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Como foram as 36 horas de caos na Casa Branca na corrida por um cessar-fogo no Irã

por SampaNews 9 de abril de 2026
9 de abril de 2026
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WASHINGTON — O presidente Donald Trump estava sentado atrás da Resolute Desk, no fim da tarde de terça-feira, refletindo sobre o que poderia acontecer nas horas seguintes.

Ele havia prometido varrer “toda uma civilização” do mapa se seu prazo das 20h para que o Irã reabrisse o Estreito de Ormuz expirasse. À medida que uma série de reuniões sem relação direta com o tema acontecia, Trump interrompia para listar o número de pontes e usinas de energia que estava disposto a atacar no Irã.

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Ele foi informado de que iranianos estavam se reunindo sobre essas pontes e em frente a essas usinas. Assistiu na televisão às imagens de pessoas se aglomerando ao redor das estruturas e disse a assessores que, se as forças americanas atacassem e as matassem, a culpa seria do governo iraniano. Chamou os líderes iranianos de “malignos” por colocarem inocentes em risco.

Então, em meados da tarde em Washington, uma mensagem encorajadora sobre um acordo em formação foi analisada pela Casa Branca e publicada nas redes sociais pelo primeiro-ministro do Paquistão. Pouco depois, um acordo costurado às pressas por uma série de governos mediadores, incluindo Paquistão e China, chegou a um presidente que buscava uma saída para uma guerra profundamente impopular.

A comemoração veio rápido: o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, declararam na manhã de quarta-feira que todos os objetivos militares haviam sido alcançados naquele que Hegseth chamou de “vitória histórica e avassaladora no campo de batalha”.

Mas menos de um dia depois de Trump ter anunciado um cessar-fogo nas redes sociais, o frágil acordo já dava sinais de desgaste, em grande parte porque os dois países não concordavam publicamente com um conjunto comum de metas para encerrar a guerra.

Um mural em Teerã, nesta quarta-feira, retratando mísseis iranianos atacando um porta-aviões americano. Crédito… Arash Khamooshi para The New York Times

Após 36 horas tumultuadas, marcadas por mudanças bruscas de rumo diplomático, Trump se vê, em certo sentido, próximo de onde começou. Seus esforços para contornar a realidade em campo e avançar para um processo de paz foram prejudicados por um adversário que continua tendo poder de pressão.

A situação do Estreito de Ormuz permanece indefinida, embora ele tenha sido a base do ultimato apocalíptico de Trump. E o destino do urânio enriquecido do Irã, que Trump sugerira de forma otimista que poderia ser recuperado pelos americanos com a ajuda dos iranianos, continua sem solução.

Este relato se baseia em entrevistas com quase uma dúzia de pessoas nos Estados Unidos, em Israel e no Irã, a maioria delas sob condição de anonimato para discutir um conflito em rápida evolução.

Uma ameaça provoca pânico generalizado

Uma ponte danificada por um ataque na província de Alborz, no Irã. Os Estados Unidos haviam ameaçado novos ataques à infraestrutura iraniana antes de o cessar-fogo ser alcançado. Crédito… Arash Khamooshi para The New York Times

Na segunda-feira, um dia antes de Trump enviar a mensagem ameaçando “aniquilar a civilização iraniana”, as conversas vinham progredindo em privado, e o líder supremo do Irã parecia sinalizar aprovação para avançar com negociações, segundo múltiplas autoridades iranianas e israelenses. O Paquistão seguia tentando mediar conversas entre Irã e Estados Unidos em busca de um cessar-fogo que abrisse espaço para negociações de paz mais extensas.

Mas, na manhã de terça-feira, os americanos estavam ficando impacientes. Trump emitiu sua ameaça pública de aniquilar o Irã — uma mensagem que, segundo três autoridades iranianas familiarizadas com as negociações, o Irã também havia recebido em privado por meio do Paquistão.

Líderes iranianos, já furiosos com o prazo dado por Trump para explodir usinas de energia e com uma onda de ataques a infraestrutura crítica, como ferrovias, pontes e plantas industriais, decidiram abandonar o processo. Eles comunicaram ao Paquistão que Teerã interromperia as mensagens trocadas com Washington e que os planos de negociações de cessar-fogo ficariam suspensos, disseram os três funcionários.

Autoridades iranianas — do presidente e do vice-presidente a comandantes da Guarda Revolucionária — passaram a publicar mensagens desafiadoras nas redes sociais. Os militares acreditavam que o Irã tinha vantagem por seu poder de influência sobre o estreito e deveria dobrar a aposta, disseram os funcionários.

“O Irã claramente venceu a guerra e só aceitará um desfecho que consolide seus ganhos e crie uma nova ordem de segurança na região”, escreveu Mahdi Mohammadi, assessor de Mohammad Bagher Ghalibaf, um general de brigada que é presidente do Parlamento iraniano, em uma postagem nas redes sociais.

No Irã, instalou-se pânico entre civis com a aproximação do prazo de Trump para atacar usinas de energia. A mídia iraniana passou a divulgar orientações sobre como sobreviver caso energia, gás e água fossem cortados. Moradores de Teerã correram aos supermercados para estocar alimentos secos e água engarrafada, esvaziando as prateleiras de muitos estabelecimentos ao fim do dia.

“Compramos um cooler e blocos de gelo, caso faltasse energia e a geladeira parasse de funcionar”, disse Nazy, moradora de Teerã que pediu para não ter o sobrenome publicado por medo de represálias, em entrevista. “Também comprei muitos alimentos secos, velas e pilhas para minha mãe, que está acamada e não tem como evacuar.”

Dezenas de milhares de pessoas fugiram em direção às margens do mar Cáspio, provocando um engarrafamento tão grande que a polícia fechou a estrada pela serra para todo o tráfego, exceto para quem estivesse deixando Teerã rumo ao litoral norte.

Negociações frenéticas

O primeiro-ministro Shehbaz Sharif, do Paquistão, com Trump e outros líderes mundiais no Egito, em outubro. Sharif anunciou o acordo de cessar-fogo na noite de terça-feira. Crédito… Kenny Holston/The New York Times

Com os iranianos ameaçando abandonar as conversas, desenrolaram-se rapidamente esforços diplomáticos frenéticos, do Oriente Médio à China. Autoridades trabalharam ao telefone para salvar um plano de cessar-fogo e puxar Irã e Estados Unidos de volta da beira de uma catástrofe ainda maior, segundo os três funcionários iranianos e um funcionário paquistanês a par das tratativas.

O primeiro-ministro e o ministro das Relações Exteriores do Paquistão entraram em contato com o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e com o chanceler Abbas Araghchi. Turquia, Egito e Catar também procuraram o Irã, disseram os funcionários. Mas, no fim, foi a China — que mantém estreitos laços econômicos com o Irã — que rompeu o impasse, de acordo com as autoridades iranianas e o funcionário paquistanês.

A China mantém relações comerciais próximas com o Irã — é a maior compradora de petróleo iraniano — e também coopera com as Forças Armadas iranianas. Segundo os iranianos, autoridades chinesas disseram a seus interlocutores em Teerã que aceitassem o cessar-fogo naquele momento porque poderia ser a única oportunidade. A China também pediu que o Irã demonstrasse mais flexibilidade e abrisse o Estreito de Ormuz à navegação marítima por duas semanas, levando em conta o impacto econômico da guerra sobre seus aliados, incluindo a própria China.

Pouco depois das 17h, o comandante do Exército do Paquistão, marechal de campo Syed Asim Munir, telefonou para Trump para discutir os contornos do acordo de cessar-fogo. Munir informou ao presidente que os iranianos haviam concordado com a proposta paquistanesa.

Se os iranianos aceitassem, disse Trump a Munir, os americanos também aceitariam.

Em seguida, o presidente ligou para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de Israel, para informá-lo de que os Estados Unidos entrariam em um cessar-fogo de duas semanas.

Um acordo frágil começa a se desgastar

Manifestantes pró-governo se reuniram em Teerã nesta quarta-feira, após o anúncio do cessar-fogo. Crédito… Arash Khamooshi para The New York Times

Às 18h32, Trump anunciou em sua rede, a Truth Social, que havia concordado em suspender a campanha de bombardeios no Irã por duas semanas para trabalhar em um acordo de paz. Mas nem mesmo alguns de seus assessores acreditavam que a pausa se sustentaria.

As divergências sobre o alcance do acordo surgiram quase imediatamente.

Às 19h50, o primeiro-ministro Shehbaz Sharif, do Paquistão, anunciou o cessar-fogo e disse que ele se aplicava “a todos os lugares, inclusive ao Líbano”.

Mas, na manhã de quarta-feira, o presidente disse a um repórter da PBS que via o conflito entre Israel e o Hezbollah, apoiado pelo Irã, como um “confronto separado”. Na quarta, Israel lançou seu bombardeio mais intenso ao Líbano em mais de um mês de guerra com o Hezbollah.

Trump e seus assessores, por sua vez, disseram que não divulgariam publicamente os termos que alegavam estar negociando para um fim duradouro da guerra, mas desdenharam uma proposta paralela de 10 pontos que os iranianos tornaram pública na quarta-feira.

“Ela foi literalmente jogada no lixo pelo presidente Trump e por sua equipe de negociação”, disse Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, a jornalistas.

Ainda assim, ela anunciou que o vice-presidente JD Vance, ao lado de Steve Witkoff, enviado especial do presidente, e Jared Kushner, genro de Trump, viajariam ao Paquistão para manter conversas com os iranianos. Seria o encontro de mais alto nível entre autoridades dos EUA e do Irã desde 1979.

Mas, pouco depois do anúncio de Leavitt, altas autoridades iranianas acusaram os Estados Unidos de violar o acordo.

Ghalibaf, o presidente do Parlamento, que deve participar da reunião no Paquistão, escreveu em um comunicado que a trégua e as negociações com os Estados Unidos eram “irracionais”, já que Israel estava atacando o Líbano, um drone hostil havia entrado no espaço aéreo iraniano e os EUA continuavam se opondo ao enriquecimento nuclear do Irã.

c.2026 The New York Times Company

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