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“Última chance de diplomacia”: Como acabou a rodada de negociações entre Irã e EUA?

por SampaNews 26 de fevereiro de 2026
26 de fevereiro de 2026
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Os negociadores dos Estados Unidos e do Irã encerraram nesta quinta-feira, 26, após horas de conversas, a terceira rodada de diálogos com “progressos significativos”, disse o ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr Al Busaidi. Os contatos serão retomados na próxima semana na Áustria.

“Terminamos o dia com progressos significativos na negociação entre Estados Unidos e Irã”, afirmou Al Busaidi na rede X, acrescentando que “as discussões em nível técnico ocorrerão na próxima semana em Viena”. O governo americano ainda não se manifestou sobre o assunto.

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Limite da diplomacia

A conversa desta quinta era vista como a última chance para a diplomacia, em meio ao aumento da pressão americana após Washington mobilizar uma frota de aeronaves e navios de guerra no Oriente Médio.

O presidente dos EUA, Donald Trump, busca um acordo que restrinja o programa nuclear iraniano e vê uma oportunidade enquanto o país enfrenta dificuldades internas, com o aumento da dissidência após protestos registrados em todo o território no mês passado.

O Irã, por sua vez, insiste em manter o enriquecimento de urânio, mesmo com seu programa fragilizado após Trump ter ordenado, em junho, ataques contra três instalações nucleares da República Islâmica – episódio inserido no contexto de uma guerra devastadora de 12 dias travada no ano passado.

Teerã afirmou que, em caso de um ataque americano, todas as bases militares dos EUA no Oriente Médio seriam consideradas alvos legítimos, colocando em risco dezenas de milhares de militares americanos. O país também ameaçou atacar Israel, o que levanta o temor de uma nova escalada capaz de desencadear um conflito regional.

“Não haveria vitória para ninguém – seria uma guerra devastadora”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em entrevista ao jornal India Today, na quarta-feira, 25, antes do encontro.

“Como as bases americanas estão espalhadas por diferentes lugares da região, infelizmente talvez toda a região se envolveria e participaria, então é um cenário muito terrível”, acrescentou.

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Terceira rodada de negociações desde a guerra de junho

As negociações em Genebra marcam a terceira rodada de conversas desde a guerra de junho. Araghchi voltou a trocar mensagens com Steve Witkoff, bilionário do setor imobiliário e aliado próximo de Trump, que atua como enviado especial do presidente para o Oriente Médio. Ambos realizaram diversas rodadas de negociações no ano passado, interrompidas após Israel lançar sua ofensiva contra o Irã em junho.

Assim como nas etapas anteriores, as conversas são mediadas por Omã, país situado na extremidade oriental da Península Arábica e tradicional interlocutor entre o Irã e o Ocidente.

Após chegar a Genebra na noite de quarta-feira, Araghchi reuniu-se com o ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr al-Busaidi. Segundo a agência estatal Oman News Agency, os dois revisaram as propostas para um acordo sobre seu programa nuclear, com base nos princípios definidos na rodada anterior.

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Nesta rodada pós-guerra, Trump pressiona para que o Irã interrompa totalmente o enriquecimento de urânio e aceita discutir também o programa de mísseis balísticos e o apoio iraniano a forças militantes regionais. Teerã, no entanto, sustenta que as negociações devem se restringir exclusivamente às questões nucleares.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou na quarta-feira que o Irã está “sempre tentando reconstruir elementos” de seu programa nuclear. Segundo ele, Teerã não enriquece urânio no momento, “mas tenta chegar ao ponto em que poderá fazê-lo”.

O Irã diz não realizar enriquecimento desde junho, mas bloqueou o acesso de inspetores da AIEA aos locais atingidos pelos ataques americanos. Imagens de satélite analisadas pela Associated Press indicam atividade em dois desses pontos, sugerindo tentativas de avaliação de danos e possível recuperação de material.

O Ocidente e a AIEA afirmam que o Irã manteve um programa de armas nucleares até 2003. Antes dos ataques de junho, o país enriquecia urânio a até 60% de pureza – um pequeno passo técnico em direção aos 90% necessários para a fabricação de armas.

Agências de inteligência dos EUA avaliam que o Irã ainda não retomou um programa de armas, mas “realizou atividades que o colocam em melhor posição para produzir um dispositivo nuclear, se assim desejar”. Embora insista no caráter pacífico do programa, Teerã tem ameaçado buscar a bomba nos últimos anos.

“O princípio é muito simples: o Irã não pode ter uma arma nuclear”, disse o vice-presidente dos EUA, JD Vance, a jornalistas na Casa Branca. Segundo ele, Trump está “enviando esses negociadores para tentar resolver esse problema” e “quer resolver esse problema diplomaticamente’. “Mas, é claro, o presidente também tem outras opções’, acrescentou Vance.

Temores de guerra

Não está claro se ataques limitados seriam suficientes para forçar concessões iranianas. Já uma tentativa de remover a liderança do país poderia arrastar os EUA para uma campanha mais longa e complexa, sem sinais públicos de planejamento para o cenário posterior.

Também há dúvidas sobre os impactos regionais de qualquer ofensiva. Teerã poderia retaliar contra aliados dos EUA no Golfo Pérsico ou contra Israel. Em meio a esses temores, os preços do petróleo subiram nos últimos dias, com o barril do Brent girando em torno de US$ 70. Na rodada anterior de tensões, o Irã afirmou ter interrompido temporariamente o tráfego no Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde transita cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo.

Imagens de satélite obtidas na terça-feira, 24, e na quarta-feira pela empresa Planet Labs PBC e analisadas pela Associated Press indicam que navios americanos normalmente atracados no Bahrein, sede da Quinta Frota da Marinha dos EUA, estavam todos no mar.

Questionada, a frota encaminhou as perguntas ao Comando Central das Forças Armadas dos EUA, que se recusou a comentar. Antes de um ataque iraniano ao Catar, em junho, a frota já havia dispersado suas embarcações como medida preventiva.

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