O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, estará em Campinas na próxima segunda-feira, 1º de junho, para participar da Aula Magna inaugural da Escola de Justiça de Campinas (EJ Campinas).
O magistrado será o conferencista principal do evento, que marca oficialmente o início das atividades da instituição criada para promover formação jurídica continuada e fortalecer o diálogo entre o poder público, universidades e operadores do Direito.
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Ministro do STF estará em evento na PUC-Campinas
A Aula Magna acontece no Auditório Dom Gilberto Pereira Lopes, no Campus I da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. As vagas para participação presencial já foram preenchidas.
Além de André Mendonça, a solenidade contará com a presença de autoridades do Judiciário, representantes de instituições públicas, acadêmicas e entidades de classe.
Segundo o secretário municipal de Justiça de Campinas, Peter Panutto, a iniciativa busca criar um espaço permanente de debate e qualificação jurídica na cidade.
“A realização da Aula Magna marca o início de um espaço permanente de formação, diálogo e reflexão jurídica em Campinas. A transmissão ao vivo amplia o alcance desse momento e permite que estudantes, profissionais do Direito, agentes públicos e toda a população interessada possam acompanhar o evento”, destacou.
Escola de Justiça de Campinas foi criada em 2026
A Escola de Justiça de Campinas foi instituída pela Lei Complementar nº 581 de 2026 e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico da administração pública municipal e ampliar a integração entre instituições jurídicas, comunidade acadêmica e sociedade civil.
A proposta também prevê ações voltadas à capacitação de servidores públicos e à disseminação do conhecimento jurídico.
Evento terá transmissão ao vivo
Quem não conseguiu vaga presencial poderá acompanhar a Aula Magna ao vivo pelo canal oficial da Prefeitura de Campinas no YouTube – clique aqui.
Os interessados poderão assistir à transmissão das 10h às 12h.
Serviço
Aula Magna Inaugural da Escola de Justiça de Campinas – EJ Campinas
Data: 1º de junho de 2026
Credenciamento: a partir das 9h
Início da solenidade: 10h
Local: Auditório Dom Gilberto Pereira Lopes – Campus I da PUC-Campinas
Endereço: Rua Professor Doutor Euryclides de Jesus Zerbini, 1.516, Parque Rural Fazenda Santa Cândida, Campinas/SP
Transmissão ao vivo:
Canal da Prefeitura de Campinas no YouTube
Os participantes inscritos presencialmente receberão certificado digital.
VOCÊ VIU? -Governo e Câmara fecham acordo para fim da escala 6×1 e redução da jornada; veja
O governo federal e a Câmara dos Deputados fecharam nesta segunda-feira (25) um acordo para implementar o fim da escala 6×1 no Brasil. A proposta prevê a redução gradual da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, além da adoção de dois dias de folga por semana para os trabalhadores.
A medida será incluída na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata das novas regras trabalhistas e agora segue para análise dos parlamentares na Câmara e no Senado.
O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, ao lado do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães.
Como será o fim da escala 6×1
Pelo acordo, o trabalhador deixará de cumprir a escala de seis dias de trabalho para um de descanso em até 60 dias após a promulgação da PEC.
Na prática, a mudança estabelece a adoção do modelo 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de folga semanal.
Além disso, a jornada semanal será reduzida gradualmente:
- Em até 60 dias após a promulgação:
- fim da escala 6×1;
- jornada cai de 44 para 42 horas semanais.
- Em até 12 meses:
- jornada será reduzida de 42 para 40 horas semanais.
Com isso, trabalhadores que atualmente cumprem 44 horas em seis dias passarão a trabalhar no máximo cinco dias por semana, inicialmente com 42 horas semanais. Após um ano, a jornada ficará em 40 horas semanais, equivalente a oito horas diárias em cinco dias de trabalho.

Hugo Motta defende transição gradual
Segundo Hugo Motta, a transição foi desenhada para equilibrar os interesses dos trabalhadores e do setor produtivo.
“A transição se dará dentro de um ano. Faremos a redução de 44 para 40 horas após essa primeira redução de duas horas. Isso atende um apelo da classe trabalhadora e também escuta o setor produtivo”, afirmou o presidente da Câmara.
O relator da PEC, Leo Prates, deve apresentar o texto final ainda nesta segunda-feira na Comissão Especial que analisa o tema (leia a matéria completa aqui).
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