Um cavalo foi atropelado na madrugada desta segunda-feira (11) no cruzamento da Avenida John Boyd Dunlop com a Rua Heitor Ribas Bueno, em Campinas.
Segundo a Polícia Militar, o acidente envolveu um ônibus da linha 233, da empresa Campibus. O ônibusjá havia deixado o local quando as equipes chegaram para atendimento da ocorrência.
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A Defesa Civil e a Administração Regional foram acionadas para auxiliar na ocorrência. O animal permaneceu no local durante o atendimento.

De acordo com a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), apenas a faixa da direita da Avenida John Boyd Dunlop precisou ser canalizada. Apesar da interdição parcial, não houve registro de congestionamento na região.
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Até a última atualização desta reportagem, o cavalo ainda estava no local.
*Com informações da EPTV Campinas
Cresce o número de animais atropelados nas rodovias da região de Campinas; saiba quais são os mais atingidos
O número de acidentes envolvendo animais nas rodovias da região administrativa de Campinas cresceu 5,17% neste ano em comparação ao mesmo período de 2024, segundo dados da Artesp (Agência Reguladora de Transportes de São Paulo).
Os dados foram enviados a pedido da EPTV. Entre 1º de janeiro e 19 de outubro deste ano, foram registrados 346 acidentes, com duas mortes e 101 feridos. Destes, quatro foram graves, três moderados e 93 leves.

Já no mesmo período de 2024, ocorreram 329 acidentes, com cinco óbitos e 80 feridos. Das ocorrências onde tiveram feridos, cinco foram graves, cinco moderados e 70 leves.
Animais mais envolvidos
O tipo de animal que causa acidentes varia conforme a rodovia. Confira abaixo:
- Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340)/Campinas-Mogi: animais silvestres, como capivaras;
- Rodovias Dom Pedro I (SP-065), Anel Viário e Professor Zeferino Vaz (SP-332): animais domésticos, principalmente bovinos;
- Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101)/Campinas-Monte Mor: cachorros são os mais atingidos.
Cavalos, capivaras e até vacas: apreensões de animais soltos dobram em Campinas
Não é raro circular por alguns bairros de Campinas e encontrar animais de grande porte soltos no meio das ruas — uma situação que, além de causar transtornos, já deixou moradores feridos em 2025.
Segundo o DPBEA (Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal), o problema tem se intensificado. De janeiro até agora, o órgão registrou 81 recolhimentos de animais soltos, mais que o dobro dos 34 casos de todo o ano de 2024. As regiões do Satélite Íris e do Campo Grande seguem como as que mais concentram ocorrências, e o cavalo continua sendo o animal mais apreendido.
A Prefeitura informou que o aumento está diretamente ligado ao crescimento das denúncias pelo telefone 156, o que ampliou as operações de fiscalização.
Acidentes com animais soltos nas vias
Já em relação aos acidentes, entre janeiro e outubro deste ano, a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) contabilizou 11 sinistros de trânsito envolvendo animais, sendo seis com vítimas, nenhuma fatal. O número repete o total de 2024 e supera os 8 registros de 2023.
A maior parte dos acidentes envolveu cavalos (6), seguida por cachorros (3), um boi e uma capivara. Os dados consideram apenas vítimas humanas.
Segundo a Emdec, os corredores Campo Grande e Ouro Verde, especialmente as avenidas John Boyd Dunlop e Ruy Rodriguez, são pontos críticos devido às extensas áreas de pastagem no entorno.
Medidas e penalidades
Para prevenir novas ocorrências, Emdec e DPBEA realizam operações conjuntas, respeitando a capacidade de abrigar os animais apreendidos. Quando recolhido, o tutor tem cinco dias úteis para buscar o animal. Após esse período, ele é encaminhado para adoção responsável.

Em Campinas, a Lei Municipal 15.449/2017 proíbe a permanência de grandes animais soltos ou amarrados em vias públicas. A multa ao proprietário varia de 50 a 250 UFICs — equivalente a R$ 244 a R$ 1.220 em 2025 — podendo dobrar em caso de reincidência.
A Prefeitura adiantou que lançará em breve uma campanha de conscientização, já discutida no Conselho Municipal de Meio Ambiente e com reunião marcada para 9 de dezembro com o Conselho Gestor das Áreas de Proteção Ambiental.
A etapa seguinte será o cadastramento de todas as organizações e associações de proteção animal da cidade, com o objetivo de iniciar uma ação educativa conjunta, orientando sobre a manutenção segura e responsável de animais de grande porte.
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