sampanews.com
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

One UI 9: tela de privacidade do S26 Ultra ganha recurso importante
21 de julho de 2026
‘Hoje não dá para fazer as mesmas piadas que fazíamos’, dizem criadores de novo spin-off de Big Bang Theory
21 de julho de 2026
Justiça dá 30 dias para União iniciar obras do Cais do Valongo
21 de julho de 2026
Gemini 3.5 Flash Cyber: Google lança IA voltada para correção de falhas de segurança
21 de julho de 2026
terça-feira, julho 21, 2026
Top Posts
One UI 9: tela de privacidade do S26...
‘Hoje não dá para fazer as mesmas piadas...
Justiça dá 30 dias para União iniciar obras...
Gemini 3.5 Flash Cyber: Google lança IA voltada...
Programa Esporte Bragança promove atividades gratuitas durante as...
Fading Echo e mais jogos da Steam com...
Idoso é atropelado ao atravessar faixa de pedestres...
Vias Novas chega a novas ruas do Centro...
Mixer 3 em 1 Mondial: vale a pena?
Vigilância Sanitária interdita casa de repouso na Chácara...
sampanews.com
Banner
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

One UI 9: tela de privacidade do S26 Ultra ganha recurso importante
21 de julho de 2026
‘Hoje não dá para fazer as mesmas piadas que fazíamos’, dizem criadores de novo spin-off de Big Bang Theory
21 de julho de 2026
Justiça dá 30 dias para União iniciar obras do Cais do Valongo
21 de julho de 2026
Gemini 3.5 Flash Cyber: Google lança IA voltada para correção de falhas de segurança
21 de julho de 2026
sampanews.com

O que você está procurando?

Auto Cidades Cultura Economia Esporte Mundo Negócios

Recente

One UI 9: tela de privacidade do S26 Ultra ganha recurso importante
21 de julho de 2026
‘Hoje não dá para fazer as mesmas piadas que fazíamos’, dizem criadores de novo spin-off de Big Bang Theory
21 de julho de 2026
Justiça dá 30 dias para União iniciar obras do Cais do Valongo
21 de julho de 2026
Gemini 3.5 Flash Cyber: Google lança IA voltada para correção de falhas de segurança
21 de julho de 2026
sampanews.com
  • Cidades
  • Mundo
  • Política
  • Negócios
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Tecnologia
  • Auto
Copyright 2026 - Todos os Direitos Reservados

Troca de regime, retaliação e aliados em risco: o que acontece se EUA atacarem o Irã

por SampaNews 31 de janeiro de 2026
31 de janeiro de 2026
54

O “regime dos aiatolás”, que comanda o Irã desde a Revolução Islâmica de 1979, está cada vez mais ameaçado pelos Estados Unidos. O presidente Donald Trump tem renovado com veemência possibilidade de realizar ataques ao país, justificando a ação tanto pela forte repressão que o governo local praticou contra manifestantes como pelo contínuo programa nuclear iraniano. E ampliou a frota naval na região, elevando as tensões.

Nos últimos dias, vários especialistas em estratégia militar têm desenhado cenários de um possível ataque americano e também sobre suas consequências. Essas hipóteses variam em intensidade e impactos, mas todas elas têm em comum uma probabilidade grande de mudança política na segunda maior nação do Oriente Médio.

Leia também: Trump reitera que frota naval vai ao Oriente Médio e mantém pressão de acordo com Irã

Vários órgãos de imprensa nos EUA têm trazido um leque de possíveis alvos que o Pentágono poderia priorizar, como as instalações nucleares do Irã (já bombardeadas no ano passado); centros de produção de mísseis balísticos e drones; locais onde residem líderes-chave e comandantes das forças armadas do Irã ou do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica; posições militares estratégicas; e centros de comunicação, para diminuir a capacidade de Teerã de retaliar.

Nunca é demais lembrar que os navios de guerra americanos ancorados na região carregam dezenas de jatos de combate e centenas de mísseis de cruzeiro Tomahawk, oferecendo aos comandantes americanos opções de longo alcance.

Do outro lado, segundo cálculos da inteligência israelense, o Irã tinha entre 1.000 e 1.500 mísseis balísticos após os 12 dias de guerra em junho de 2025. Embora seja um número bem abaixo dos 2.500 que possuía anteriormente, também havia informações que Teerã estava reconstruindo seu arsenal.

Leia também: Trump avalia ataque ao Irã, e Hezbollah faz alerta de ‘erupção vulcânica na região’

A CNN lembrou em reportagem recente que o drone suicida Shahed, que provou ser uma ferramenta destrutiva na guerra da Rússia na Ucrânia, é de fabricação iraniana. E que o regime iraniano também desenvolveu, testou ou implantou mais de 20 tipos de mísseis balísticos, incluindo sistemas de curto, médio e longo alcance capazes de ameaçar alvos até o sul da Europa.

Não é por outro motivo que o secretário de Estado Marco Rubio alertou nesta semana que entre 30 mil e 40 mil soldados americanos estacionados em bases no Oriente Médio estão em risco no caso de uma retaliação do Irã com mísseis ou drones.

Outra Venezuela?

Para Michael Eisenstadt, diretor do Programa de Estudos Militares e de Segurança do Washington Institute, os EUA têm várias opções militares em estudo para minar o regime iraniano, sempre com objetivo de obter algum tipo de alinhamento com suas posições. Mas ele também alerta que as retaliações também virão, com maior ou menor intensidade.

A primeira opção citada pelo especialistas é a repetição da “diplomacia coercitiva” exercida na Venezuela. Nessa hipótese, os EUA garantiriam uma “gestão do regime” e não uma mudança radical – isso tem sido feito no país sul-americano, desde a prisão de Nicolás Maduro.

Isso passaria pela deposição do Líder Supremo Ali Khamenei, envolvendo até uma pressão na liderança da Guarda Revolucionária (IRGC) para entregar o aiatolá aos americanos. Essa saída passaria por acordos envolvendo o programa nuclear do Irã, exportações de petróleo e garantias de direitos humanos no país.

Mas até Eisenstadt vê essa abordagem como improvável, dada a lealdade do IRGC ao sistema. E demandaria muita vigilância e pressão contínua dos EUA para evitar retrocessos.

Ataques cirúrgicos

A segunda opção é tentar colapsar regime por meio de ataques aéreos e operações cibernéticas para perturbar o funcionamento da máquina de repressão iraniana. Isso incluiria bombardear as sedes de segurança, interromper o sistema de vigilância do país e bloquear o esforço logístico necessário para apoiar a repressão.

Mas é preciso levar em conta que as forças de segurança do país não seriam alvos viáveis a partir do ar, já que a maioria estaria dispersa por áreas urbanizadas e misturada com civis. E até o vasto contingente dessas forças representaria um desafio.

O especialista pondera que uma esperada fragmentação dessas forças de segurança, com algumas delas se juntando aos manifestantes contra o governo provavelmente só ocorreria se  se acreditassem que um ponto de inflexão foi alcançado e que o regime estaria à beira do colapso. No entanto, a ausência de uma oposição organizada continua sendo um grande obstáculo para uma transição bem-sucedida.

Ataques simbólicos

Uma terceira opção seria os EUA realizar ataques simbólicos e performáticos, destinados a demonstrar a determinação americana, mas sem alterar fundamentalmente as condições no terreno. Essas ações poderiam satisfazer as demandas políticas internas para “fazer algo” enquanto evitam envolvimentos militares mais profundos. No entanto, essas medidas correm o risco de não mudar o comportamento do regime ou a trajetória dos eventos dentro do Irã, diz Eisenstadt. Isso poderia expor as ameaças dos EUA como vazias, enfraquecendo a dissuasão americana.

Sanções econômicas

Richard Nephew, pesquisador adjunto do The Washington afirma que as sanções de “pressão máxima” sobre o Irã hoje em vigor já esgotaram grande parte da alavancagem econômica disponível contra o regime. “Embora as sanções imponham pressão significativa, elas também limitam opções punitivas adicionais e não impediram o regime de empregar violência extrema. Ameaças relacionadas, como tarifas, dificilmente gerarão efeitos políticos significativos de curto prazo, especialmente porque não impõem custos às empresas que fazem negócios com o Irã”, comenta.

Assim, diz ele, as opções restantes incluem a fiscalização intensificada contra as instituições financeiras chinesas que facilitam a venda de petróleo iraniano; sanções direcionadas adicionais a indivíduos envolvidos na repressão; proibições de viagem ampliadas, potencialmente incluindo familiares de figuras do regime envolvidas em repressões; e um amplo embargo de sanções secundárias que abrange a maior parte das atividades econômicas fora dos canais humanitários.

“No entanto, além de exigir capacidade substancial de fiscalização e apoio de inteligência, essas medidas dificilmente produzirão choques econômicos decisivos capazes de alterar o comportamento do regime. Sanções são mais eficazes quando combinadas com um caminho crível para alívio em troca do cumprimento. No contexto atual dos assassinatos em massa, no entanto, não está claro quais concessões justificariam aliviar a pressão. Em última análise, manter sanções sem um quid pro quo realista corre o risco de perpetuar o sofrimento do povo iraniano sem o efeito pretendido de influenciar as decisões das elites.”

Saída política

Uma outra solução não-bélica para a crise seria o surgimento de líderes políticos capazes de conduzir o Irã a um caminho democrático, diz Simon Gass, especialistas do britânico Royal United Services Institute. Mas ele admite que seria uma opção difícil em um país que não tem infraestrutura política fora do regime islâmico. “Mas pode haver um caminho para um Irã melhor. Uma segunda variante levaria às forças de segurança a uma disputa de poder, talvez levando a um derramamento de sangue extenso”, afirma.

Gass lembra, no entanto, que o ex-presidente Hassan Rouhani teria dito a clérigos na cidade sagrada de Qom que a governança islâmica do Irã estará ameaçada sem reformas. Portanto,  se o clero mais alto do Irã concluísse que a reforma é uma necessidade existencial, até as forças de segurança poderiam refletir nesse sentido.

E qual pode ser a resposta do Irã?

Teerã já alertou que qualquer ataque vai desencadear uma retaliação imediata e poderosa, enquanto os líderes iranianos rejeitaram publicamente as ameaças dos EUA e insistiram que as negociações não podem prosseguir “em um ambiente de ameaças”. Enquanto isso, a Força Aérea e as unidades de mísseis do Irã foram colocados em alerta máximo, e exercícios militares foram anunciados próximos ao Estreito de Ormuz — uma rota crítica de transporte de petróleo.

Para Eisenstadt, se acreditar que está enfrentando uma ameaça existencial, o regime dos aiatolás pode responder com todos os meios ao seu dispor, incluindo ataques a bases americanas, ataques a aliados americanos e a interrupção do tráfego de petroleiros no Golfo. Porém, se não acreditar que sua sobrevivência está em risco, o governo responderá mais ou menos proporcionalmente aos ataques, tentando causar dor suficiente para que os EUA não ataquem novamente.

A dependência do Irã do Estreito de Ormuz para seu próprio comércio provavelmente impediria qualquer esforço do regime para bloquear essa via navegável (com minas, por exemplo), exceto nas circunstâncias mais extremas. Em vez disso, Teerã provavelmente continuaria sua atual política de “controle inteligente”, que envolve o desvio de petroleiros em resposta às ações de seus adversários.

The post Troca de regime, retaliação e aliados em risco: o que acontece se EUA atacarem o Irã appeared first on InfoMoney.

autor de origem

Compartilhar 0 FacebookTwitterLinkedinWhatsapp
postagem anterior
Patinando no Amor é baseada em história real? Conheça a inspiração da série
próxima postagem
10 notícias mais importantes da semana (26/01 a 30/01)

Você também pode gostar

EUA estão agora em situação estável após período...

3 de junho de 2026

Suprema Corte dos EUA autoriza Alabama a usar...

3 de junho de 2026

EUA avaliam posicionar armas nucleares em mais países...

3 de junho de 2026

Netanyahu diz que decisão de retomar ação militar...

3 de junho de 2026

POSTS MAIS RECENTES

  • One UI 9: tela de privacidade do S26 Ultra ganha recurso importante
  • ‘Hoje não dá para fazer as mesmas piadas que fazíamos’, dizem criadores de novo spin-off de Big Bang Theory
  • Justiça dá 30 dias para União iniciar obras do Cais do Valongo
  • Gemini 3.5 Flash Cyber: Google lança IA voltada para correção de falhas de segurança
  • Programa Esporte Bragança promove atividades gratuitas durante as férias escolares

Siga-nos

  • Recente
  • Popular
  • One UI 9: tela de privacidade do S26 Ultra ganha recurso importante

    21 de julho de 2026
  • ‘Hoje não dá para fazer as mesmas piadas que fazíamos’, dizem criadores de novo spin-off de Big Bang Theory

    21 de julho de 2026
  • Justiça dá 30 dias para União iniciar obras do Cais do Valongo

    21 de julho de 2026
  • Gemini 3.5 Flash Cyber: Google lança IA voltada para correção de falhas de segurança

    21 de julho de 2026
  • 1

    Assessor ⁠da Casa Branca diz que novo chair do Fed deve ser “uma pessoa independente”

    22 de janeiro de 2026
  • 2

    IPVA mais caro do Brasil custa R$ 1 milhão; veja o carro mais caro de cada estado

    20 de janeiro de 2026
  • 3

    ⁠Infantino tem razão? Será que o futebol não existiria em ‘150 países’ sem a FIFA?

    5 de abril de 2026
  • 4

    ⁠Infantino tem razão? Será que o futebol não existiria em ‘150 países’ sem a FIFA?

    5 de abril de 2026

Postagens em destaque

Fading Echo e mais jogos da Steam com...

21 de julho de 2026

Idoso é atropelado ao atravessar faixa de pedestres...

21 de julho de 2026

Vias Novas chega a novas ruas do Centro...

21 de julho de 2026

Mixer 3 em 1 Mondial: vale a pena?

21 de julho de 2026

Vigilância Sanitária interdita casa de repouso na Chácara...

21 de julho de 2026

Leitura obrigatória

  • One UI 9: tela de privacidade do S26 Ultra ganha recurso importante

    21 de julho de 2026
  • ‘Hoje não dá para fazer as mesmas piadas que fazíamos’, dizem criadores de novo spin-off de Big Bang Theory

    21 de julho de 2026
  • Justiça dá 30 dias para União iniciar obras do Cais do Valongo

    21 de julho de 2026
  • Gemini 3.5 Flash Cyber: Google lança IA voltada para correção de falhas de segurança

    21 de julho de 2026
  • Programa Esporte Bragança promove atividades gratuitas durante as férias escolares

    21 de julho de 2026

Newsletter

Posts relacionados

  • EUA estão agora em situação estável após período conturbado com a China, diz Bessent

    3 de junho de 2026
  • Suprema Corte dos EUA autoriza Alabama a usar mapa pró-republicano

    3 de junho de 2026
  • EUA avaliam posicionar armas nucleares em mais países da Otan para acalmar aliados

    3 de junho de 2026
  • Netanyahu diz que decisão de retomar ação militar contra o Irã cabe a Trump

    3 de junho de 2026
  • Rede de hotéis espanhola Meliá sai de Cuba devido a tensões econômicas e geopolíticas

    3 de junho de 2026

Mais vistas da semana

Como uma Copa América moldou a "Scaloneta" e transformou Lionel Messi
14 de julho de 2026
(Des)controle discute o alcoolismo feminino e a dificuldade de pedir ajuda: “Essa história tem que ser contada”
6 de fevereiro de 2026
Samsung eleva preço de peças para conserto de aparelhos
13 de julho de 2026

Postagens Aleatórias

Por onde anda Isaac Hempstead Wright, o Bran de Game of Thrones
28 de fevereiro de 2026
Para além do queijo certificado, cidade de MG oferece belezas naturais
10 de julho de 2026
Criminosos usam ChatGPT para aplicar golpes por meio de páginas comuns na internet
29 de maio de 2026

Categorias Populares

  • Tecnologia (6.445)
  • Política (3.650)
  • Mundo (3.258)
  • Campinas (2.253)
  • Negócios (1.271)
  • Economia (1.255)
  • Auto (1.204)
  • Bragança Paulista (1.182)
  • Esporte (870)
  • Saúde (521)

Notícias de São Paulo e do mundo, em tempo real. Cobertura completa de política, economia, mercado, cidades e assuntos que importam — com contexto e credibilidade.

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Copyright © 2026 SampaNews. Todos os Direitos Reservados.

  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
sampanews.com
  • Home