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O que são minas navais e por que elas preocupam no Estreito de Ormuz

por SampaNews 11 de março de 2026
11 de março de 2026
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A escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã colocou novamente no centro do debate militar um tipo de armamento antigo, mas ainda estratégico: as minas navais.

O tema ganhou destaque após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que forças iranianas poderiam estar posicionando explosivos desse tipo no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do comércio global de petróleo.

A região é considerada um ponto crítico do sistema energético mundial. Cerca de 20% do petróleo comercializado no planeta passa diariamente pelo estreito, localizado entre o território iraniano e a Península Arábica.

Após o início do conflito em 28 de fevereiro, o Irã ameaçou bloquear a passagem e atacar embarcações que tentassem atravessar a região. O movimento reduziu o tráfego marítimo e pressionou os preços da commodity, com o barril chegando a se aproximar de US$ 120 no início da semana.

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Como funcionam as minas navais

Minas navais são explosivos posicionados no mar visando atingir embarcações militares ou comerciais. Elas podem permanecer submersas, presas ao fundo do oceano ou ancoradas a determinadas profundidades, dependendo do modelo. Em alguns casos, também podem ficar à deriva.

Os sistemas mais simples detonam quando entram em contato direto com o casco de um navio. Já as versões mais modernas são equipadas com sensores capazes de detectar mudanças no campo magnético da embarcação, alterações na pressão da água ou o ruído dos motores.

Quando acionadas, essas minas provocam explosões próximas à estrutura do navio, podendo causar danos significativos e comprometer a navegação.

Mesmo que sejam acionadas contra embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz, especialistas apontam que uma única mina dificilmente seria capaz de afundar um grande petroleiro.

Ainda assim, o impacto pode causar danos estruturais relevantes, interromper rotas comerciais e gerar efeitos significativos sobre o mercado global de energia.

O uso desse tipo de armamento também é regulado pelo direito internacional. A Convenção de Haia de 1907 estabelece limites para o emprego de minas marítimas, proibindo a instalação de explosivos de contato próximos a portos ou áreas costeiras com o objetivo de bloquear a navegação comercial.

Arsenal iraniano

Estimativas apontam que o Irã possui entre 2 mil e 6 mil minas navais em seu arsenal. Segundo análises do Strauss Center for International Security and Law, da Universidade do Texas, o país opera uma combinação de modelos de origem soviética, ocidental e também de fabricação própria.

Entre os equipamentos mais avançados estaria a mina EM-52, de origem chinesa. Diferentemente das minas convencionais, esse modelo permanece no fundo do mar e dispara um projétil em direção à embarcação quando detecta sua passagem.

Apesar da sofisticação do equipamento, o estudo aponta que a capacidade iraniana de instalar minas desse tipo em grande escala é limitada. O país teria apenas três submarinos capazes de lançar o sistema. Por isso, em um cenário de conflito, o mais provável seria o uso de embarcações menores para espalhar modelos mais simples.

Histórico na região

O Estreito de Ormuz já foi palco desse tipo de operação militar no passado. Durante a fase final da guerra entre Irã e Iraque, na década de 1980, minas navais foram espalhadas na região como parte da estratégia para atingir embarcações inimigas.

A lembrança desse episódio ajuda a explicar a preocupação atual das potências militares com qualquer sinal de mineração das águas da região.

A tensão aumentou após declarações do presidente Donald Trump. Em publicação na rede Truth Social, o líder americano exigiu que o Irã desistisse de instalar minas na rota marítima ou removesse imediatamente qualquer explosivo colocado na região.

“Se, por qualquer motivo, minas foram colocadas e não forem removidas imediatamente, as consequências militares para o Irã serão de uma magnitude sem precedentes”, afirmou.

Trump também disse que os Estados Unidos monitoram a área e que embarcações usadas para espalhar minas seriam destruídas.

Pouco depois, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou ter atacado várias embarcações iranianas na terça-feira. Segundo o comunicado, 16 barcos que estariam sendo utilizados para transportar minas navais foram atingidos.

Na véspera, o presidente americano chegou a afirmar que avaliava a possibilidade de assumir o controle do Estreito de Ormuz e ameaçou destruir o Irã caso o país interferisse no transporte de petróleo pela região.

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