redor dos 500 cv. Mas o que mais chamou a nossa atenção foram os equipamentos sofisticados presentes como equipamentos de série.

Outra boa novidade é o BYD Dolphin Special Edition. Trata-se de uma nova versão com atualizações importantes no design, no motor e na arquitetura eletrônica do hatch, que deverá conviver com as demais versões. Entenda porque, por causa dele, as outras versões do Dolphin (GS e Plus) parecem deixar de fazer sentido.

O mundo reage à ofensiva chinesa. A Toyota quer dobrar sua participação entre os SUVs médios híbridos com o lançamento da nova geração do RAV4. Nova geração? Bem… Explicamos porque esta é uma atualização profunda – e muito bem vinda – do SUV 4×4.

Da Europa vem o Renault Twingo. Já dirigimos a nova geração do compacto mais carismático da marca francesa, que representa sua resposta à necessidade de carros elétricos mais baratos. A Fiat, por sua vez, reagiu transformando o 500 elétrico em um híbrido leve – com um motor 1.0 muito familiar aos brasileiros.

E a Suzuki, quem diria, agora só vende carros elétricos no Brasil. O Suzuki E Vitara ainda é 4×4 e bastante compacto, e tem a dura missão de manter a operação da marca japonesa agora que o Jimny está com importações barradas por não ter sido adequado às normas de emissões brasileiras.

Pausa na eletrificação. A Ferrari Amalfi substitui a Roma sem abrir mão do motor V8 3.9 biturbo. A antiga receita do motor dianteiro com tração traseira e dinâmica muito refinada ainda encanta, como ficou evidente neste nosso primeiro contato com ela.

O campeão dos campeões
QUATRO RODAS é uma plataforma (revista, site, TV…) premiada. Em março, recebemos o iBest, um prêmio que reconhece os protagonistas do universo digital do Brasil. Este é nosso bicampeonato, na categoria Canal Automotivo e de Transportes, pelo Júri Academia.
Neste momento, aguardamos o resultado do troféu +Admirados da Imprensa Automotiva, que será divulgado no dia 11 deste mês, quando esta edição já estará nas bancas. Mas, nesta premiação, que igualmente tivemos a felicidade de ser contemplados em concursos passados, também somos finalistas.
O prêmio +Admirados é promovido pelo informativo e portal de notícias Jornalistas & Cia e elege profissionais e publicações em dois turnos. Este ano, no primeiro turno, houve a indicação de 83 jornalistas e 45 veículos de comunicação; e no segundo, restaram 39 profissionais e 12 veículos, para o anúncio final dos Top 30 jornalistas e Top 3 publicações.
Cada prêmio é sempre festejado pela redação. Mas existe um que eu quero destacar por seu significado. Falo do Prêmio Abril de Jornalismo, uma premiação promovida pela Abril, que existiu durante 42 anos, entre 1975 e 2017, e voltou este ano.
O Prêmio Abril de Jornalismo é importante porque é disputado entre todos os títulos e jornalistas da Editora Abril que atuam nas diversas áreas da cobertura: política, economia, cultura, saúde, ciência, consumo, com temas que podem ser abordados virtualmente por todas as plataformas da casa. Há diferentes categorias, de modo a contemplar não apenas os conteúdos, mas também as produções, de foto, arte e vídeo.
Vencer o Prêmio Abril não é fácil. Mas, este ano, QUATRO RODAS conseguiu ficar entre os semifinalistas com cinco trabalhos e se consagrou com um deles. A dupla de editores, Fernando Pires (foto) e Henrique Rodriguez (texto), venceu com a reportagem “Produção do VW Tera em pré-série tem escolta e até camuflagem de fábrica”, publicada no site de QUATRO RODAS em março de 2025.
Prêmios servem de incentivo para as equipes e, mais do que isso, como termômetros da qualidade do trabalho. No que depender de nós, vamos seguir buscando troféus.
Boa leitura!
P.S.: o título acima foi feito pelo editor de arte corintiano, Fabio Black.

