A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou nesta quinta-feira (16) um novo alerta de risco para dengue. Ao todo, 27 bairros foram classificados com alto potencial de transmissão da doença e passarão a receber ações intensificadas de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Segundo o boletim, até a última terça-feira (14), Campinas já havia registrado 3.415 casos de dengue neste ano.
Quais bairros estão sob alerta?
Os bairros incluídos no novo alerta estão distribuídos pelas seis regiões do município.
Região Leste
- Jardim Novo Flamboyant
- Jardim Nova Esperança
- Jardim Boa Esperança
- Vila Brandina
- Chácara da Barra
Região Noroeste
- Cidade Satélite Íris I
- Jardim São Judas Tadeu
- Residencial São Luiz
- Jardim Campina Grande
Região Norte
- Parque Beatriz
- Jardim Miranda
- Vila Dutra
- Jardim Aurélia
Região Sudoeste
- Jardim Santa Lúcia
- Jardim Yeda
- Vila Palácios
- Parque Residencial Vila União
Região Sul
- Jardim Monte Cristo
- Jardim Marisa
- Jardim São Domingos
- Vila Palmeiras I
- Vila Palmeiras II
Região Sudeste
- Vila Ipê
- Jardim das Oliveiras
- Jardim Amazonas
- Parque Jambeiro
- Parque Industrial
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O que muda com o novo alerta?
De acordo com a Secretaria de Saúde, o alerta tem como objetivo ampliar as medidas preventivas e reforçar a conscientização da população sobre a eliminação dos criadouros do mosquito.
As regiões incluídas na lista passarão a receber ações intensificadas das equipes de combate às arboviroses, com foco na eliminação de criadouros, vistorias e orientação aos moradores.
A pasta ressalta que as recomendações valem para toda a cidade, inclusive para bairros que já integraram alertas anteriores e não aparecem na relação atual. O cuidado também deve ser redobrado nas regiões vizinhas aos bairros classificados com maior risco.
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Como os bairros são definidos?
Segundo a Saúde, a escolha das áreas prioritárias considera critérios epidemiológicos e operacionais, entre eles:
- Número de casos registrados;
- Indícios de novas transmissões;
- Necessidade de reforço das ações dos agentes de saúde;
- Existência de imóveis sem acesso para vistoria.

Mais de 820 mil imóveis já foram vistoriados
Entre o início do ano e o dia 30 de junho, as equipes da Secretaria de Saúde realizaram 820.643 vistorias em imóveis para controle de criadouros e ações educativas. No mesmo período, também foram feitas 53.382 nebulizações costais.
Apesar das ações permanentes de bloqueio e controle, a pasta reforça que a participação da população é indispensável para conter a proliferação do mosquito.
Como evitar criadouros do mosquito?
A Secretaria de Saúde orienta que os moradores adotem medidas simples para impedir a reprodução do Aedes aegypti, como:
- Limpar calhas e ralos regularmente;
- Manter caixas-d’água sempre fechadas;
- Eliminar a água acumulada em vasos de plantas;
- Descartar corretamente pneus e outros recipientes;
- Limpar bandejas de geladeiras e aparelhos de ar-condicionado;
- Manter quintais e terrenos livres de objetos que possam acumular água.
A Prefeitura também reforça a importância de os moradores permitirem a entrada das equipes de saúde para a realização das vistorias, consideradas fundamentais para o combate ao mosquito transmissor da dengue.

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Um software desenvolvido por pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) promete tornar mais precisa a análise de tomografias de pacientes com doenças pulmonares graves, como Covid-19, pneumonia e câncer. Batizada de LobePrior, a ferramenta utiliza IA (Inteligência Artificial) para identificar automaticamente os lobos do pulmão mesmo quando as estruturas anatômicas estão encobertas pelas lesões da doença.

O método foi desenvolvido por pesquisadores da FEEC (Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação) e da FCM (Faculdade de Ciências Médicas) da Unicamp, em Campinas, e apresentado em abril deste ano na revista científica Scientific Reports, do grupo Nature.
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