Uma caminhonete pegou fogo na manhã desta segunda-feira (27), na Rua Thomaz Ortale, no bairro Jardim Proença, em Campinas. Um vídeo registrado no local mostra o veículo tomado pela fumaça enquanto equipes do Corpo de Bombeiros combatem o incêndio.
Nas imagens, é possível ver uma grande quantidade de fumaça saindo do veículo, que estava estacionado na via. Em seguida, os bombeiros utilizam água para controlar as chamas, evitando que o fogo se espalhasse.
Corpo de Bombeiros foi acionado
Segundo o Corpo de Bombeiros, a ocorrência foi registrada por volta das 11h20. Uma viatura foi deslocada até o local e conseguiu extinguir o incêndio rapidamente.
Ainda de acordo com a corporação, ninguém ficou ferido. As causas do incêndio não foram informadas.
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VIU ESSA? Cesta básica sobe em Campinas e passa a consumir 50% do salário mínimo
O custo da cesta básica voltou a subir na região de Campinas e passou a pesar ainda mais no orçamento das famílias. Em junho, o conjunto de alimentos essenciais registrou alta de 1,91%, segundo levantamento do Observatório PUC-Campinas.
Com o reajuste, o valor da cesta chegou a R$902,12, o equivalente a 55,7% do salário mínimo, atualmente fixado em R$1.621. Na prática, mais da metade da renda mínima do trabalhador é destinada apenas à compra dos itens básicos de alimentação.
O principal responsável pela alta no mês foi o feijão, que ficou 13,93% mais caro. De acordo com o levantamento, o aumento é resultado da redução na oferta do produto, causada por problemas na safra e por condições climáticas que afetaram a produção e pressionaram os preços.
Embora o avanço tenha sido mais discreto do que o registrado em maio, Campinas apresentou um aumento superior ao observado nas principais capitais da região Sudeste acompanhadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). No cenário nacional, 18 das 28 capitais pesquisadas também registraram alta no custo da cesta básica em junho.
Feijão lidera aumento dos preços
Embora o líder neste aumento dos preços seja o feijão, além dele, outros produtos que contribuíram para o encarecimento da cesta em junho foram a banana, com alta de 4,82%, e o açúcar, que subiu 3,24%.
Contrapondo esse aumento nos produtos, alguns outros itens tiveram uma redução nos preços, ajudando a amenizar o aumento da cesta. Entre os produtos que tiveram diminuição estão o arroz com queda de 2,15% e a farinha de trigo com recuo de 1,41%.

Batata e tomate acumulam maiores altas no ano
No acumulado de 2026, a batata segue como o alimento que mais encareceu em Campinas, com aumento de 95,36%, seguida pelo tomate, que acumula alta de 87,07%. O feijão também aparece entre os principais aumentos do ano, com avanço de 42,01%, além do leite, que registra elevação de 28,94%.
Já entre os produtos que ficaram mais baratos neste período estão a banana, com queda de 14,52%, o café que recuou 10,36%, assim como o açúcar com 9,71%.
Cesta já consome mais da metade do salário mínimo
Segundo o levantamento realizado, o valor da cesta básica em Campinas já representa 55,7% do salário mínimo vigente. Com isso, o chamado “salário mínimo necessário” — estimado para cobrir a compra de três cestas básicas — passou para R$2.706,36.
Nos seis primeiros meses de 2026, o custo da cesta básica na cidade acumula alta de 15,24%. O índice ainda é inferior ao registrado no Rio de Janeiro (16,27%) e em Vitória (16,06%), mas supera os percentuais de Belo Horizonte (14,30%) e São Paulo (14,13%).
Na comparação com os últimos 12 meses, a cesta básica em Campinas apresenta um aumento de 11,35%, refletindo na elevação contínua dos preços dos alimentos ao longo do primeiro semestre deste ano.

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