
A Polícia Militar do Distrito Federal informou ao Supremo Tribunal Federal a troca do carregador da tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o registro encaminhado à Corte, a substituição foi feita na madrugada de domingo, entre 0h34 e 1h03.
O comunicado não detalha o motivo da troca. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e é obrigado a manter o equipamento em funcionamento contínuo, como parte das condições impostas pela Justiça.
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A troca foi realizada pela policial penal Rita de Cássia Gaio, que já havia atuado em um episódio anterior envolvendo o ex-presidente, quando houve suspeita de tentativa de violação do dispositivo.
Nesta ocasião, ele foi preso na Superintendência da PF, após ter assumido que tentou soldar o equipamento. Ele passou quatro meses sem domiciliar após este episódio. Os médicos alegaram confusão mental pela mistura de medicamentos.
O registro chega ao STF nos primeiros dias de Bolsonaro em prisão domiciliar, regime adotado na última sexta-feira após ele receber alta hospitalar. Desde então, o ex-presidente passou a seguir uma rotina com restrições de deslocamento e controle de visitas.
Pelas regras fixadas, familiares só podem acessar a residência em dias e horários determinados — às quartas-feiras e aos sábados, em três faixas ao longo do dia, entre 8h e 16h. Ontem, Carlos Bolsonaro esteve com o pai ontem. Michelle, Laura Bolsonaro e a enteada Letícia Firmo são as únicas pessoas que podem encontrá-lo todos os dias, sem restrições, por morarem com ele. Médicos e advogados também podem entrar na casa sem horário marcado.
O caso está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que pode pedir esclarecimentos adicionais sobre as circunstâncias da troca.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista.
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