
Líderes europeus reforçaram neste domingo, 22, apoio a países aliados no Oriente Médio e sinalizaram busca por soluções para reduzir as tensões provocadas pela guerra dos EUA e Israel contra o Irã.
Em mensagem no X, o presidente da França, Emmanuel Macron, reiterou sua solidariedade e reforçou apoio à defesa aérea da Arábia Saudita depois de conversa com o príncipe saudita Mohammed bin Salman, após ataques do Irã. Macron defendeu ser “mais essencial do que nunca” que os envolvidos concordem em estabelecer um moratório sobre as infraestruturas energéticas e civis e que o Irã restabeleça a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.
“Este é um momento de responsabilidade e moderação, a fim de criar as condições para a retomada do diálogo – o único caminho capaz de garantir a paz e a segurança de todos”, disse o presidente francês, acrescentando que o G7 e o Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo devem reforçar a sua coordenação.
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Também no X, o presidente da Espanha, Pedro Sánchez, demandou a reabertura de Ormuz junto a preservação de instalações de energia no Oriente Médio, acrescentando que o mundo está em um “ponto de virada”. “Uma escalada maior pode deflagrar uma crise energética de longo prazo para toda a humanidade”, alertou. “O mundo não deve pagar as consequências dessa guerra”.
Já o primeiro ministro da Alemanha, Friedrich Merz, disse ter conversado neste domingo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a situação no Irã, em Israel e na Ucrânia. “Combinamos de continuar em contato próximo”, escreveu.
Mais cedo, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, disse que mais de 20 países da aliança estão se unindo para garantir a navegação no Estreito de Ormuz. A região foi classificada em estado “crítico” pela UKMTO, do Reino Unido.
Em busca de medidas para encerrar a guerra, o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, realizou hoje reuniões com suas contrapartes do Irã e do Egito, bem como com a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, e autoridades norte-americanas.
À Associated Press, um diplomata do Catar afirmou que o país árabe não se envolverá dessa vez nos esforços de mediação para encerrar a guerra, embora mantenha bons laços com os EUA. O governo catari está concentrado em se defender dos ataques do Irã, segundo ele, que deterioraram as relações pragmáticas anteriormente estabelecidas com o regime persa e que contribuíam para a diplomacia.
*Com informações da Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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