O corpo encontrado em uma estrada de terra no Distrito Industrial Luiz Torrani, em Mogi Mirim, no último domingo (20), foi identificado como de Lucas Silva Lopes. O advogado e professor de 30 anos estava desaparecido desde o último sábado (1º), quando teria saído de seu condomínio, em Campinas, por volta das 23h, segundo um familiar.
De acordo com a Guarda Municipal, o corpo de Lucas foi encontrado com sinais de violência e sem roupas. Na mesma região, os agentes também encontraram um carro completamente queimado.
Quem era o advogado?
Lucas era formado em Direito pela PUC-Campinas, era mestre em Direitos Humanos pela Universidade de São Paulo e cursava doutorado na mesma universidade. Atualmente, ele trabalhava na Ambev AMBEV Jaguariúna e dava aulas na USP.
A vítima nasceu em Campinas, mas sempre morou em Hortolândia. Porém, faz um ano que ele estava de volta à cidade e residia em um apartamento na Vila Industrial.
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A CCP (Casa da Criança Paralítica de Campinas), onde Lucas foi paciente diretor-secretário da organização, lamentou a morte e manifestou sua solidariedade aos familiares e amigos da vítima.
“É com profundo pesar que soubemos do falecimento de Lucas Silva Lopes, ex-paciente e Diretor-Secretário da Casa da Criança Paralítica. Lucas integrou a diretoria da instituição entre 2023 e o início de 2026, contribuindo de forma significativa para nossa missão. Manifestamos nossa solidariedade aos familiares, amigos e a todos que conviviam com Lucas”, disse em nota.

A Ambev também lamentou a perda e afirmou que está apoiando a família de Lucas. “A Ambev lamenta profundamente o falecimento de Lucas Silva Lopes e manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas neste momento de profunda tristeza. A companhia está prestando todo o apoio necessário à família”, disse.
O caso foi registrado como morte suspeita e é investigado pela Polícia Civil.
*Com informações da EPTV Campinas
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VIU ESSA? – Saiba quem são os advogados, pai e filha, investigados por suspeita de desviar dinheiro de clientes
A Polícia Civil investiga os advogados José Antônio Cremasco e Thaís Cremasco, pai e filha, suspeitos de receber valores de ações trabalhistas e previdenciárias e não repassar o dinheiro aos clientes. Além da investigação criminal, ambos respondem a processos disciplinares na OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo), que tramitam sob sigilo no Tribunal de Ética e Disciplina.
Os dois são nomes bem conhecidos na advocacia campineira e acumulam passagens por entidades da classe, atividades acadêmicas e atuação em diferentes áreas do Direito.
Quem é Thaís Cremasco?
Natural de Campinas, Thaís Cremasco estudou na Escola Comunitária de Campinas e se formou em Direito pela Facamp. É especialista em Gênero, Saúde da Mulher e Direitos Humanos pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
A advogada atua principalmente nas áreas de Direito do Trabalho, direitos das mulheres e combate à violência de gênero e ao racismo. Thaís morou cerca de dez anos fora do Brasil, passando pelo norte da África, Europa e Emirados Árabes Unidos. Ao retornar ao país, retomou a carreira na advocacia em Campinas.
Em entrevista ao Grupo EP, a advogada afirmou que não se apropriou de recursos de clientes e atribuiu ao pai a responsabilidade pelos repasses financeiros do escritório(veja mais abaixo). Segundo ela, todos os advogados transferiam os valores recebidos em processos para uma conta administrada por José Antônio Cremasco. (Leia aqui)
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