O Chevrolet Sonic ainda é novidade no mercado brasileiro, mas a General Motors já prepara evoluções para o modelo – ele ganhará, em 2027, uma motorização com sistema híbrido leve. Para isso, a marca tem reforçado os testes do novo conjunto e QUATRO RODAS flagrou uma unidade em processo de homologação.
Na unidade flagrada quem rouba a cena não são as camuflagens do Sonic, que cobrem áreas como capô, maçanetas, teto, rack e rodas, e não têm propósito algum, já que o SUV compacto já está à venda e não terá qualquer mudança visual com a nova motorização. As atenções ficam para o reboque com lastros, teste incomum de se ver em vias públicas.

O que se esconde é o novo sistema híbrido leve (MHEV) adicionado aos já conhecidos motores flex 1.0 e 1.2 turbo. Trata-se de um sistema de 48 Volts que, no caso do Sonic, será uma importante vantagem frente a concorrentes como Fiat Pulse e Jeep Avenger, que têm conjuntos MHEV de 12 Volts. Ou seja, no GM a adição será mais eficiente nos auxílios que melhoram o desempenho e reduzem o consumo de combustível.
A General Motors já confirmou que trabalha no conjunto para seus modelos nacionais. Embora a marca não aponte quais serão, já se sabe que o sistema estará ao menos em Sonic, Montana e Tracker, este que será o primeiro a recebê-lo.

O movimento é uma resposta ao avanço da concorrência dos três modelos, que têm ganhado motorizações eletrificadas. O Sonic precisa da novidade para enfrentar os fortes rivais, assim como o Tracker, que ainda tem números satisfatórios de vendas, mas já necessita de um fôlego.
A Montana tem vendas tímidas, mas pegaria carona para responder não apenas à Toro MHEV, mas também à Volkswagen Tukan, que estreia em 2027 possivelmente já com o sistema híbrido leve.
