sampanews.com
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

Homem é encontrado esfaqueado e socorrido em estado grave em Atibaia
18 de abril de 2026
Brasil, Espanha e México anunciam ampliação de ajuda a Cuba em meio a pressão dos EUA
18 de abril de 2026
Cruzamento com histórico de acidentes preocupa moradores em Sumaré após morte de motociclista
18 de abril de 2026
Paraná Pesquisas: Flávio Bolsonaro tem 48,1% e Lula soma 40,3% no 2º turno em SP
18 de abril de 2026
sábado, abril 18, 2026
Top Posts
Homem é encontrado esfaqueado e socorrido em estado...
Brasil, Espanha e México anunciam ampliação de ajuda...
Cruzamento com histórico de acidentes preocupa moradores em...
Paraná Pesquisas: Flávio Bolsonaro tem 48,1% e Lula...
10 dicas para melhorar sua jogatina em Pokémon...
Carro capota na Avenida Mackenzie e deixa um...
Tecnologia criada em Campinas promete identificar chamadas e...
Ladrão entra engatinhando e câmera flagra invasão em...
“Diálogo vai resolver a sucessão no RJ”, diz...
Para o Irã, controle do Estreito de Ormuz...
sampanews.com
Banner
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

Homem é encontrado esfaqueado e socorrido em estado grave em Atibaia
18 de abril de 2026
Brasil, Espanha e México anunciam ampliação de ajuda a Cuba em meio a pressão dos EUA
18 de abril de 2026
Cruzamento com histórico de acidentes preocupa moradores em Sumaré após morte de motociclista
18 de abril de 2026
Paraná Pesquisas: Flávio Bolsonaro tem 48,1% e Lula soma 40,3% no 2º turno em SP
18 de abril de 2026
sampanews.com

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

Homem é encontrado esfaqueado e socorrido em estado grave em Atibaia
18 de abril de 2026
Brasil, Espanha e México anunciam ampliação de ajuda a Cuba em meio a pressão dos EUA
18 de abril de 2026
Cruzamento com histórico de acidentes preocupa moradores em Sumaré após morte de motociclista
18 de abril de 2026
Paraná Pesquisas: Flávio Bolsonaro tem 48,1% e Lula soma 40,3% no 2º turno em SP
18 de abril de 2026
sampanews.com
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto
Copyright 2026 - Todos os Direitos Reservados

Para o Irã, controle do Estreito de Ormuz virou o novo “botão nuclear”

por SampaNews 18 de abril de 2026
18 de abril de 2026
1

WASHINGTON — Os Estados Unidos e Israel lançaram a guerra contra o Irã com o argumento de que, se Teerã um dia conseguisse uma arma nuclear, teria o dissuasor máximo contra ataques futuros.

Acabou se revelando que o Irã já tinha um instrumento de dissuasão: sua própria geografia.

A decisão de Teerã de exibir seu controle sobre o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz — o gargalo estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo — trouxe dor econômica global na forma de preços mais altos para gasolina, fertilizantes e outros itens essenciais. Também virou de cabeça para baixo o planejamento de guerra em Estados Unidos e Israel, que passaram a ter de desenhar opções militares para tirar o estreito do controle iraniano.

Leia também

Crise em Ormuz e escalada no Líbano minam aposta de Trump em acordo rápido com o Irã

Fechamento parcial da rota por onde passa 1/5 do petróleo global e ataques cruzados no front libanês expõem limites da diplomacia americana e deixam paz frágil

Índia manifesta “profunda preocupação” com ataque a navios indianos em Ormuz

Uma das embarcações atacadas foi identificada como Sanmar Heral

A campanha militar liderada por EUA e Israel danificou significativamente a estrutura de liderança do Irã, seus navios de guerra maiores e instalações de produção de mísseis, mas fez pouco para restringir a capacidade do país de controlar o estreito.

Assim, o Irã pode sair do conflito com um roteiro claro de como seu regime teocrático linha-dura pode manter adversários à distância, independentemente de qualquer restrição ao seu programa nuclear.

“Agora todo mundo sabe que, se houver um conflito no futuro, fechar o estreito será a primeira coisa no manual iraniano”, disse Danny Citrinowicz, ex-chefe da divisão Irã da inteligência militar de Israel e hoje pesquisador no Atlantic Council. “Você não consegue vencer a geografia.”

Em várias postagens nas redes sociais na sexta-feira, o presidente Donald Trump afirmou que o estreito, que em uma das mensagens ele chamou de “Estreito do Irã”, estava “totalmente aberto” à navegação. O chanceler iraniano fez declaração semelhante. No sábado, porém, a Guarda Revolucionária iraniana disse que a rota continuava fechada, sugerindo uma divisão entre autoridades militares e civis do país durante as negociações para encerrar a guerra.

Se por si só a mera ameaça de minas navais já basta para afastar a navegação comercial, o Irã dispõe hoje de meios de controle muito mais precisos: drones de ataque e mísseis de curto alcance. Autoridades militares e de inteligência dos EUA estimam que, após semanas de guerra, o Irã ainda tenha cerca de 40% de seu arsenal de drones de ataque e mais de 60% de seus lançadores de mísseis — mais do que suficiente para fazer do tráfego no Estreito de Ormuz um refém no futuro.

Um objetivo central da campanha militar liderada pelos EUA no Irã agora é reabrir o estreito, que estava funcionando normalmente quando a guerra começou. É uma posição delicada para Washington — e seus adversários tomaram nota.

“Não está claro como a trégua entre Washington e Teerã vai se desenrolar. Mas uma coisa é certa: o Irã testou suas armas nucleares. Elas se chamam Estreito de Ormuz. Seu potencial é inesgotável”, escreveu nas redes sociais na semana passada Dmitri Medvedev, ex-presidente da Rússia e vice-presidente do Conselho de Segurança do país.

O controle iraniano sobre o estreito forçou Trump a anunciar um bloqueio naval próprio e, nesta semana, a Marinha dos EUA passou a direcionar navios cargueiros para portos iranianos depois que eles cruzam a rota.

O Irã reagiu com ira, mas também com ironia. “O Estreito de Ormuz não é rede social. Se alguém bloqueia você, você não pode simplesmente bloquear de volta”, escreveu em X (antigo Twitter) um posto diplomático iraniano que vem publicando mensagens sarcásticas ao longo da guerra. A disputa em torno do estreito virou tema de diversos vídeos gerados por IA que retratam autoridades americanas e israelenses como personagens de Lego.

Ainda assim, o impacto do bloqueio americano é real. O comércio marítimo responde por cerca de 90% da produção econômica do Irã — aproximadamente US$ 340 milhões por dia —, e esse fluxo praticamente parou nos últimos dias.

Pessoas caminham em rua com pôsteres do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, em Isfahan, no Irã. Foto: REUTERS/Alaa Al Marjani

Teerã considera o bloqueio um ato de guerra e já ameaçou atacá-lo. Mas, até agora, não o fez — assim como os Estados Unidos, durante o cessar-fogo em vigor, tampouco tentaram reduzir o controle iraniano sobre o estreito em um cenário de fim do conflito.

“Pode ser que os dois países enxerguem uma janela real para negociações e não queiram escalar o conflito agora”, disse o almirante Kevin Donegan, que já comandou a frota da Marinha dos EUA responsável pelo Oriente Médio e hoje está na reserva, durante um seminário realizado nesta semana pelo Middle East Institute.

O Irã já havia tentado bloquear o Estreito de Ormuz antes, espalhando minas ali e no Golfo Pérsico durante o conflito com o Iraque nos anos 1980. Mas a guerra de minas é perigosa, e décadas depois Teerã aprendeu a usar mísseis e drones para ameaçar tanto navios de guerra quanto embarcações comerciais.

Embora a guerra de EUA e Israel tenha danificado de forma significativa a capacidade do Irã de fabricar armamentos, o país preservou mísseis, lançadores e drones kamikaze suficientes para colocar em risco o tráfego no estreito.

Estimativas militares e de inteligência americanas variam, mas várias autoridades afirmam que o Irã mantém cerca de 40% de seu arsenal de drones em relação ao período anterior à guerra. Esses drones se mostraram um dissuasor poderoso. Embora sejam relativamente fáceis de derrubar por navios de guerra dos EUA, petroleiros e cargueiros comerciais têm poucas defesas.

O Irã também conta com amplo estoque de mísseis e lançadores. No momento do cessar-fogo, tinha acesso a cerca de metade de seus lançadores. Nos dias que se seguiram, desenterrou cerca de 100 sistemas que estavam escondidos em cavernas e bunkers, elevando seu arsenal de lançadores a algo próximo de 60% do nível de antes da guerra.

Teerã também vem recuperando seu estoque de mísseis, igualmente enterrado sob escombros deixados por ataques americanos a bunkers e depósitos. Quando esse trabalho estiver concluído, o Irã pode voltar a ter até 70% de seu arsenal pré-guerra, segundo algumas projeções dos EUA.

Autoridades ressaltam que os números sobre o estoque de armas do Irã não são exatos. As avaliações de inteligência oferecem apenas uma visão geral de quanta força o país ainda conserva.

Mas, embora as estimativas sobre os mísseis iranianos divirjam, há consenso entre autoridades de que Teerã mantém armamento suficiente para interromper o tráfego marítimo no futuro.

O governo iraniano escolheu não bloquear o Estreito de Ormuz em junho passado, quando Israel lançou uma campanha militar — depois engrossada pelos EUA — para atingir instalações nucleares profundamente enterradas.

Citrinowicz, o ex-oficial israelense, diz que essa decisão provavelmente reflete a postura cautelosa do então líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, que temia que fechar o estreito levasse outros países a se juntarem à ofensiva contra Teerã.

O aiatolá Khamenei foi morto no primeiro dia da guerra atual, numa ação que sinalizou a autoridades iranianas que os objetivos americanos e israelenses neste conflito eram bem mais amplos.

“O Irã via a guerra de junho como uma guerra de Israel por seus próprios objetivos estratégicos”, disse Citrinowicz. “Esta é uma guerra de mudança de regime.”

c.2026 The New York Times Company

The post Para o Irã, controle do Estreito de Ormuz virou o novo “botão nuclear” appeared first on InfoMoney.

autor de origem

Compartilhar 0 FacebookTwitterLinkedinWhatsapp
postagem anterior
Final explicado de A Maldição da Múmia: O que aconteceu com Katie?
próxima postagem
“Diálogo vai resolver a sucessão no RJ”, diz Douglas Ruas, eleito presidente da Alerj

Você também pode gostar

Sucessora de Maduro afasta, silenciosamente, quem o manteve...

18 de abril de 2026

Brasil busca negócios na maior feira industrial do...

18 de abril de 2026

Presidente da Iberdrola se encontra com Lula em...

18 de abril de 2026

American Airlines nega envolvimento e interesse em fusão...

18 de abril de 2026

POSTS MAIS RECENTES

  • Homem é encontrado esfaqueado e socorrido em estado grave em Atibaia
  • Brasil, Espanha e México anunciam ampliação de ajuda a Cuba em meio a pressão dos EUA
  • Cruzamento com histórico de acidentes preocupa moradores em Sumaré após morte de motociclista
  • Paraná Pesquisas: Flávio Bolsonaro tem 48,1% e Lula soma 40,3% no 2º turno em SP
  • 10 dicas para melhorar sua jogatina em Pokémon Pokopia

Siga-nos

  • Recente
  • Popular
  • Homem é encontrado esfaqueado e socorrido em estado grave em Atibaia

    18 de abril de 2026
  • Brasil, Espanha e México anunciam ampliação de ajuda a Cuba em meio a pressão dos EUA

    18 de abril de 2026
  • Cruzamento com histórico de acidentes preocupa moradores em Sumaré após morte de motociclista

    18 de abril de 2026
  • Paraná Pesquisas: Flávio Bolsonaro tem 48,1% e Lula soma 40,3% no 2º turno em SP

    18 de abril de 2026
  • 1

    IPVA mais caro do Brasil custa R$ 1 milhão; veja o carro mais caro de cada estado

    20 de janeiro de 2026
  • 2

    Assessor ⁠da Casa Branca diz que novo chair do Fed deve ser “uma pessoa independente”

    22 de janeiro de 2026
  • 3

    WordPress ganha assistente de IA integrado a sites para edição e design

    18 de fevereiro de 2026
  • 4

    O que contratar alguém que passou 20 anos na prisão ensina sobre lealdade no trabalho

    18 de janeiro de 2026

Postagens em destaque

Carro capota na Avenida Mackenzie e deixa um...

18 de abril de 2026

Tecnologia criada em Campinas promete identificar chamadas e...

18 de abril de 2026

Ladrão entra engatinhando e câmera flagra invasão em...

18 de abril de 2026

“Diálogo vai resolver a sucessão no RJ”, diz...

18 de abril de 2026

Para o Irã, controle do Estreito de Ormuz...

18 de abril de 2026

Leitura obrigatória

  • Homem é encontrado esfaqueado e socorrido em estado grave em Atibaia

    18 de abril de 2026
  • Brasil, Espanha e México anunciam ampliação de ajuda a Cuba em meio a pressão dos EUA

    18 de abril de 2026
  • Cruzamento com histórico de acidentes preocupa moradores em Sumaré após morte de motociclista

    18 de abril de 2026
  • Paraná Pesquisas: Flávio Bolsonaro tem 48,1% e Lula soma 40,3% no 2º turno em SP

    18 de abril de 2026
  • 10 dicas para melhorar sua jogatina em Pokémon Pokopia

    18 de abril de 2026

Newsletter

Posts relacionados

  • Sucessora de Maduro afasta, silenciosamente, quem o manteve no poder na Venezuela

    18 de abril de 2026
  • Brasil busca negócios na maior feira industrial do mundo, na Alemanha

    18 de abril de 2026
  • Presidente da Iberdrola se encontra com Lula em meio a renovação de concessões

    18 de abril de 2026
  • American Airlines nega envolvimento e interesse em fusão com United Airlines

    18 de abril de 2026
  • Airbnb adiciona hotéis à sua plataforma em uma tentativa de impulsionar o crescimento

    18 de abril de 2026

Mais vistas da semana

Enviado da ONU se reúne com vice-ministro do Irã e visita locais bombardeados
9 de abril de 2026
Delegados da PF apontam cenário ‘manifestamente atípico’ em inquérito sobre Master
17 de janeiro de 2026
Bloqueio longo em Ormuz não afetará só o petróleo; veja cenário para granéis sólidos
3 de março de 2026

Postagens Aleatórias

Mapa de Risco: custo de vida vira eixo central da eleição — mais do que PIB e emprego
10 de abril de 2026
Multinacional Eaton terá que pagar R$ 1,8 milhão após ‘investigar’ a vida de funcionários
30 de janeiro de 2026
Empresas de tecnologia proíbem uso do OpenClaw por funcionários
19 de fevereiro de 2026

Categorias Populares

  • Tecnologia (3.105)
  • Política (2.352)
  • Mundo (2.195)
  • Campinas (1.023)
  • Economia (824)
  • Negócios (801)
  • Auto (617)
  • Bragança Paulista (585)
  • Esporte (351)
  • Cultura (256)

Notícias de São Paulo e do mundo, em tempo real. Cobertura completa de política, economia, mercado, cidades e assuntos que importam — com contexto e credibilidade.

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Copyright © 2026 SampaNews. Todos os Direitos Reservados.

  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
sampanews.com
  • Home