Um homem de 48 anos foi preso em flagrante, durante uma operação contra furto de gado, por receptação na noite de sexta-feira (11), na zona rural de Itapira. A ação conjunta da Polícia Civil de Espírito Santo do Pinhal e Aguaí começou após o furto de três bovinos em Espírito Santo do Pinhal e seguia como investigação sobre crimes contra o patrimônio na região.
Segundo a Polícia Civil, as buscas começaram na quinta-feira (10) e levaram os policiais até uma propriedade rural em Itapira. No local, foi encontrada uma caminhonete Nissan Frontier escondida entre duas construções. Após verificação, constatou-se que as placas pertenciam a outro veículo de Jaboticabal, que estava em uma oficina mecânica, confirmando que se tratava de um veículo “dublê”.
Gado foi recolhido
Durante a operação na propriedade, a caminhonete foi apreendida, além de oito animais bovinos encontrados no imóvel. Os animais foram recolhidos para verificação e confronto com registros de furtos da região.
O suspeito, que já tem histórico de envolvimento em crimes patrimoniais e é investigado por possível participação em furtos de gado, foi levado à delegacia, onde a prisão em flagrante foi ratificada. A Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em preventiva e as investigações prosseguem para identificar a origem do veículo e apurar a procedência dos animais.
*Com informações da EPTV Campinas
Operação apreende 664 kg de drogas escondidos em carga de adubo
Uma operação da Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) apreendeu, nesta sexta-feira (11),uma carga de aproximadamente 664 quilos de drogas, escondida dentro de uma carga de adubo em um caminhão semirreboque. O motorista do veículo estava a caminho de Paraibuna quando foi interceptado.
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Entenda a operação
Segundo a Polícia Civil, a equipe da Dise chegou até o caminhão após receber uma denúncia sobre um veículo que estava na Rodovia Anhanguera, na região de Americana. Por volta das 23h, agentes encontraram o caminhão em um posto de combustível em Limeira, onde o motorista foi abordado.
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Ao ser questionado sobre a carga de drogas, o homem disse que vinha de Campo Grande (MS) e estava a caminho de Paraibuna. O motorista ainda afirmou que não sabia se havia algum material irregular sendo transportado no caminhão.
Porém, em meio à carga de adubo, a Polícia Civil encontrou diversos fardos e tijolos de entorpecentes. Entre os materiais encontrados estavam maconha prensada, skunk e “colômbia”, uma cepa de maconha in natura. Ao todo, foram apreendidos 43 fardos e 136 tijolos, totalizando aproximadamente 664 quilogramas de drogas.
Após a operação, o motorista do caminhão foi preso em flagrante e encaminhado à Cadeia Pública de Limeira.
*Com informações da EPTV Campinas
Novo golpe altera QR Code do Pix em compras online; veja como se proteger
O Procon-SP emitiu um alerta aos consumidores sobre um novo golpe que altera o QR Code do Pix apresentado durante o pagamento de compras pela internet. Com a adulteração, o consumidor pode acreditar que está pagando a loja, enquanto o dinheiro é transferido para uma conta diferente.
A fraude também pode ocorrer com o código utilizado na opção Pix “copia e cola”.

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Segundo o órgão de defesa do consumidor, o principal cuidado é não verificar somente o valor antes de autorizar a transferência. É necessário conferir, no aplicativo do banco, o nome e o CNPJ de quem aparece como destinatário do dinheiro.
Os dados devem corresponder à loja em que a compra está sendo realizada. Quando a transação utiliza uma instituição responsável pelo processamento do pagamento, as informações precisam estar de acordo com a empresa indicada durante a compra.
Caso apareça um destinatário desconhecido ou sem relação com a loja ou a instituição responsável pelo pagamento, a recomendação é não concluir o Pix.
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Como identificar o golpe?
A fraude pode ser difícil de perceber porque o QR Code adulterado aparece durante o processo normal de uma compra online.
O consumidor seleciona os produtos e chega à página de pagamento, onde encontra as opções para escanear o QR Code ou copiar o código do Pix. A adulteração faz com que esses dados direcionem a transferência para outra conta.
Por isso, mesmo que o código esteja dentro do site utilizado para a compra, o Procon-SP orienta o consumidor a conferir as informações apresentadas pelo banco antes de autorizar a operação.
Entre os dados que devem ser observados estão:
- nome do destinatário;
- CNPJ;
- valor da transferência;
- relação do recebedor com a loja ou com a instituição que processa o pagamento.
Qualquer divergência deve ser considerada um sinal de alerta.
Caiu no golpe? Procure o banco imediatamente
O Procon-SP também destaca a utilização do Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta criada pelo Banco Central para situações envolvendo suspeitas de fraude em transferências via Pix.
Segundo o órgão, os prazos relacionados ao mecanismo foram ampliados, passando de 30 para até 80 dias após a transação.
O prazo maior, no entanto, não deve ser entendido como motivo para adiar a comunicação da fraude. Quem identificar que transferiu dinheiro para uma conta suspeita deve entrar em contato com a instituição financeira o mais rápido possível e solicitar a contestação.
A prevenção, segundo o Procon-SP, começa antes mesmo de o pagamento ser autorizado: a recomendação é sempre conferir quem receberá o dinheiro diretamente no aplicativo do banco.
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