sampanews.com
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

Como Carnaval e Canarinho Pistola se unem na estratégia de marketing do iFood
20 de fevereiro de 2026
Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos
20 de fevereiro de 2026
Reuniões cansativas e pouco produtivas? Veja dicas de gestão para melhorar isso
20 de fevereiro de 2026
Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras de inclusão em seu conselho
20 de fevereiro de 2026
sexta-feira, fevereiro 20, 2026
Top Posts
Como Carnaval e Canarinho Pistola se unem na...
Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12...
Reuniões cansativas e pouco produtivas? Veja dicas de...
Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras...
Guerra na Ucrânia completa 4 anos em meio...
Política interfere em juros, dólar e Bolsa? Saiba...
VÍDEO: ônibus fretado pega fogo e assusta motoristas...
Veja o que foi feito na primeira etapa...
Pacientes denunciam banheiros interditados no Mário Gatti; mulheres...
Carnaval de Campinas gera mais de 104 toneladas...
sampanews.com
Banner
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

Como Carnaval e Canarinho Pistola se unem na estratégia de marketing do iFood
20 de fevereiro de 2026
Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos
20 de fevereiro de 2026
Reuniões cansativas e pouco produtivas? Veja dicas de gestão para melhorar isso
20 de fevereiro de 2026
Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras de inclusão em seu conselho
20 de fevereiro de 2026
sampanews.com

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

Como Carnaval e Canarinho Pistola se unem na estratégia de marketing do iFood
20 de fevereiro de 2026
Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos
20 de fevereiro de 2026
Reuniões cansativas e pouco produtivas? Veja dicas de gestão para melhorar isso
20 de fevereiro de 2026
Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras de inclusão em seu conselho
20 de fevereiro de 2026
sampanews.com
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto
Copyright 2026 - Todos os Direitos Reservados

Política interfere em juros, dólar e Bolsa? Saiba como investir em ano eleitoral

por SampaNews 20 de fevereiro de 2026
20 de fevereiro de 2026
0

A pauta econômica costuma render debates relevantes durante a corrida eleitoral. Enquanto os candidatos sinalizam a política macroeconômica que deverá ser colocada em prática, os investidores tentam ler sinais que indiquem onde podem ganhar mais (ou evitar perdas) de acordo com cada cenário. No geral, a dúvida que paira no ar é: como se proteger da volatilidade e tirar maior proveito da situação?

Em 2026, o Brasil deverá registrar uma queda na inflação e na taxa básica de juros, aliado a um cenário internacional de desvalorização do dólar. Esse combo tende a impactar o câmbio, a curva de juro e o fluxo de capital estrangeiro, e as incertezas trazem maiores prêmios de risco — ou seja, quem se arrisca mais, tende a obter maior retorno. 

‘Investir em ano eleitoral exige método’

Na avaliação de Priscilla Cacavallo, gerente da Daycoval Investe, o ano eleitoral adiciona uma camada extra de incerteza ao mercado, que se soma às variáveis tradicionais da economia. 

Mais do que o resultado da eleição em si, o que efetivamente move os preços é a percepção sobre a condução futura da política econômica, especialmente no campo fiscal – ou seja, nos gastos do governo.

“Não devemos enxergar esse período como um risco extremo, mas como um ciclo que exige estratégia e clareza sobre o papel de cada classe de ativo. Investir bem em ano eleitoral passa, necessariamente, por método”, afirma.

E, ao se referir a método, Cacavallo sugere que o investidor comece pelo básico: conheça seu perfil e sua necessidade de liquidez.

Um estudo da XP indica que, historicamente, quatro vetores atuam sobre a volatilidade em anos eleitorais: choques globais, como a crise da dívida europeia em 2010 ou a guerra Rússia-Ucrânia em 2022; ruídos locais com impacto macroeconômico, como a greve dos caminhoneiros em 2018 ou as discussões fiscais em 2022; mudanças abruptas no cenário eleitoral, como a entrada inesperada de candidaturas competitivas, caso de Marina Silva em 2014 e, em menor escala, Fernando Haddad em 2018; e discrepâncias entre pesquisas e resultados efetivos das urnas, com 2014 sendo o exemplo mais emblemático.

Saiba mais: Como ações, juros e dólar costumam se comportar em anos eleitorais no Brasil, segundo a XP

Prepare-se para a oscilação

Diante desse cenário, as decisões de investimento devem focar mais nas oscilações (e em como se blindar delas) do que na tentativa de prever o resultado das urnas. Isso ajudará o investidor a atravessar este período com consistência, segundo Cacavalho

O primeiro reflexo desse ambiente aparece na volatilidade. Pesquisas eleitorais, discursos e sinalizações de programas de governo passam a influenciar preços de forma mais intensa, provocando movimentos rápidos e, muitas vezes, assimétricos. 

Neste período de corrida eleitoral, o mercado se torna mais reativo às manchetes e menos tolerante a ambiguidades, o que reforça a importância da disciplina. Mas, como isso funciona?

O câmbio vai variar, saiba como aproveitar

Os investimentos não mudam devido ao candidato, mas sim devido às expectativas quanto à condução da economia que determinados candidatos representam.

Dúvidas sobre o compromisso com o equilíbrio fiscal tendem a pressionar o dólar, enquanto sinais de responsabilidade e previsibilidade geram alívio rápido. Não por acaso, movimentos cambiais em anos eleitorais costumam anteceder ajustes mais amplos em outros ativos, explica Cacavallo.

“O câmbio costuma ser o primeiro ativo que reage ao aumento de incertezas políticas”, afirma Cacavalho.

Para se proteger, o investidor pode buscar a diversificação internacional. Cacavalho explica que isso pode ser feito com ativos diretamente no exterior, fundos cambiais que o investidor encontra nas plataformas aqui no Brasil – com valor mínimo de aplicação próximo de R$100,00, por meio de BDRs – e até mesmo via ETF, como o DOLA11, que replica o índice futuro de dólar. 

“Para aproveitar as oscilações, é preciso cautela. O câmbio é um ativo de difícil previsão e muito sensível a ruídos. Movimentos bruscos podem abrir oportunidades táticas, mas isso faz mais sentido para investidores com perfil mais arrojado e visão de curto prazo. De forma geral, o câmbio deve ser tratado mais como instrumento de proteção e diversificação do que como aposta direcional. Em ano eleitoral, ele ajuda a equilibrar risco, mas não deve concentrar estratégia”, sugere.

Saiba mais: ‘Ficar longe de problemas’: gestores revelam mantras e onde investir no ano eleitoral

Navegue na curva de juros

A curva de juros mostra a rentabilidade de um investimento versus o prazo de vencimento deste ativo. Na essência, ela reflete as expectativas do mercado sobre inflação, crescimento e trajetória fiscal.

Se o mercado vê maior probabilidade de inflação à frente, a curva de juros tende a “abrir” (inclinar para cima). Isso significa taxas de juros mais altas para prazos mais longos e menores para prazos mais curtos. Isso porque o mercado antecipa que, com inflação mais alta, será preciso subir a taxa básica de juros, o que aumenta as taxas futuras. O contrário ocorre quando há uma projeção de inflação mais controlada.

Aqui, o ponto central não é o resultado da eleição, pontua Cacavalho, mas os projetos econômicos e a sinalização sobre a gestão fiscal nos anos seguintes – um debate que hoje está no centro da agenda no Brasil e no mundo.

“Quando o mercado enxerga compromisso fiscal e previsibilidade, a curva tende a melhorar, especialmente nos vértices mais longos, com expectativa de juros estruturalmente mais baixos à frente. Por outro lado, sinais de menor disciplina fiscal pressionam as taxas longas, encarecendo o custo do capital”, afirma.

Essa leitura de cenários, aliado ao perfil do investidor e às necessidades de resgate do investimento (prazo de liquidez), pode permitir mudar estratégias ao longo do ano, observando tendências futuras.

Se um investidor tiver um título longo atrelado à inflação, como o Tesouro IPCA+ 2045, por exemplo, ele pode ficar atento a oportunidades. 

“Os títulos indexados ao IPCA ou Pré-fixados podem sofrer variações quando estamos falando da marcação a mercado – dinâmica de calcular o quanto está valendo aquele ativo no dia (d+0) caso o investidor vá fazer a compra ou a venda. Para investidores que possuem o título na carteira, mas pretendem carregar até o vencimento, estas variações não irão impactar o resultado final”, afirma.

Por outro lado, as oscilações geram oportunidades de se desfazer do papel e colocar “dinheiro no bolso”. Cacavalho que se as taxas longas sobem por aumento de percepção de risco fiscal ou incerteza política, o preço do título cai no curto prazo. “Isso não significa perda definitiva, desde que o investidor leve o papel até o vencimento e este pode até ser um bom momento para comprar mais”, explica.

Já se as taxas longas caem, o movimento é inverso e pode ser um bom momento de realizar ganhos e sair da posição. “A decisão de se desfazer ou não depende do horizonte. Se o título foi comprado com planejamento e está alinhado ao prazo do objetivo, a volatilidade é parte do caminho. Para quem estiver desconfortável com a volatilidade, é prudente ajustar a alocação e equilibrar com ativos pós-fixados ou então reduzindo o prazo dos títulos”, afirma.

Bolsa: oportunidades em setores sólidos

Na Bolsa de Valores, o impacto raramente é homogêneo. Setores mais sensíveis ao ciclo doméstico e à política econômica tendem a sofrer mais, enquanto empresas de maior qualidade, com balanços sólidos e geração de caixa previsível, costumam se destacar em ambientes de maior incerteza.

Bruno Perri, economista-chefe, estrategista de investimentos e sócio-fundador da Forum Investimentos, sugere investimentos em ativos de utilidade pública, como saneamento, energia elétrica e telefonia, além dos bancos. 

Outras oportunidades podem aparecer em empresas “maduras e com forte geração de caixa”, afirma Perri, sem citar nomes específicos.

Proteção ou oportunidade?

Considerando todo o cenário, os anos eleitorais não são ruins para investir, mas exigem estratégia, diversificação e disciplina. 

Segundo Cacavallo, a “chave” está em equilibrar proteção e oportunidade, mantendo foco em fundamentos e evitando decisões pautadas exclusivamente pelo ruído político de curto prazo.

Para o perfil conservador, o foco deve ser preservação de capital, com maior peso em pós-fixados e inflação, evitando alongar demais o prazo da carteira em momentos de maior incerteza.

O moderado precisa equilibrar proteção e oportunidade, mantendo uma base defensiva em renda fixa, mas preparado para aproveitar distorções pontuais na bolsa

Já o arrojado pode usar a volatilidade a favor, buscando empresas com fundamentos sólidos, mas sempre com diversificação e gestão de risco.

Estratégias de investimento em ano eleitoral, por perfil
PERFIL PROTEÇÃO OPORTUNIDADES
Conservador Pós-fixados atrelados ao CDI, IPCA+ de prazo curto a intermediário e reserva de liquidez bem dimensionada. Evitar exposição excessiva a vencimentos longos. Travar boas taxas em renda fixa quando a curva abrir além do razoável, sempre respeitando prazo e objetivo.
Moderado Base relevante em CDI e inflação, com diversificação internacional como hedge cambial. Equilíbrio de prazos na renda fixa. Ações de empresas com geração de caixa previsível e baixa alavancagem quando houver estresse político exagerado.
Arrojado Diversificação global e renda fixa como amortecedor de volatilidade. Gestão ativa de duration. Bolsa doméstica em momentos de prêmio elevado e prefixados longos se houver abertura excessiva das taxas diante de ruído eleitoral.
Fonte: Daycoval

Independentemente do perfil, Cacavalho destaca alguns pontos que merecem atenção: trajetória fiscal, sinalizações sobre política econômica, comportamento da curva longa de juros e fluxo estrangeiro. “São esses fatores que realmente mexem com os preços. Em ano eleitoral, disciplina pesa mais do que opinião”, afirma.

A lógica proposta por Priscilla Cacavallo parte de uma ordem clara de prioridades. Primeiro, é preciso pensar em proteção: ajuste de liquidez, travamento de reservas e revisão da proporcionalidade entre pós-fixados, prefixados e papéis atrelados ao IPCA. 

Depois, oportunidade, quando a volatilidade amplia pontos de entrada e setores passam a precificar incertezas de forma exagerada.

“Um bom investidor não foge da volatilidade. Ele a utiliza com inteligência”, resume. 

A travessia eleitoral tende a separar movimentos táticos de estratégias duradouras e a alocação vencedora será aquela capaz de proteger capital sem abrir mão das assimetrias que surgem quando o mercado exagera nas incertezas.

The post Política interfere em juros, dólar e Bolsa? Saiba como investir em ano eleitoral appeared first on InfoMoney.

autor de origem

Compartilhar 0 FacebookTwitterLinkedinWhatsapp
postagem anterior
VÍDEO: ônibus fretado pega fogo e assusta motoristas e pedestres
próxima postagem
Guerra na Ucrânia completa 4 anos em meio a impasse e perdas econômicas e humanas

Você também pode gostar

Inflação do Japão desacelera ao menor nível em...

20 de fevereiro de 2026

Diretor do Fed reduz estimativas sobre o quanto...

19 de fevereiro de 2026

94% dos reajustes salariais ficam acima da inflação...

19 de fevereiro de 2026

FMI apoia reforma trabalhista da Argentina e cobra...

19 de fevereiro de 2026

POSTS MAIS RECENTES

  • Como Carnaval e Canarinho Pistola se unem na estratégia de marketing do iFood
  • Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos
  • Reuniões cansativas e pouco produtivas? Veja dicas de gestão para melhorar isso
  • Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras de inclusão em seu conselho
  • Guerra na Ucrânia completa 4 anos em meio a impasse e perdas econômicas e humanas

Siga-nos

  • Recente
  • Popular
  • Como Carnaval e Canarinho Pistola se unem na estratégia de marketing do iFood

    20 de fevereiro de 2026
  • Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos

    20 de fevereiro de 2026
  • Reuniões cansativas e pouco produtivas? Veja dicas de gestão para melhorar isso

    20 de fevereiro de 2026
  • Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras de inclusão em seu conselho

    20 de fevereiro de 2026
  • 1

    IPVA mais caro do Brasil custa R$ 1 milhão; veja o carro mais caro de cada estado

    20 de janeiro de 2026
  • 2

    Assessor ⁠da Casa Branca diz que novo chair do Fed deve ser “uma pessoa independente”

    22 de janeiro de 2026
  • 3

    CEO da Amazon diz que tarifas de Trump começam a aparecer nos preços de produtos

    20 de janeiro de 2026
  • 4

    O que contratar alguém que passou 20 anos na prisão ensina sobre lealdade no trabalho

    18 de janeiro de 2026

Postagens em destaque

Política interfere em juros, dólar e Bolsa? Saiba...

20 de fevereiro de 2026

VÍDEO: ônibus fretado pega fogo e assusta motoristas...

20 de fevereiro de 2026

Veja o que foi feito na primeira etapa...

20 de fevereiro de 2026

Pacientes denunciam banheiros interditados no Mário Gatti; mulheres...

20 de fevereiro de 2026

Carnaval de Campinas gera mais de 104 toneladas...

20 de fevereiro de 2026

Leitura obrigatória

  • Como Carnaval e Canarinho Pistola se unem na estratégia de marketing do iFood

    20 de fevereiro de 2026
  • Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos

    20 de fevereiro de 2026
  • Reuniões cansativas e pouco produtivas? Veja dicas de gestão para melhorar isso

    20 de fevereiro de 2026
  • Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras de inclusão em seu conselho

    20 de fevereiro de 2026
  • Guerra na Ucrânia completa 4 anos em meio a impasse e perdas econômicas e humanas

    20 de fevereiro de 2026

Newsletter

Posts relacionados

  • Inflação do Japão desacelera ao menor nível em 2 anos e desafia plano do BC japonês

    20 de fevereiro de 2026
  • Diretor do Fed reduz estimativas sobre o quanto o BC dos EUA deve cortar os juros

    19 de fevereiro de 2026
  • 94% dos reajustes salariais ficam acima da inflação em janeiro, mostra Dieese

    19 de fevereiro de 2026
  • FMI apoia reforma trabalhista da Argentina e cobra dados confiáveis do governo

    19 de fevereiro de 2026
  • Balança comercial tem superávit de US$ 1,501 bilhão na 2ª semana de fevereiro

    19 de fevereiro de 2026

Mais vistas da semana

Assessor ⁠da Casa Branca diz que novo chair do Fed deve ser “uma pessoa independente”
22 de janeiro de 2026
Homem é flagrado por câmeras furtando gel de banho em farmácia no Centro de Bragança Paulista
14 de fevereiro de 2026
Brasileirão feminino: TV Brasil mostra confronto Palmeiras x América
13 de fevereiro de 2026

Postagens Aleatórias

BIS: Falta de preparo na era da IA pode ampliar diferença entre emergentes e ricos
19 de fevereiro de 2026
Atualização cancelada: CNH falsa é descoberta no Poupatempo
5 de fevereiro de 2026
Mulher ferida após explosão em apartamento segue internada com queimaduras
26 de janeiro de 2026

Categorias Populares

  • Tecnologia (944)
  • Política (665)
  • Mundo (614)
  • Negócios (297)
  • Economia (287)
  • Campinas (274)
  • Bragança Paulista (235)
  • Auto (235)
  • Cultura (140)
  • Esporte (107)

Notícias de São Paulo e do mundo, em tempo real. Cobertura completa de política, economia, mercado, cidades e assuntos que importam — com contexto e credibilidade.

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Copyright © 2026 SampaNews. Todos os Direitos Reservados.

  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
sampanews.com
  • Home