O Checkpoint desta segunda-feira (13) traz uma grande notícia: o Pal está de volta. Isso mesmo, após dois anos de Acesso Antecipado, a versão 1.0 de Palworld finalmente foi lançada na última sexta (10), trazendo a versão definitiva do game e mais uma legião de jogadores simultâneos na Steam.
Em outras notícias, os remasters de Call of Duty Black Ops 1 e 2, lançados recentemente, estariam superando o número total de jogadores de Black Ops 7, mesmo sendo os jogos originais com praticamente nenhuma melhoria e custando bem mais caro.
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Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (13)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Palworld sai do Acesso Antecipado e reúne uma legião de jogadores simultâneos
Palworld finalmente deixou o Acesso Antecipado na última sexta (10) com o lançamento da versão 1.0 e voltou a registrar números impressionantes na Steam. O game da Pocketpair alcançou um pico de 855.525 jogadores simultâneos no fim de semana, o maior desde o lançamento inicial em 2024, impulsionado pelas novidades da atualização.
A versão 1.0 reformula diversas mecânicas do jogo, adiciona a região inédita Sunreach, amplia o limite de nível e inclui 72 novos Pals, elevando o total para 287 criaturas.
Como o título também está disponível no PS5 e integra o Xbox Game Pass, a expectativa é que o total de jogadores simultâneos em todas as plataformas tenha ultrapassado a marca de 1 milhão.
Remasters de Black Ops 1 e 2 teriam superado o número de jogadores de Black Ops 7
Os remasters de Call of Duty: Black Ops e Black Ops 2 estariam reunindo mais jogadores do que Black Ops 7, segundo informações compartilhadas pelo perfil CharlieIntel. Apesar de ainda não haver dados oficiais da Activision, o relatório aponta que os clássicos remasterizados seguem atraindo uma base maior de jogadores mesmo anos após seus lançamentos.
De acordo com o CharlieIntel, citando fontes ligadas ao cenário de Call of Duty, as versões remasterizadas de Black Ops 1 e Black Ops 2 para PlayStation teriam mais usuários online do que Black Ops 7 em todas as plataformas somadas.
Como os números não foram confirmados oficialmente pela Activision, a informação deve ser tratada como rumor, embora reforce a forte popularidade dos títulos clássicos da franquia.
Novo DOOM está em desenvolvimento
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Um novo DOOM já está em desenvolvimento na id Software, segundo informações divulgadas pelo jornalista Tom Warren, do The Verge. A notícia surge após as demissões recentes realizadas pelo Xbox, que levantaram dúvidas sobre o futuro do estúdio responsável pela franquia de FPS.
De acordo com Warren, apesar dos cortes, a id Software não foi transformada em um estúdio de suporte e segue trabalhando em um novo projeto da série. “Entendo que as mudanças não transformaram a id em um estúdio de apoio. Em vez disso, eles agora estão nos estágios iniciais de um novo jogo Doom“, afirmou o jornalista.
Estúdio de MindsEye é alvo de protestos de ex-funcionários
— Chris Bratt (@chrisbratt.bsky.social) 13 de julho de 2026 às 08:30
O Build a Rocket Boy, estúdio responsável por MindsEye, foi alvo de protestos organizados por ex-funcionários durante um evento de teste do jogo realizado para fãs na Escócia. A manifestação ocorreu após as recentes demissões em massa promovidas pela empresa e criticou a realização de um playtest com despesas pagas enquanto centenas de trabalhadores perderam seus empregos.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Independentes da Grã-Bretanha (IWGB), o evento permitiu que fãs realizassem atividades “geralmente desempenhadas por profissionais”.
Durante o protesto, o ex-funcionário Isaac Hudd afirmou que “os trabalhadores da indústria de jogos merecem ser tratados com respeito” e criticou a postura da direção da empresa após o lançamento de MindsEye, que foi seguido por cortes de pessoal e outras medidas consideradas controversas pelos ex-colaboradores.
Grupo de varejistas do Reino Unido está protestando contra o fim da mídia física de PlayStation
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A Entertainment Retailers Association (ERA), entidade que representa varejistas e serviços de entretenimento no Reino Unido, criticou a decisão da Sony de encerrar a produção de jogos de PlayStation em mídia física. Segundo a associação, a medida reduz a liberdade de escolha dos consumidores e também impacta diretamente o comércio de jogos em disco.
Em comunicado, a CEO da ERA, Kim Bayley, afirmou que a decisão representa “um triunfo da conveniência corporativa sobre a escolha do consumidor”. A executiva destacou que milhões de jogadores ainda preferem cópias físicas por permitirem compartilhamento, revenda, coleção e preservação dos jogos, concluindo que “remover os discos não representa progresso — simplesmente elimina a escolha”.
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