A GWM está prestes a lançar o Wey V9X, um novo SUV híbrido plug-in que passará a ocupar o topo da divisão de luxo da chinesa. Mais do que isso, o modelo inaugura a plataforma modular GWM One, adota um conjunto com autonomia elétrica declarada de 400 km e reúne as tecnologias mais avançadas já aplicadas pela Wey.
As imagens divulgadas até agora não passam de teasers, mas reforçam o posicionamento do SUV. Na cultura chinesa, o número nove simboliza longevidade e eternidade — associação usada para identificar produtos de maior prestígio. A escolha do nome indica, portanto, o papel do V9X como referência técnica e simbólica dentro da marca.
Com mais de 5,3 metros de comprimento (cerca de 15 cm a mais em relação ao Wey 07, vendido no Brasil), o modelo aposta em linhas retas e proporções robustas. O visual destaca elementos de iluminação, como as faixas estreitas de leds na dianteira e na traseira. Na dianteira, o “plus” está no logotipo da Wey iluminado ao centro.

Entre os destaques externos estão as maçanetas convencionais e a presença de um sensor LiDAR instalado no teto. Em imagens promocionais, pequenos elementos azuis iluminados indicam o funcionamento do sistema Navigate On Autopilot, recurso de condução assistida utilizado na China.
O V9X também deverá adotar a geração mais recente dos sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS) da GWM. A marca já havia estreado o modelo VLA — que integra visão, linguagem e ação — no Wey 07, conhecido como Lanshan. A expectativa é que o novo SUV avance ainda mais com esse pacote tecnológico.

No conjunto mecânico, o V9X utiliza um sistema híbrido plug-in formado por um motor 2.0 turbo a gasolina e dois motores elétricos. Segundo a GWM, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos e tem autonomia elétrica declarada de 400 km. A bateria aceita carregamento em padrão 6C, o que permitiria recuperar até 200 km de alcance em apenas cinco minutos.
O início da produção do GWM Wey V9X está previsto para o próximo mês de março. É provável que o lançamento oficial aconteça no Salão do Automóvel de Pequim, no final de abril, após a obtenção da licença de comercialização junto às autoridades chinesas.
