Um caminhão ficou em “L” e interditou a faixa da direita do Anél Viário Magalhães Teixeira (SP-083), na manhã desta sexta-feira (10), na altura do trevo de Valinhos, no km 8, sentido Rodovia Dom Pedro I.
Segundo a Rota das Bandeiras, concessionária responsável pelo trecho, o motorista perdeu o controle da direção e o veículo acabou atravessado na faixa. Não houve registro de feridos.
Cabine do caminhão ficou deslocada para a lateral
Imagens de câmeras de segurança concedidas pela concessionária mostram o caminhão com a cabine deslocada para a lateral, formando um “L” e bloqueando a passagem na faixa da direita da rodovia.
De acordo com a Rota das Bandeiras, equipes foram até o local para atendimento da ocorrência e já retiraram o veículo do local. A faixa foi liberada e o trânsito flui normalmente no trecho.
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VOCÊ VIU? Mortes no trânsito caem 36% em Campinas em 2026; veja dados
Campinas registrou queda de 36% nas mortes no trânsito nos cinco primeiros meses de 2026. Entre janeiro e maio, foram contabilizados 29 óbitos em vias urbanas e rodovias, contra 45 no mesmo período do ano passado, o que representa 16 vidas preservadas, segundo balanço divulgado pela Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas).
Nas vias urbanas, a redução foi ainda mais expressiva. O município registrou 15 mortes no trânsito até maio, frente a 26 no mesmo período de 2025, uma queda de 42%.
Os motociclistas continuam sendo as principais vítimas fatais no trânsito campineiro, mas também apresentaram redução nos óbitos. Foram 10 mortes em vias urbanas neste ano, quatro a menos que no mesmo período de 2025, uma queda de 29%.
Entre os pedestres, o índice de redução foi o mesmo. Cinco pessoas morreram atropeladas entre janeiro e maio, contra sete no ano anterior, também representando diminuição de 29%.
Nas rodovias que cortam Campinas, outras 14 mortes foram registradas no período. Somando vias urbanas e rodovias, os motociclistas representam 65% das vítimas fatais, com 19 mortes. Os pedestres correspondem a 21% dos casos, com seis óbitos, enquanto quatro ocupantes de outros veículos morreram, equivalente a 14% do total.
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Falta de habilitação e de capacete lideram causas
A Emdec analisou sete dos 15 óbitos registrados nas vias urbanas e identificou que a falta de habilitação e a ausência do uso de capacete foram os principais fatores associados às mortes.
Entre os casos analisados, três envolviam condutores sem habilitação, enquanto dois ocorreram com motociclistas que não utilizavam capacete. Também foram identificados fatores como consumo de álcool, excesso de velocidade, direção perigosa, comportamento do pedestre, evitabilidade e violência urbana.
Um mesmo acidente pode apresentar mais de um fator de risco.
Veja o ranking:
- Falta de habilitação: três casos (43%).
- Falta de capacete: dois casos (29%).
- Álcool na direção / velocidade / direção perigosa / evitabilidade / comportamento do pedestre / violência urbana: 1 caso cada (14%).
O que diz a Emdec?
Segundo a Emdec, a redução nos índices está relacionada às ações permanentes de fiscalização e educação para o trânsito.
Entre janeiro e maio, foram realizadas 106 blitze integradas na cidade. As motocicletas responderam por 54% das mais de 3,8 mil infrações registradas durante as operações.

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