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Review: LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas diverte ao misturar filmes clássicos e uma jogabilidade que agrada

por SampaNews 18 de maio de 2026
18 de maio de 2026
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LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas é o novo game da franquia de blocos de montar. O jogo, como o nome sugere, visa explorar toda a trajetória do homem-morcego, desde os seus treinamentos com Ra’s al Ghul para se tornar uma espécie de ninja, até o seu reconhecimento como o guardião da violenta cidade de Gotham. 

Para isso, o game usa os filmes do personagem, para criar uma história repleta de referências e, claro, uma boa dose de humor que é característico da franquia LEGO. Além disso, os jogadores terão pela frente um mapa aberto que poderá ser explorado além das missões principais. Mas será que isso tudo deu certo? Confira o review completo do jogo!

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História traz uma mistureba que agrada e diverte

Já começo dizendo que, por incrível que pareça, o enredo de LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas é de longe o ponto alto do game. O motivo é a genialidade de pegar o melhor de todos os longas do Batman, até mesmo aqueles que para muitos deveriam ser esquecíveis, extrair a parte boa de cada um deles, e criar um enredo único que diverte, e ao mesmo tempo flerta com o que poderia ser um belo resumo da trajetória do homem-morcego nos cinemas.

A história do game gira em torno de Batman, desde pequeno, até a sua “consolidação” como o grande protetor de Gotham. E para isso, a todo momento o jogo utiliza os respectivos filmes para servirem como uma colcha de retalhos para o enredo principal e o melhor de tudo, sem a necessidade de seguir qualquer ordem, seja ela de saga, ator, diretor, etc.

Por exemplo, logo na fase inicial, você precisa fazer todo o treinamento de Ra’s al Ghul do filme Batman Begins. Em seguida, já no mundo aberto de Gotham, você começa a sua jornada como super herói, bebendo da fonte do enredo do último longa do herói: Batman (2022), que foi estrelado por Robert Pattinson.

Se não bastasse, a história de vilões e outros personagens também bebe dessa mistura. Pinguim começa como um mero capanga de Carmine Falcone, até se tornar o vilão de Batman: O Retorno. Já o Coringa, começa como Capuz Vermelho, e logo depois do famoso acidente, em que cai em um tonel de ácido, se torna o vilão de Batman (1989), interpretado por Jack Nicholson.

Já Batman e os personagens que também podem ser controlados, como Mulher Gato, Comissário Gordon e Robin, ganham uma espécie de evolução ao longo da aventura. O protagonista, por exemplo, muda de traje de acordo com o filme no qual a história faz referência naquele momento. Já os coadjuvantes mudam até mesmo de personalidade, como Celina, que começa como uma vilã vingativa e apaixonada por gatos, como a da personagem da atriz Michelle Pfeiffer, e aos poucos vai ficando mais focada em suas habilidades como ladra.

Além de tudo isso ser carregado com o humor característico da série, que consegue tirar boas risadas ao longo das muitas e muitas horas de jogatina, também é legal ver o cuidado com que este mesmo enredo teve em alguns pontos mais sensíveis, justamente por se tratar de um jogo para todas as idades.

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Robin, por exemplo, não teve os pais assassinados. O personagem foi apenas fazer uma espécie de “estágio” com Batman. Aliás, a própria história do homem-morcego não é direta ao falar o que aconteceu com os seus pais. A famosa cena do assalto, que no enredo original culmina na morte dos Wayne, é mais focada em quem foi responsável, com um corte brusco já em Bruce no seu caminho para se tornar o herói.

A sensação é de que todos os filmes do personagem passaram por uma espécie de censura, para que fossem exibidos também para as crianças. Os fãs mais fiéis do personagem podem não gostar, mas é preciso entender o contexto, já que se trata de um jogo da franquia LEGO e não algo solo do homem morcego. E no fim das contas ficou muito mais engraçado ver o desenrolar de tudo isso de uma maneira mais light. 

Jogabilidade acessível e furtividade obsoleta

Aproveitando o gancho, é preciso dizer que a jogabilidade também mescla muito bem elementos de um game voltado para todas as idades, sem deixar com que ele fique “bobo” demais. Em outras palavras, você dificilmente ficará preso em algum puzzle, chefe, ou missão, mas ao mesmo tempo há alguns elementos que não tornam tudo fácil demais.

O combate continua praticamente o mesmo para os acostumados com jogos da franquia. Entretanto, há uma pitada de Batman Arkham ali. Principalmente nos botões que precisam ser acionados para evitar ataques, e nas cenas de finalização, que pode ser uma viagem minha, mas achei uma baita homenagem aos jogos da outra franquia da Warner.

A diferença é que LEGO Batman conta com diversos personagens que podem ser controlados instantaneamente, bastando apenas apertar o direcional para cima. E embora nada mude em relação aos seus movimentos de bater em seus oponentes, eles podem usar itens para ajudar no combate, como ganchos para desorientar inimigos, ou até bugigangas para prendê-los por um tempo.

E sobre habilidades especiais, a todo momento é preciso trocar de personagem para seguir na história principal. Seja com a bomba plástica de Batman, a pistola de espuma do comissário Gordon, até a parafernália tecnológica de Batgirl, é impossível se apegar a um só herói em toda a campanha, o que é uma boa notícia, já que cada um deles possui uma personalidade própria.

Mas como nem tudo são flores, há um elemento que não funciona em LEGO Batman: a furtividade. Também bebendo da fonte da franquia Arkham, o game traz uma mecânica de agir de forma sorrateira, muito idêntica a da outra franquia, principalmente em relação ao uso de plataformas acima dos inimigos e utensílios para distraí-los. Porém, na prática ela acaba ficando obsoleta.

O principal motivo é justamente a dificuldade do jogo. Ainda fazendo uma comparação entre sagas, nos jogos de Batman Arkham a furtividade era um recurso vital para não sofrer grandes danos, ou até mesmo não morrer. Isso sem falar nas missões que só podiam ser completadas de forma sorrateira, caso contrário ela seria encerrada e você teria que começar tudo de novo.

Em LEGO Batman, não há missões que obriguem você a agir desta forma. Além disso, na grande maioria das vezes, agir de forma sorrateira faz você perder mais tempo do que ficando à vista de todos os inimigos e resolvendo tudo na pancadaria. Sendo assim, tirando as missões iniciais, justamente as que explicam como funciona essa mecânica, dificilmente você vai perder tempo tentando eliminar inimigo por inimigo sem que notem a sua presença.

Um mundo aberto que agrada, mas poderia ser melhor

Já sobre a proposta de trazer um jogo de mundo aberto, há coisas boas e ruins para serem destacadas. Começando com o que funciona, assim como em outros jogos da franquia, toda Gotham à disposição do jogador é um convite para ser explorada. O que não faltam são elementos como atividades secundárias, itens secretos, baús e outros atrativos, para dar uma escapada entre as missões principais. Essas por sua vez também merecem destaque pelo ritmo imposto, já que uma história sempre termina com uma ponta para começar outra, instigando o jogador a ter um maior foco no enredo.

Em contrapartida, o título deixa de lado elementos básicos de jogos de mundo aberto. O principal deles é a ausência de um pequeno mapa na tela, para que assim você possa se guiar por ruas e estradas, ou até mesmo observar se há algo interessante perto de você, ao invés de um monte de ícones flutuantes na tela.

Já outro problema envolve a forma com que você se locomove por Gotham. Embora eu tivesse praticamente todos os batmóveis usados por Batman em seus filmes, ainda sim as ruas não eram nada convidativas para eles. Nem mesmo a moto de Robin, que por mais divertido que fosse guiá-la, ainda sim também mais me atrasava do que trazia agilidade. 

Isso porque, além da ausência de um mapa menor na tela, você perde muito tempo com as ruas confusas demais. Elas se misturam com becos e outras áreas, onde é preciso gastar um tempo até encontrar novamente a rota principal. O jeito é usar outros recursos, como as asas dos personagens, que na minha opinião é de longe a melhor forma de vagar pela cidade, ou até mesmo fazer tudo a pé.

Por fim, vale ressaltar também a presença de alguns bugs que chegaram a prejudicar meu progresso no jogo. Em um deles, o personagem do Comissário Gordon não conseguia falar com uma policial para concluir a missão, porque simplesmente sumiu a opção de apertar o botão para isso. Precisei reiniciar toda a missão para enfim no final conseguir fazer o diálogo.

Além disso, meu personagem ficou preso entre peças de montar e, mesmo trocando para outro, ele não saia da posição, o que também só foi resolvido reiniciando a missão. Espero que até o seu lançamento oficial estes e outros problemas sejam corrigidos, já que não se tratam de simples falhas, mas de algo que pode até mesmo prejudicar a experiência de outros jogadores.

Ambientação imersiva e visual que agrada bastante

É complicado dizer que o visual de LEGO Batman é realista, mas acredite, ele é! Obviamente você não vai encontrar personagens com feições iguais a dos seus respectivos atores ou algo assim, mas pelo menos são idênticos aos bonecos de LEGO da sua coleção, o que dá vontade de arrancá-los da tela e colocar na estante da sua casa.

Ou seja, para o que o jogo se propõe, podemos dizer que o seu visual agrada bastante. O título escolheu trazer uma ambientação sombria, onde Gotham nunca vê a luz do sol, além de ser sempre escura e em meio a chuva. Mesmo assim, o sistema de sombra e luz, e outros elementos visuais, criaram uma cidade digna de ser palco para as histórias de Batman, já que 90% delas se passam exatamente sob esse aspecto. Já os personagens reproduzem muito bem, em versões LEGO, seus respectivos heróis e vilões originais, com aquela pitada de elementos caricatos que é uma marca registrada da franquia. 

Porém, o que brilha mesmo é a sua ambientação, mais precisamente os seus cenários. Vou citar um momento bem marcante, que foi a icônica cena dos balões de Batman (1989), onde Coringa faz um desfile e leva infláveis carregados de um gás tóxico. No longa, o homem-morcego usa sua Batnave para cortar os fios e soltar os balões. Já no game, é preciso você mesmo agir por conta própria, com a ajuda da Mulher Gato. 

Mesmo sendo bem descaracterizada, a cena trouxe uma sensação nostálgica inexplicável, principalmente por ser atenta a cada um dos detalhes, desde os carros onde o vilão joga dinheiro para o público, como dos próprios desenhos em cada balão. Isso se repete por dezenas de cenas e fases, o que acaba sendo um prato cheio para os fãs mais antigos do personagem.

Esse mesmo capricho é visto em praticamente todo o jogo, exceto nas ruas de Gotham citadas anteriormente. Há um nível absurdo de detalhismo em casa parte das fases, seja para esconder itens secretos, ou até mesmo para debochar de alguma coisa. Com isso, a exploração se torna ainda mais agradável, já que além de vasculhar cada parte do cenário em busca de colecionáveis, você é incentivado a conferir todo o cuidado na construção dos mesmos.

Para completar, vale destacar o trabalho de dublagem do jogo, que utiliza em muitos personagens a mesma voz dos dubladores originais dos filmes no cinema. Além de ajudar na imersão do game é muito divertido conferir “o retorno” de vozes tão marcantes da infância, em um título repleto de elementos nostálgicos.

Vale a pena?

LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas é um game obrigatório para os fãs do herói da DC, e para quem busca um jogo para se divertir com a família e amigos no mesmo console. A ideia de usar os filmes clássicos do personagem, sem a obrigatoriedade de seguir exatamente seus respectivos enredos, ou até mesmo ordem em que foram lançados, cria uma história única e riquíssima de referências ao seu universo, que cai como uma luva para a proposta do jogo. 

A sua jogabilidade agrada ao mesclar o controle de diferentes personagens, cada um com habilidades distintas, mesmo com a presença de uma mecânica de furtividade obsoleta. Porém, o mundo aberto poderia ser melhor aproveitado, seja com um simples mapa de orientação, ou com ruas menos confusas. 

NOTA FINAL: 89

Pontos positivos (Prós):

  • Enredo mistura de forma incrível os filme do Batman
  • Variedade de habilidades permite criar várias formas de completar as missões
  • A ambientação te leva para dentro dos longas de uma forma impressionante
  • Visual realista para o que se propõe
  • Dublagem em português é um show à parte

Pontos negativos (Contras):

  • Mundo aberto poderia ser mais acessível e ter um mapa na tela principal
  • Por ser um jogo para todas as idades, ele acaba sendo fácil demais
  • Mecânica de furtividade nada atrativa
  • Bugs que até atrapalharam a conclusão de algumas missões

 

E quais as suas expectativas para LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas? Conte aqui nos comentários!

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