
Os Estados Unidos começaram a voar bombardeiros B-52 sobre o território iraniano pela primeira vez desde o início da guerra, afirmou nesta terça-feira (31) o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine.
Os B-52 são vistos como alvos mais vulneráveis a sistemas de defesa antiaérea do que caças ágeis ou aeronaves furtivas ao radar. Por isso, a decisão de usar esses bombardeiros em voos sobre o Irã é interpretada como um sinal de confiança do comando militar dos EUA de que a capacidade iraniana de derrubar essas aeronaves foi, em grande parte, neutralizada.
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De acordo com o comunicado divulgado pela imprensa iraniana, o local teria sido identificado previamente por serviços de inteligência iranianos
A mudança de postura indica, segundo o próprio general, que as defesas antiaéreas do Irã foram “significativamente degradadas” após semanas de ataques.
Apesar disso, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, reconheceu que Teerã ainda mantém capacidade de retaliação, mesmo após cerca de um mês de bombardeios conduzidos em conjunto por Estados Unidos e Israel.
“Eles vão lançar alguns mísseis; nós vamos derrubá-los”, disse Hegseth, em coletiva no Pentágono ao lado de Caine.
De acordo com o general Caine, a estratégia americana neste momento está concentrada em atacar cadeias de suprimento que alimentam a produção de mísseis, drones e navios militares pelo Irã.
O objetivo é dificultar a reposição dos estoques destruídos por milhares de incursões aéreas dos EUA desde o início da ofensiva.
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