
Forças dos Estados Unidos abordaram um terceiro petroleiro sancionado no Oceano Índico após rastreá-lo desde o Caribe, em ação para combater petróleo ilícito ligado à Venezuela, informou o Pentágono.
Segundo organização que monitora navios, a embarcação era a última a ser perseguida após mais de uma dezena deixar a costa venezuelana depois da captura do então presidente Nicolás Maduro.
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O Comando Sul dos EUA afirmou no X que forças americanas abordaram o navio Bertha durante a noite, realizando “direito de visita, interdição marítima e abordagem”. Esta é a décima interdição de petroleiro desde o início da medida, em dezembro, e a terceira no Oceano Índico.
“A embarcação operava em desafio à quarentena estabelecida pelo presidente Trump para navios sancionados no Caribe e tentou evadir-se”, disse o Comando Sul. “Do Caribe ao Oceano Índico, nós a rastreamos e a detivemos.”
Autoridade americana, sob anonimato, afirmou que o navio não foi formalmente apreendido, mas colocado sob controle dos EUA. O destino será decidido por órgãos como os Departamentos de Segurança Interna e de Estado.
A Venezuela enfrenta sanções ao petróleo e vinha usando uma frota com bandeiras falsas para escoar a produção. O Bertha, que já esteve registrado nas Ilhas Cook e sob sanções relacionadas ao Irã, transportava 1,9 milhão de barris de petróleo, segundo o TankerTrackers.com. Nos últimos anos, teria recebido óleo iraniano para envio à China.
*Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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