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A Ilha de Kharg é um alvo tentador para Trump — mas com riscos altos

por SampaNews 18 de março de 2026
18 de março de 2026
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WASHINGTON — Em 1988, Donald Trump disse em uma entrevista que, se o Irã atacasse forças dos Estados Unidos, “eu faria um estrago na Ilha de Kharg. Eu iria lá e tomaria aquilo”.

Quase 40 anos depois, o futuro do principal terminal de exportação de petróleo do Irã — uma ilha que Trump agora chama de “joia da coroa” do país — vira peça central na guerra travada por EUA e Israel contra Teerã.

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“Basta uma palavra, e os dutos somem”, afirmou o presidente na Casa Branca, nesta segunda-feira (16), ao renovar a ameaça de atacar a infraestrutura de petróleo em Kharg depois de o Exército americano bombardear alvos militares na ilha na semana passada. “Vai levar muito tempo para reconstruir isso.”

Pequena e localizada no norte do Golfo Pérsico, Kharg é um alvo atraente para um presidente que há anos defende que os EUA deveriam mirar ativos de petróleo quando entram em guerra.

Um ataque direto ou uma tentativa de tomar o controle da ilha poderia reduzir drasticamente a capacidade do Irã de ganhar dinheiro com seus recursos naturais. Mas, ao tirar o petróleo iraniano do mercado global — ou provocar ataques de retaliação ainda mais pesados contra infraestrutura em outros países da região —, Trump corre o risco de empurrar os preços de energia para patamares ainda mais altos, com o pacote de problemas econômicos e políticos que isso costuma trazer.

Clayton Seigle, especialista em energia do Center for Strategic and International Studies (CSIS), em Washington, avalia que o Irã tem evitado atacar “os maiores alvos de petróleo e gás, que seriam os mais devastadores para a economia global”, mantendo espaço para escalar o conflito caso sua própria infraestrutura seja atingida.

Além disso, como Kharg fica a cerca de 640 km do Estreito de Ormuz, mesmo que os EUA tomassem a ilha, o Irã continuaria com seu principal instrumento de pressão sobre o Ocidente: a capacidade de estrangular o fluxo de petróleo e gás que sai do Golfo Pérsico.

“O Irã já tem a energia do mundo todo na mão”, disse Seigle. “Se tomarmos Kharg hoje, o que impede os iranianos de atacar navios, atingir infraestrutura crítica e, assim, preservar o controle sobre as exportações de energia da região?”

Na sexta-feira, Trump escreveu nas redes sociais que ataques aéreos dos EUA haviam “totalmente obliterado” alvos militares na ilha. Segundo ele, os Estados Unidos poderiam atingir a infraestrutura de petróleo de Kharg se o Irã fizer “qualquer coisa para interferir na passagem livre e segura de navios pelo Estreito de Ormuz”. Na segunda-feira, voltou a dizer que o país conseguiria destruir as instalações de energia da ilha “com cinco minutos de antecedência”.

Ao mesmo tempo, o envio de cerca de 2.500 fuzileiros navais, vindos de bases no Japão, para o Oriente Médio alimentou especulações de que Trump poderia se sentir tentado a tomar a ilha. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, escreveu que o presidente “tem sido notavelmente consistente a vida inteira em relação ao Irã” e resgatou a frase antiga em que ele dizia que “tomaria” Kharg caso forças americanas fossem atacadas.

Tomar a ilha, no entanto, teria riscos significativos, aponta Richard Goldberg, conselheiro sênior da Foundation for Defense of Democracies, think tank em Washington conhecido pela posição dura em relação ao regime iraniano.

Segundo ele, uma operação desse tipo só faria sentido se o risco para tropas americanas na ilha — por ataques de drones ou mísseis — fosse considerado aceitável e se os EUA tivessem algum grau de controle sobre o petróleo que chega a Kharg por oleodutos.

Caso contrário, diz Goldberg, ataques cirúrgicos à infraestrutura de petróleo da ilha — ou até à usina de energia que a abastece — poderiam ser usados para enfraquecer ainda mais o regime iraniano e aumentar as chances de um levante popular. Ele argumenta que o Irã talvez não tenha capacidade para retaliar de forma muito mais agressiva contra ativos petrolíferos de países aliados dos EUA no Golfo.

“Se o ponto final da operação Fúria Épica for o regime ainda de pé”, afirma, citando o nome da ofensiva americana, “talvez faça sentido pensar em um ‘ato final’ que dificulte o acesso deles à receita do petróleo”.

Cortar a capacidade de exportação via Kharg, porém, significaria tirar um volume relevante de petróleo do mercado global, possivelmente por um período prolongado — cenário que tenderia a pressionar ainda mais os preços. O barril já vem sendo negociado acima de US$ 100, ante menos de US$ 73 antes do início da guerra. Antes do conflito, cerca de 90% das exportações de petróleo bruto do Irã passavam pela ilha.

O Irã é um dos poucos países que seguem enviando navios-tanque pelo Estreito de Ormuz desde o início da guerra, o que mostra que parte do óleo iraniano ainda chega ao mercado. Desde 1º de março, ao menos 14 embarcações carregadas com petróleo ou outros produtos energéticos deixaram o país e cruzaram o estreito — a estreita ligação entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã —, segundo a consultoria Lloyd’s List Intelligence.

Sinais recentes indicam que Kharg continua operando como terminal de exportação, mesmo após os bombardeios da semana passada. Imagens de satélite mostram três navios-tanque atracados nos berços de carregamento da ilha na terça-feira.

Para analistas, porém, é o fechamento do Estreito de Ormuz, e não o controle de Kharg, que explica a força de barganha do Irã no mercado global de energia. O estreito normalmente responde por cerca de um quinto do petróleo mundial e por volumes relevantes de gás natural. Como é uma passagem estreita, o Irã consegue assediar navios com lanchas rápidas e disparos a partir da própria costa.

James M. Acton, codiretor do programa de política nuclear do Carnegie Endowment for International Peace, em Washington, avalia que o controle do estreito se tornou um ponto de pressão tão poderoso que o regime dificilmente recuaria, mesmo diante da ameaça de Trump de bombardear o terminal de Kharg.

“Manter o estreito fechado é mais valioso para eles do que as instalações petrolíferas em Kharg”, disse Acton.

c.2026 The New York Times Company

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