O motorista de um carro elétrico perdeu o controle do veículo e capotou após uma batida com outro veículo no início da tarde desta quinta-feira (14), em Campinas.
Segundo a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 12h56, na Avenida Transamazônica, na altura do número 175, próximo à Avenida John Boyd Dunlop.
De acordo com a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), o acidente envolveu dois carros e terminou com o tombamento do veículo elétrico.
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Motorista tinha sinais de embriaguez
Segundo a Guarda Municipal, o motorista do carro elétrico apresentava sinais de embriaguez e teria provocado o acidente.
O condutor do carro elétrico, um homem de 58 anos, sofreu escoriações, foi socorrido pelo resgate e encaminhado para a UPA São José.
Já a motorista do outro veículo não ficou ferida e recusou atendimento médico no local.
Ainda segundo a Emdec, o motorista do carro elétrico recusou realizar o teste do bafômetro. Ele foi autuado pela recusa e o veículo acabou removido ao pátio.
A ocorrência será apresentada na 2ª Delegacia Seccional de Campinas.
Londres; veículo foi removido ao pátio (Foto: Márcio de Campos/EPTV)
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John Boyd Dunlop: com histórico de mortes, avenida registra queda de acidentes fatais em Campinas
A Avenida John Boyd Dunlop, historicamente conhecida pelo alto número de acidentes fatais em Campinas, registrou queda de 69% no número de mortes no trânsito nos últimos cinco anos, segundo dados divulgados pela Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas).
Os números foram apresentados durante o lançamento do Movimento Maio Amarelo 2026. Em 2021, a avenida contabilizou 13 mortes. Em 2025, foram quatro óbitos.
Na comparação entre 2024 e 2025, a redução foi de 43%. As mortes passaram de sete para quatro casos na via. Os dados já utilizam a nova metodologia adotada pela Emdec, que considera o período de até 30 dias de sobrevida após o acidente.
Apesar da queda, a John Boyd Dunlop ainda concentra o maior número de mortes no trânsito urbano de Campinas. Em 2025, a avenida respondeu por 5,4% dos 74 óbitos registrados nas vias da cidade.
Segundo a Emdec, até março de 2026 nenhuma morte havia sido registrada na JBD.
A avenida é a mais extensa de Campinas, com cerca de 12,4 quilômetros em cada sentido e circulação diária de aproximadamente 62 mil veículos.
De acordo com o coordenador da Central de Monitoramento e Supervisão de Radares da Emdec, Nilvando Rezende, fatores como extensão da via, grande número de cruzamentos e aumento do fluxo após a implantação dos corredores BRT ajudam a explicar o histórico de acidentes.
Ele também destaca que imprudências continuam frequentes na região, como excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho, uso irregular do corredor exclusivo de ônibus e até ocultação de placas.
Segundo a Emdec, a redução das mortes está ligada a uma série de ações implantadas na avenida nos últimos anos. Entre elas estão:
- reforço da fiscalização eletrônica, com 26 equipamentos instalados;
- remanejamento de radares para pontos críticos;
- operações integradas de fiscalização e combate à alcoolemia;
- ações educativas com motoristas e pedestres;
- sincronização semafórica com “onda verde”;
- obras de geometria viária e ampliação de áreas para pedestres.
Mesmo com a redução de mortes, a John Boyd Dunlop segue liderando o ranking de condutas de risco em Campinas.
Entre janeiro e abril de 2026, foram registradas 51.610 autuações na avenida, o equivalente a 17,4% de todas as multas aplicadas na cidade no período.
Em 2025, a via também liderou o ranking, concentrando mais de 132 mil infrações.

*Com informações da EPTV Campinas
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