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Sucessora de Maduro afasta, silenciosamente, quem o manteve no poder na Venezuela

por SampaNews 18 de abril de 2026
18 de abril de 2026
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CARACAS, Venezuela — Forças Especiais dos Estados Unidos derrubaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de forma rápida e pública.

Agora, as pessoas que o mantiveram no poder estão sendo expurgadas de forma gradual e discreta. Alguns foram demitidos ou detidos, e outros olham por cima do ombro, preocupados em ser os próximos.

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Oligarcas próximos à família de Maduro foram arrancados de casa. Seus aliados políticos foram sumariamente removidos de seus cargos. Parentes foram afastados de negócios e proibidos de aparecer na mídia.

A “faxina” está sendo conduzida pela ex-vice-presidente de Maduro, Delcy Rodríguez, que comanda o país sob orientação do governo Trump. As detenções e a remoção de lideranças vêm ocorrendo sem explicações públicas, mas muitas vezes com o aval — e às vezes a pedido — da Casa Branca, segundo pessoas próximas ao governo de Rodríguez.

Depois que Maduro foi arrastado em janeiro para uma prisão em Nova York, Rodríguez se apresentou como uma substituta relutante e temporária para um líder derrubado, denunciando sua captura como um ataque ilegal ao país.

Mas agora, com Maduro fora de cena, ela está desmantelando o grupo no poder que o cercava e iniciando a maior redistribuição de poder na Venezuela em décadas.

Manifestação em janeiro em frente a um tribunal federal em Nova York em apoio à queda de Maduro. Crédito: Karsten Moran/The New York Times

A remodelação da liderança nacional, combinada com novas leis abrangentes e sua aliança com o presidente Donald Trump, está redesenhando a Venezuela e a forma como o país administra uma das maiores reservas de petróleo do planeta, justamente no momento em que o mundo enfrenta a turbulência no mercado de energia causada pela guerra no Oriente Médio.

Nos três meses desde a captura de Maduro, Rodríguez trocou 17 ministros, substituiu comandantes militares e nomeou novos diplomatas. Ela também supervisionou a detenção de ao menos três empresários ligados a Maduro, demitiu vários de seus parentes e cortou o acesso da maior parte de sua família a contratos de petróleo.

Em seus lugares, ela tem indicado aliados leais ou apadrinhado empresários que lhe são devedores, ao mesmo tempo em que abre as portas para investidores americanos em petróleo e mineração.

As mudanças trouxeram pouca transparência ou pluralismo a um governo que segue autoritário. A oposição venezuelana afirma que, em vez de conduzir o país de volta à democracia, Rodríguez está consolidando seu poder.

Mas ela está longe de tomar todas as decisões sozinha. Depois de capturar Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em uma demonstração esmagadora de força, o governo Trump ameaçou atacar a Venezuela novamente se as novas lideranças se recusassem a cooperar. Diversos altos funcionários venezuelanos e integrantes do governo compararam o comando de Rodríguez a governar “com uma arma apontada para a cabeça”.

Rodríguez agora usa essa ameaça de coerção americana para atacar personagens influentes do partido governista antes considerados intocáveis. O resultado tem sido uma vitória política tanto para Trump quanto para Rodríguez, permitindo que autoridades dos EUA acertem contas com aliados de Maduro que os enfrentaram, ao mesmo tempo em que reforçam a liderança de Rodríguez.

A transformação da Venezuela, de adversária dos EUA a uma espécie de protetorado, tem sido estonteante para a maioria dos venezuelanos.

Pesquisas mostram que grande parte da população comemora o fim dos 13 anos de governo autocrático de Maduro, marcado por violência, corrupção e fraude eleitoral.

Muitos continuam céticos em relação a Rodríguez, uma figura de longa data do Partido Socialista governista que jamais ocupou um cargo eletivo.

Mas, para amigos, sócios e companheiros de partido de Maduro, o novo cenário político trouxe uma onda desconhecida de ansiedade e risco.

Mais de uma dúzia deles conversou com o The New York Times sob condição de anonimato, temendo retaliação. Alguns disseram ter sido colocados sob vigilância pela polícia secreta venezuelana desde a queda de Maduro. Outros afirmaram que tentam evitar Caracas, a capital, e chegaram a considerar o exílio.

O governo venezuelano não respondeu aos questionamentos para esta reportagem. Uma porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, disse que o governo Trump mantém uma relação “mutuamente benéfica” com o governo Rodríguez.

“Estamos lidando muito bem com a presidente Delcy Rodríguez”, afirmou Kelly. “O petróleo está começando a fluir, e grandes quantias de dinheiro, inéditas em muitos anos, em breve irão ajudar muito o povo da Venezuela.”

Os perdedores com a queda de Maduro fazem parte de um grupo heterogêneo. Incluem parentes de Maduro e de seu antecessor, Hugo Chávez, muitos dos quais acumularam grande riqueza ao longo de quase três décadas de governo combinado dos dois.

Incluem também empresários que devem suas fortunas a laços pessoais com os dois presidentes, além de veteranos do movimento socialista formado por Chávez nos anos 1990, que ficou conhecido como chavismo.

O governo Trump vinha cogitando Rodríguez como sucessora de Maduro desde 2025 e mantinha contatos indiretos com ela. Não há evidências de que ela soubesse dos planos militares dos EUA, mas isso não bastou para reduzir a desconfiança dentro do partido governista.

O mandato interino de Rodríguez começou poucas horas depois da captura de Maduro, em 3 de janeiro, com um inflamado discurso denunciando a agressão dos Estados Unidos. Uma semana depois, ela liderou uma comitiva de figuras poderosas e autoridades cubanas em homenagem a dezenas de militares cubanos e venezuelanos mortos no ataque americano.

“Não estamos legando uma herança de traidores e covardes”, declarou Rodríguez em um discurso televisionado, numa tentativa de projetar unidade.

A maioria dos que estavam ao lado dela naquele dia já foi descartada.

O ministro mais longevo de Maduro, o general Vladimir Padrino López, foi demitido do cargo de ministro da Defesa em março e depois deslocado para uma função bem menos relevante, à frente da área de agricultura. O filho de Maduro, Nicolás Maduro Guerra, e um filho de Flores, Yosser Gavidia Flores, foram afastados de negócios lucrativos com o Estado, segundo fontes no governo.

O procurador-geral de Maduro, Tarek William Saab, foi demitido, recebeu um cargo de consolação e, depois, foi demitido novamente. Camilla Fabri, enviada de Maduro para questões de imigração, perdeu o posto. Dias depois, seu marido foi detido.

E há ainda o chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez. Desde que participou do discurso de Delcy Rodríguez, ele viu a aliança de décadas entre seu país e a Venezuela se desfazer em poucas semanas.

À medida que Rodríguez consolidou o controle, as demissões foram ficando mais ousadas.

O primeiro confidente de Maduro a cair foi Alex Saab, empresário colombiano e marido de Fabri, que ganhou bilhões com contratos preferenciais de alimentos e petróleo e responde a acusações relacionadas à corrupção nos Estados Unidos.

Em 16 de janeiro, Rodríguez escreveu nas redes sociais que Saab não era mais ministro da Indústria da Venezuela, agradecendo “seu serviço à pátria” e dizendo que ele “assumiria novas responsabilidades”.

Duas semanas depois, Saab foi detido. Autoridades americanas e o governo Rodríguez agora negociam seu destino, incluindo uma possível extradição para os Estados Unidos.

Pessoas próximas ao governo de Rodríguez afirmam que ela supervisionou a detenção de outros dois empresários de destaque ligados à família de Maduro: Raúl Gorrín e Wilmer Ruperti. Gorrín também responde a acusações relacionadas à corrupção nos EUA.

O advogado de Saab preferiu não comentar. Representantes legais de Ruperti e Gorrín não responderam aos pedidos de comentário.

O governo Rodríguez não se manifestou sobre as detenções nem anunciou qualquer acusação, deixando os aliados de Maduro especulando quem poderá ser o próximo.

Em março, Rodríguez ampliou o expurgo às Forças Armadas, demitindo toda a cúpula militar da Venezuela, incluindo Padrino López, antes visto como um dos homens mais poderosos do país.

Um general venezuelano disse que muitos veem a demissão de comandantes de alto escalão como o início de uma reforma muito mais profunda das Forças Armadas, guiada pelos Estados Unidos.

Fontes próximas ao governo de Rodríguez disseram que ela coordenou algumas das substituições com o governo Trump. Segundo elas, autoridades americanas também pressionaram para que ela mirasse adversários dos EUA, como Gorrín e Saab.

Os vencedores da reestruturação econômica de Rodríguez incluem as elites econômicas tradicionais da Venezuela, que no passado estiveram ao lado da oposição, mas fizeram as pazes com o chavismo. Ao apostar na estabilidade em vez da democracia, ganharam acesso a mercados externos e ao sistema bancário dos EUA.

Investidores ocidentais são outros beneficiados. Nos últimos tempos, eles têm lotado hotéis de luxo em Caracas em busca de pechinchas em ativos dos setores de petróleo, mineração e turismo.

Apenas um ministro de primeira linha do governo Maduro permanece no cargo: Diosdado Cabello, o ministro do Interior que comandava o aparato de repressão do partido governista.

Cabello é procurado pelos Estados Unidos por acusações de narcotráfico e já teve embates com Rodríguez no passado. Mas seus vínculos com grupos armados pró-governo também o tornam um aliado valioso — e um alvo arriscado.

Para se manter no poder, Cabello se reinventou: de “pit bull” do partido governista a garantidor patriótico da estabilidade.

Dentro do partido no poder, a maioria dos dirigentes se adaptou, abandonando o antigo discurso anti-imperialista em troca da chance de continuar no comando.

Um alto funcionário disse que seus colegas não confiam em Rodríguez, mas sentem que não têm alternativa.

“Precisamos dela, e ela precisa de nós”, afirmou outro.

c.2026 The New York Times Company

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