O Governo de São Paulo, por meio da Seduc-SP (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo) abriu cadastro para profissionais interessados em atuar como professores na rede pública estadual. As inscrições contemplam diferentes regiões do estado, incluindo Campinas.
Segundo a secretaria, o objetivo é ampliar o banco de talentos e reforçar o atendimento nas escolas estaduais ao longo do ano letivo.
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O cadastro está disponível para atuação nas diretorias de ensino de Campinas, além de outras regiões paulistas, como Jundiaí, Limeira, Osasco, Guarulhos, Santos e São Bernardo do Campo.
As vagas são voltadas para disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Física, Química, Inglês, Ciências e áreas correlatas.
Podem participar profissionais formados em cursos como Letras, Matemática, Física, Química, Biologia, Pedagogia, Engenharias e áreas afins, desde que haja compatibilidade com a disciplina pretendida.
A prioridade no processo de atribuição de aulas será para professores com licenciatura. No entanto, o cadastro também é aberto para bacharéis, tecnólogos e estudantes do ensino superior.
Os interessados devem se cadastrar até o dia 1º de junho pelo Banco de Talentos da Seduc-SP, neste link. A inscrição é gratuíta.
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Fim da escala 6×1 e 40 horas semanais: governo e Câmara fecham acordo
Deputados e ministros do governo Lula se reuniram nesta quarta-feira para definir as regras para o fim da escala 6×1
Ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lideranças da Câmara dos Deputados chegaram a um acordo, nesta quarta-feira (13), para avançar na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 no Brasil.
A proposta em discussão estabelece a redução da jornada semanal de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas, além da adoção da escala 5×2, garantindo dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial.
Durante a reunião em Brasília, também ficou definido que, além da PEC, será aprovado um projeto de lei (PL) com urgência constitucional enviado pelo governo federal para acelerar a tramitação da pauta no Congresso Nacional.
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O PL deverá tratar de questões específicas de determinadas categorias profissionais e ajustar a legislação trabalhista às mudanças previstas na PEC.
Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, a proposta busca modernizar as relações de trabalho sem retirar direitos dos trabalhadores.
“Estabelecemos que o encaminhamento da PEC será pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, com dois dias de descanso, sem redução salarial”, afirmou o parlamentar.
Ele destacou ainda a intenção de fortalecer as convenções coletivas para permitir negociações específicas de cada setor econômico.

Governo defende aprovação do fim da escala 6×1 ainda neste semestre
Além de Hugo Motta, participaram da reunião o relator da PEC, Leo Prates, integrantes da comissão especial e os ministros Luiz Marinho, José Guimarães e Bruno Moretti, do Planejamento.
O ministro Luiz Marinho afirmou que o Brasil avança rapidamente rumo à aprovação da proposta.
“O Brasil caminha a passos largos para aprovar a PEC no Parlamento”, declarou o ministro do Trabalho.
A Comissão Especial que analisa o tema pretende votar o parecer da proposta no dia 27 de maio. Caso seja aprovado, o texto seguirá para votação no plenário da Câmara no dia 28 de maio. Depois disso, a PEC ainda precisará passar pelo Senado Federal.
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