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Por que o Irã não fez ataques terroristas durante a guerra? Especialista responde

por SampaNews 19 de abril de 2026
19 de abril de 2026
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Os Estados Unidos descrevem há muito tempo o Irã como “o principal Estado patrocinador do terrorismo”, chegando a designar o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) como grupo terrorista. E o regime dos aiatolás apoia e financia grupos armados o Hezbollah, o Hamas e os houthis do Iêmen. Portanto, uma pergunta importante tem sido feita até por especialistas em geopolítica: por que o Irã não retaliou os ataques ao país com ações terroristas?

Para Daniel Byman, diretor do Programa de Guerra, Ameaças Irregulares e Terrorismo do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), essa é uma questão que pode ter variadas respostas.

Ele lembra que o regime de Teerã e seus “procuradores” conduziram ou tentaram conduzir ataques em países tão diferentes quanto Argentina, Bahrein, Bósnia, Bulgária, Alemanha, Quênia, Arábia Saudita, Turquia e Estados Unidos, entre outros.

Leia também: Irã anuncia que Estreito de Ormuz está completamente aberto a navios comerciais

Esse histórico, comenta o especialista se estende por décadas e inclui tanto ataques internacionais espetaculares quanto operações mais limitadas, concebidas para sinalizar determinação sem desencadear uma guerra em grande escala.

“Dado esse histórico, seria razoável pensar que o Irã usaria o terrorismo em sua guerra de 2026 com Israel e os Estados Unidos, ambos tendo declarado a ‘mudança de regime’ como um de seus objetivos”, escreve Byman. No entanto, até agora, ao menos, o Irã não recorreu ao terrorismo, embora tenha lançado ataques com foguetes, mísseis e drones contra alvos civis e militares na região e tenha fechado o Estreito de Ormuz.

O diretor do think tank lista uma série de possíveis explicações para essa surpreendente ausência de terrorismo. Cada uma aponta para uma restrição diferente sobre a tomada de decisão iraniana, variando de limites operacionais a contenção estratégica:

1 – Incapacidade temporária

Essa é a explicação mais simples e talvez a que melhor espelhe a situação atual, diz Byman. Ou seja, o Irã não realizou ataques terroristas contra os Estados Unidos e seus aliados simplesmente porque não foi capaz de fazê-lo. Ele comenta que os ataques israelenses e norte‑americanos ao Irã, especialmente a campanha de assassinatos que matou mais de 250 importantes líderes políticos e militares iranianos, demonstraram uma notável penetração de inteligência no país.

“Embora a inteligência necessária para atingir líderes seja diferente daquela necessária para desarticular operações, é plausível que algumas das técnicas que levaram aos assassinatos também tenham revelado informações sobre operações terroristas, permitindo sua interrupção”, explica.

Ele acrescenta que é também provável que a campanha de assassinatos tenha prejudicado o comando e controle, dificultando a organização e direção de operações ao mesmo tempo em que os líderes precisavam se esconder de ataques aéreos dos EUA e de Israel. “Nesse sentido, a ausência de terrorismo pode refletir não contenção, mas incapacidade temporária — uma supressão, baseada em inteligência, das redes externas do Irã em um momento crítico.”

Leia também: BoE diz que guerra com o Irã eleva risco de choques simultâneos no sistema financeiro

2 – Temor de escalada

A segunda possibilidade aventada é que o Irã temesse uma escalada e retaliação ainda mais forte por parte dos Estados Unidos e de Israel. Isso pode parecer um medo estranho, dada a potência de fogo liberada nas Operações Epic Fury e Lion’s Roar (o equivalente israelense). Os Estados Unidos, contudo, poderiam facilmente ter infligido ainda mais danos ao Irã. Donald Trump já prometeu desencadear destruição sobre “uma civilização inteira” e atacar usinas elétricas e pontes, e os Estados Unidos também estavam enviando forças terrestres para a região do Golfo.

“O terrorismo, particularmente contra o território continental dos EUA ou alvos civis de alto perfil, corria o risco de transformar uma guerra limitada em um conflito muito mais amplo e existencial para o regime iraniano”, argumenta Byman.

3 – Perda de apoio internacional

A terceira possibilidade comentada é o risco de reação internacional adversa para o Irã. A guerra contra o Irã não tem grande apoio popular nos Estados Unidos, mas um ataque terrorista poderia aumentar sua aprovação, criando uma motivação (“casus belli”) antes fraca ou inexistente.

O conflito é ainda menos popular na Europa e na Ásia, mas o especialista alerta que ataques terroristas no continente europeu poderiam aumentar a hostilidade em relação ao Irã e, assim, elevar o número de apoiadores dos ataques norte‑americanos e israelenses. “Em vez de dividir os adversários do Irã, o terrorismo poderia uni-los — fortalecendo a vontade política, legitimando a escalada e minando os esforços de Teerã de se apresentar como vítima de agressão.”

4 – Espera por oportunidade

A quarta possibilidade é considerada por Byman como a mais sombria: os ataques terroristas já estariam em preparação. “A vingança, como sorvete, é melhor servida fria. O Irã esperou mais de um ano para começar a tramar o assassinato do ex‑assessor de Segurança Nacional John Bolton, por causa de seu papel na morte, pelos EUA, do líder da Força Quds do IRGC, Qasem Soleimani”, lembra o diretor do think tank.

Essa violência norte‑americana empalidece se comparada à escala das mortes em 2026, incluindo o assassinato do líder supremo do Irã, do chefe de inteligência, do comandante do IRGC e de muitos outros. “O Irã pode simplesmente estar esperando a oportunidade certa para se vingar, talvez aguardando até que o conflito esteja completamente encerrado e o risco de escalada seja menor.”

Leia também: Irã usou satélite espião chinês para mirar bases dos EUA, diz jornal

5 – Pouca vantagem estratégica

Uma quinta possibilidade é que os líderes iranianos acreditem não precisar recorrer ao terrorismo porque sua resposta atual já obteve êxito. Ataques com drones, mísseis, interrupções no transporte marítimo e guerra por procuração já permitiram a Teerã impor custos e criar um fator de dissuasão eficaz contra a retomada da guerra. “Nesse contexto, o terrorismo pode ter se mostrado redundante — oferecendo pouca vantagem adicional, ao mesmo tempo em que implicaria riscos desproporcionais.”

Em conjunto, essas explicações sugerem que a contenção do Irã é contingente, não permanente, diz Byman. “Seja por limitações de capacidade, cautela estratégica ou questões de timing, a lógica subjacente que há muito tempo impulsiona o uso do terrorismo pelo Irã pode estar simplesmente adormecida — por enquanto.”

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