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Ex-magnata preso por comprar vaga em faculdade volta com projeto agrícola e ambiental

por SampaNews 15 de maio de 2026
15 de maio de 2026
5

Em uma tarde fria na Cornualha, na Inglaterra, uma névoa cobria os Jardins Perdidos de Heligan, uma propriedade vitoriana antes abandonada que foi revitalizada e transformada em uma majestosa paisagem botânica.

Uma floresta de rododendros estava em plena floração. Um campo de alface aguardava para brotar. E, dentro de um centro de conferências montado com estruturas pré-fabricadas, Bill McGlashan se reunia com duas dúzias dos mais renomados cientistas do solo do mundo.

Leia também: Esta CEO vendeu sua empresa por US$ 500 milhões e agora pensa em ser estagiária

Aos 62 anos, McGlashan estava muito longe de sua casa no norte da Califórnia — e também deslocado naquele ambiente. Magnata do private equity que construiu uma fortuna comprando e vendendo empresas, McGlashan não tem formação em biologia. Em meio a um grupo de doutores, ele era o homem do dinheiro, responsável por reunir aquela equipe para apoiar sua nova startup.

A empresa, Oath, produz um pó branco fino composto por dezenas de espécies de organismos microscópicos. Segundo pesquisas iniciais, quando aplicado em plantações como café e soja, o produto melhora a produtividade e a qualidade, reduz o uso de fertilizantes e água e pode ajudar o solo a absorver mais dióxido de carbono.

McGlashan afirma que, se tudo correr conforme o planejado — o que está longe de ser garantido —, a Oath poderá ajudar a alimentar o mundo, melhorar a vida dos agricultores e causar um grande impacto na luta contra as mudanças climáticas.

Mas a Oath representa mais do que apenas um novo empreendimento para McGlashan. É também uma tentativa de reescrever a primeira linha de seu obituário.

Cinco anos atrás, McGlashan se declarou culpado por fraude eletrônica como parte da Operação Varsity Blues, a investigação do FBI que mirou pais ricos que pagavam para conseguir vagas para seus filhos em universidades de elite.

De repente, seu nome deixou de estar associado ao fundo de US$ 2 bilhões que ele criou para investir em empresas socialmente responsáveis e passou a ser ligado a um esquema que confirmou as piores suspeitas do público sobre a hipocrisia da elite.

Ele foi demitido da TPG, gigante de Wall Street, e perdeu mais de US$ 100 milhões em remuneração. Durante a pandemia, passou três meses na prisão.

Com muito dinheiro ainda no banco, McGlashan poderia ter levado uma vida de luxo sem preocupações. Mas agora, depois de anos de retiros de meditação e caminhadas pela floresta, apostava em um retorno improvável, vendendo organismos microscópicos e falando sobre terra.

O projeto também servia como um teste para saber se seus parceiros comerciais — e o público — conseguiriam olhar além de seus erros do passado. Com a empresa certa criando o tipo certo de impacto social, McGlashan poderia se transformar de vilão, desprezado por trapacear o sistema, em uma espécie de salvador?

Se conseguisse, seria um salvador atento ao lucro. Enquanto os cientistas comiam pães ingleses com geleia e discutiam novos protocolos para medir a saúde do solo, McGlashan circulava entre eles, escutando conversas e oferecendo conselhos não solicitados.

Ele interrompeu um grupo de professores que discutia uma série trabalhosa de testes de campo.

“Isso precisa ser financiável”, anunciou para a sala. “Tem que fazer sentido como negócio.”

Não bastava que o que estivessem criando fosse boa ciência — ou até bom para o planeta. Também precisava dar lucro. Tinha que ser vantajoso para todos.

Algumas semanas antes da viagem à Inglaterra, McGlashan e eu fizemos uma caminhada pelas colinas de Mill Valley, um enclave sofisticado ao norte de São Francisco, onde ele possui uma propriedade de 8 hectares. Era nosso primeiro encontro presencial, e eu queria entender como ele havia alcançado extremos tão altos e tão baixos.

Assim que começamos a caminhar, perguntei a McGlashan onde ele havia nascido.

Ele respondeu: “Meu pai estudou em Yale.”

A resposta foi um primeiro sinal de que, embora tentasse deixar o escândalo da Varsity Blues para trás, ele continuava obcecado por pedigree.

Na verdade, McGlashan nasceu em Fullerton, na Califórnia. Assim como o pai, estudou na Universidade Yale e depois frequentou a Escola de Pós-Graduação em Administração da Universidade Stanford antes de iniciar sua carreira em private equity.

Seu pai era ativista contra armas nucleares, e McGlashan disse ter herdado dele um senso de responsabilidade moral. Foi em parte por isso que, após uma dúzia de anos na TPG, ajudou a criar o fundo Rise, de US$ 2 bilhões, em 2016, com o objetivo de enfrentar “diversos desafios sociais globais ao mesmo tempo em que gera fortes retornos financeiros”.

Os fundadores bilionários da TPG gostaram da ideia de lucrar fazendo o bem e deram liberdade para McGlashan tocar o projeto. Ele recrutou Bono, vocalista do U2, levantou alguns bilhões de dólares e logo passou a investir em energia limpa e empresas financeiras. O fundo gerou lucros robustos aos investidores, em parte graças à participação na Everfi, empresa de tecnologia educacional.

A reputação de McGlashan de ganhar rios de dinheiro de forma ética o tornou popular no circuito de Davos, na Suíça — algo que ele deixou claro durante nossa caminhada. Obcecado por citar nomes famosos, mencionou suas relações com Fareed Zakaria, Cyrus Vance, Bill Draper, Matt Damon, Mitt Romney, Marc Benioff, Bono, The Edge, Sheryl Sandberg, Laurene Powell Jobs, Jeff Skoll, Richard Branson, Mo Ibrahim, Brian Moynihan e Edward Norton. Tudo isso em apenas uma hora.

Enquanto construía o Rise, McGlashan também tentava ajudar seu filho mais velho a entrar na universidade. O rapaz queria estudar na Universidade do Sul da Califórnia e ingressar em um programa de tecnologia e negócios batizado em homenagem ao produtor musical Jimmy Iovine e ao rapper Dr. Dre.

Na tentativa de facilitar o caminho, McGlashan pagou US$ 50 mil a William Rick Singer, consultor educacional que mantinha um esquema paralelo ajudando pais ricos a comprar vagas para os filhos em universidades de elite.

A taxa permitiu que seu filho fizesse o ACT em um dos centros de Singer, onde o resultado foi alterado por um fiscal antes do envio oficial. A nota enviada foi 34 de 36, colocando o filho de McGlashan entre 1% e 2% dos melhores resultados do país.

Para McGlashan, pagar para inflar a nota do filho era apenas mais uma transação. Ele sabia que Singer manipulava o sistema, mas aquilo parecia um pequeno preço a pagar por um grande resultado.

“Eu vivia uma vida absurdamente caótica”, disse. “Foi uma decisão tomada em uns cinco minutos” para mandar o filho para lá.

Segundo uma declaração preparada pelo FBI, Singer pressionou McGlashan a doar US$ 250 mil à USC para praticamente garantir a admissão do filho. A “porta lateral”, como Singer chamava o esquema, consistia em criar a ilusão de que seu filho, que não jogava futebol americano, era um talentoso chutador.

“Muito engraçado”, disse McGlashan a Singer em uma ligação gravada secretamente pelo FBI. “É inacreditável como o mundo funciona hoje em dia.”

Enquanto caminhávamos por um bosque de sequoias centenárias, McGlashan me contou que, quando percebeu a dimensão do esquema, rompeu relações com Singer e nunca levou adiante o plano da “porta lateral”. Mais tarde, seu filho refez o ACT (uma espécie de Enem dos EUA) por conta própria e foi aceito na Universidade de Wisconsin em Madison.

No dia seguinte à caminhada, McGlashan e eu fomos almoçar em um restaurante mexicano sofisticado. Enquanto comíamos guacamole, ele fez uma confissão.

“Eu não fui totalmente honesto com você ontem”, começou.

A história que havia me contado não era inteiramente verdadeira. Na realidade, ele perseguiu ativamente o plano da “porta lateral”, chegando a produzir fotos encenadas do filho jogando futebol americano. Só desistiu quando percebeu que o filho acabaria sabendo do plano.

A verdade estava toda no relatório do FBI. Mas, ao ter a chance de contar sua versão da história, ele suavizou as partes mais incômodas.

McGlashan ainda tentava compreender sua trajetória e continuava sendo, ao menos em algum nível, um narrador pouco confiável.

“O processo de assumir o que aconteceu ainda está em andamento”, disse.

Nas primeiras horas da manhã de 19 de março de 2019, oito agentes do FBI usando coletes à prova de balas chegaram à propriedade de McGlashan em Mill Valley e bateram à porta principal. Sua esposa apareceu primeiro e exigiu ver os distintivos. Quando McGlashan surgiu momentos depois, disse para ela deixá-los entrar. Ele foi preso.

Inicialmente, McGlashan acreditou que tudo tinha relação com a TPG. Talvez alguém ali tivesse feito algo errado. Só quando chegou ao tribunal federal de São Francisco e conversou com outro pai que havia usado o serviço de testes de Singer é que entendeu o que estava acontecendo.

“Você sabe do que se trata isso, certo?”, perguntou o outro pai.

“Não”, respondeu McGlashan.

“É o Rick”, disse o homem. “A coisa da faculdade.”

A Operação Varsity Blues virou um ponto de ebulição cultural. Em um país marcado pela desigualdade de renda, o escândalo parecia provar que o sistema era manipulado contra as pessoas comuns e que indivíduos ricos como McGlashan jogavam com regras diferentes.

Ao deixar a TPG, a empresa afirmou em comunicado que o comportamento dele era “imperdoável e contrário aos valores de toda a nossa organização”.

Outros acusados contestaram as acusações, e alguns processos se arrastaram por anos. Mas, em 2021, McGlashan decidiu se declarar culpado.

“Sou culpado por ter feito isso e aceito pagar esse preço”, disse.

Em 1º de junho de 2021, McGlashan se apresentou à prisão federal em Tucson, no Arizona. Sua esposa e dois dos três filhos o acompanharam, abraçando-o e chorando enquanto o viam entrar no complexo cercado por arame farpado. Ele recebeu uma Bíblia, mas os agentes confiscaram seus óculos de leitura.

“Eu estava com medo”, disse. “Estava profundamente triste.”

Durante os primeiros 23 dias atrás das grades, McGlashan ficou em confinamento solitário por causa das políticas de distanciamento social adotadas durante a pandemia. Presos nas celas próximas gritavam durante a noite, e um deles bateu a cabeça contra a própria cama até ser retirado pelos guardas, coberto de sangue.

“Havia aquela sensação de: ‘Meu Deus, o que está acontecendo? O que eu fiz comigo mesmo?’”, contou.

Mas, conforme as semanas passavam e ele recorria aos anos de prática de meditação, alcançou um estado de “equanimidade completa”.

“Eu simplesmente estava ali, presente”, disse. “A partir dali, não senti mais medo nenhum, e o que surgiu foi mais compaixão.”

McGlashan foi libertado após três meses e voltou para Mill Valley, onde caminhava pelas colinas tentando entender o colapso moral que o havia levado à prisão.

“Jamais vou esquecer de estar sentado aqui no topo dessa montanha pensando: ‘Será que algum dia vou conseguir voltar a ajudar nas causas com as quais me importo?’”, contou durante nossa caminhada. “‘Acabou para mim?’”

Então McGlashan ouviu falar de uma oportunidade de negócios tentadora.

Os escritórios da Oath ocupam um apartamento iluminado no Presidio, antiga base do Exército em São Francisco transformada em empreendimento de uso misto. Esculturas feitas de fungos secos gigantes decoram as paredes, enquanto uma equipe de cientistas trabalha em cubículos modernos.

Quando McGlashan ouviu falar pela primeira vez do produto que viria a se tornar a Oath, em 2021, aquilo não passava de uma curiosidade. Cientistas na Austrália haviam desenvolvido uma mistura composta por centenas de organismos microscópicos que, aplicada às plantações, gerava aumentos mensuráveis de produtividade e outros benefícios.

O composto tinha distribuição limitada, e nem mesmo seus criadores compreendiam totalmente como funcionava. Mas McGlashan enxergou potencial.

Ele reuniu uma equipe de pesquisadores para estudar os micróbios e, em 2023, adquiriu a tecnologia. Desde então, levantou US$ 50 milhões, contratou funcionários e abriu escritórios em São Francisco, Washington e Ruanda. A empresa sequenciou os genomas de centenas de micróbios e está usando inteligência artificial para descobrir qual efeito cada um provoca em diferentes plantas.

Nos testes da Oath, a produtividade da soja aumentou até 83%. A do milho subiu até 116%, e a da batata, 160%. Na Carolina do Norte, árvores tratadas com Oath desenvolveram brotos entre 25% e 83% maiores do que os de árvores não tratadas.

Na Espanha, testes com espinafre e alface reduziram o uso de água em 30% sem queda de produtividade. Em plantações de amêndoas na Califórnia, a Oath reduziu o consumo de água em 17% enquanto aumentava a quantidade de umidade retida no solo.

“São dados de cair o queixo”, disse Jo Handelsman, pesquisadora da Universidade de Wisconsin que assessorou o presidente Barack Obama e não recebe dinheiro da Oath.

Enquanto colocava a empresa de pé, McGlashan escolheu investidores e conselheiros a dedo em sua vasta rede de contatos. Além de The Edge e Bono, os apoiadores incluem o ator Edward Norton e o músico Dave Matthews, além de uma constelação de empresas financeiras e executivos ricos. Anne Finucane, conselheira do fundo Rise, e Christiana Figueres, ex-líder climática das Nações Unidas, entraram para o conselho.

McGlashan também buscou credibilidade científica. Em 2024, convidou uma dúzia de cientistas do solo para assistir ao show do U2 na Sphere, em Las Vegas, com todas as despesas pagas. O grupo passou a se chamar Soil Stars e começou a oferecer sua expertise à Oath.

Agora, depois de anos de testes, a Oath está pronta para começar a vender ao público. A aplicação em larga escala do produto começa neste verão em Ruanda. A equipe trabalha em uma versão voltada ao consumidor e negocia distribuição com o Walmart.

Como parte do plano de mídia, McGlashan convidou o The New York Times para escrever sobre ele e sua nova empresa. Mas a Oath enfrenta vários desafios sérios, além da própria narrativa de McGlashan.

Para começar, alternativas microbianas aos fertilizantes não são novidade. Muitos agricultores já aplicam micróbios de cepa única em suas plantações, e outras startups, incluindo Pivot Bio e Loam Bio, desenvolvem produtos semelhantes. Algumas mostraram resultados promissores, mas nenhuma alcançou avanços radicais.

À margem do evento na Cornualha, onde o grupo havia se reunido novamente, perguntei a Jack Gilbert, vice-diretor da Instituição Scripps de Oceanografia e cientista-chefe da Oath, se a viagem luxuosa a Las Vegas era um sinal de alerta.

“Claro que era”, respondeu. “Eu tenho uma reputação. Não posso parecer associado a bobagem.”

Tom Crowther, ecologista e outro integrante dos Soil Stars, além de ecologista-chefe da Oath, entrou na conversa.

“O Bill era o sinal de alerta maior”, disse.

Mas Gilbert e Crowther, junto com mais de uma dúzia de outros acadêmicos renomados, decidiram deixar de lado as transgressões de McGlashan.

“O que quer que ele tenha feito no passado, tudo bem”, disse Crowther. “Hoje ele está vindo de um lugar genuíno.”

Essa parece ser a visão predominante entre os envolvidos com a empresa. Conforme a reunião dos cientistas chegava ao fim, McGlashan conduziu um convidado especial até a sala de conferências: The Edge, usando seu tradicional gorro preto e óculos escuros.

The Edge, listado como cofundador da Oath, participou de uma conversa com o grupo sobre a importância da saúde do solo, depois de um jantar servido em grandes travessas, com carne, legumes grelhados e vinho tinto. Com McGlashan fora do alcance da conversa, perguntei a ele se a passagem do empresário pela Justiça o incomodava.

“Não”, respondeu. “Ficamos muito sensibilizados, e ele fala disso tudo de forma muito aberta. Tenho certeza de que muita gente acabou envolvida nisso. É apenas lamentável.”

c.2026 The New York Times Company

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