Policiais militares de Serra Negra ajudaram uma gestante em trabalho de parto na manhã desta sexta-feira (5), no bairro Ramalhada, zona rural do município.
Os policiais Cabo dos Santos e Soldado Samuel foram acionados para atender a ocorrência no Sítio São Benedito. Ao chegarem ao local, encontraram Jaqueline em trabalho de parto avançado, com contrações intensas e sinais de que o nascimento aconteceria a qualquer momento.
Diante da situação, os agentes iniciaram os primeiros atendimentos e prestaram todo o suporte necessário à mãe.
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Maria Alice nasceu com apoio dos policiais
Com a ajuda da equipe policial, a pequena Maria Alice veio ao mundo ainda no sítio. Durante toda a ocorrência, os policiais mantiveram contato com o Hospital Santa Rosa de Lima para que a unidade estivesse preparada para receber mãe e filha.
Após o nascimento, a bebê foi acolhida, aquecida e teve os sinais vitais avaliados, apresentando um quadro estável.
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Bombeiros deram continuidade ao atendimento
Pouco depois, uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou ao local e assumiu a ocorrência. Os profissionais realizaram o clampeamento e o corte do cordão umbilical, além dos demais procedimentos necessários.
Na sequência, mãe e filha foram encaminhadas ao Hospital Santa Rosa de Lima, onde passaram por avaliação médica e receberam os cuidados adequados.
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Vereador Vini Oliveira é alvo de operação do MP e da Polícia Civil

A Polícia Civil de Campinas e o MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo) realizam, na manhã desta quarta-feira (3), uma operação que tem como principal alvo o vereador Vini Oliveira (Cidadania).
De acordo com a Polícia Civil, o Ministério Público recebeu denúncias após a divulgação de imagens de câmeras de segurança que mostram o vereador em uma reunião reservada em uma empresa de transporte.
Segundo a investigação, nas imagens Vini aparece acompanhado de um suposto integrante de sua equipe. Durante o encontro, envelopes com conteúdo não esclarecido são colocados em uma caixa preta, que posteriormente é entregue ao acompanhante do parlamentar.
Ainda de acordo com os investigadores, o registro teria sido feito menos de um mês após o leilão da concessão do transporte público municipal de Campinas.
Investigação da polícia
De acordo com informações apuradas pela EPTV, sete pessoas são investigadas:
- o vereador Vini Oliveira;
- assessores de Vini;
- o dono de uma empresa de transporte;
- filhos do dono da empresa de transporte.
Ao todo, estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, sendo 10 em Campinas e um em Paulínia, em endereços ligados ao parlamentar. Entre os locais alvos estão residências, escritórios, o gabinete do vereador e empresas envolvidas na investigação.
A ação é conduzida em conjunto com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e o Neccold (Núcleo Especializado de Combate à Criminalidade Organizada e à Lavagem de Dinheiro).
A assessoria de Vini Oliveira informou que, por enquanto, não vai se manifestar sobre a operação.
Câmara abriu Comissão Processante
A operação ocorre dois dias após a Câmara Municipal de Campinas aprovar a abertura de uma Comissão Processante para investigar uma suposta prática de improbidade administrativa por parte do Vini Oliveira.
Na sessão realizada na segunda-feira (1º), o pedido foi aceito por unanimidade pelos 29 vereadores presentes.
Para compor a comissão foram sorteados os vereadores Otto Alejandro (PL), que será o relator, Paulo Haddad (PSD), escolhido presidente, e Dr. Yanko (PP).
Dependendo do resultado das apurações, Vini Oliveira poderá ter o mandato cassado.
O vereador não participou da sessão. Em publicação nas redes sociais, sua equipe informou que ele estava ausente por motivos de saúde.
A assessoria também afirmou que considera a abertura da Comissão Processante uma oportunidade para que o parlamentar possa apresentar sua defesa de forma justa, com provas e documentos.

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Como funciona a Comissão Processante

Conforme a legislação, o presidente da comissão deverá notificar o denunciado para apresentar defesa prévia por escrito no prazo de 10 dias.
Após esse período, a CP terá mais cinco dias para emitir parecer recomendando o prosseguimento ou o arquivamento da denúncia.
Caso o parecer seja favorável à continuidade da investigação, a comissão dará início à fase de instrução, com realização de diligências, audiências, depoimento do denunciado e oitiva de testemunhas.
Se a comissão entender pelo arquivamento, a decisão ainda precisará ser submetida ao plenário da Câmara, que definirá se a apuração será encerrada ou continuará.
A Comissão Processante terá prazo inicial de 90 dias para concluir os trabalhos e apresentar um relatório final, podendo recomendar o arquivamento do caso ou a cassação do mandato do vereador.
Em caso de pedido de cassação, a medida somente poderá ser aprovada com o voto favorável de dois terços dos 33 vereadores da Câmara Municipal de Campinas.

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