A Justiça determinou, nesta terça-feira (31) , a soltura de investigados presos na Operação Fallax, que apura um esquema milionário de fraudes bancárias. Entre os liberados está o empresário Thiago Branco de Azevedo, de Americana, apontado como principal alvo da investigação da Polícia Federal.
De acordo com a Polícia Federal, 18 pessoas presas durante a operação foram liberadas. A operação foi deflagrada no dia 23 de março para investigar uma organização suspeita de fraudes bancárias, lavagem de dinheiro e uso de empresas de fachada para obtenção de empréstimos milionários.
Principal alvo foi liberado
Entre os investigados liberados estão Thiago Branco de Azevedo, apontado como chefe do grupo, o cunhado dele, Julio Oriolo, e a esposa de Thiago, Glaucia Juliana de Azevedo. Os três haviam se entregado à polícia no dia 27 de março.
Mesmo com a liberação dos presos, as investigações continuam e os suspeitos ainda poderão ser chamados para prestar depoimento ao longo do inquérito.

Esquema investigado
Segundo a PF, a organização criminosa utilizava empresas de fachada e “laranjas” para abrir contas bancárias e obter empréstimos de alto valor de forma fraudulenta. As movimentações investigadas chegam a cerca de R$ 47 milhões.

As investigações apontam que o grupo criava empresas fictícias com aparência de regularidade, simulava faturamento e utilizava documentação contábil fraudulenta para conseguir crédito bancário. Depois de um período, os empréstimos deixavam de ser pagos, gerando prejuízo às instituições financeiras.
Há indícios de prejuízos milionários a bancos como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Banco Safra.
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Bloqueio de bens e foragidos
A Justiça também determinou o bloqueio de bens e o sequestro de ativos financeiros para evitar que o dinheiro obtido nas fraudes desapareça durante a investigação.
De acordo com a Polícia Federal, outros três investigados continuam foragidos e são procurados. A operação cumpriu mandados em cidades da região de Campinas, além de municípios nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia.
Até o momento, a defesa de Thiago Branco de Azevedo, Julio Oriolo e Glaucia Juliana de Azevedo não foi localizada para comentar o caso.
Os investigados poderão responder por organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional. As penas somadas podem ultrapassar 50 anos de prisão.
*Com informações da EPTV Campinas
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