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Especialista brasileiro fala da maior feira multissetorial do mundo, na China

por SampaNews 16 de abril de 2026
16 de abril de 2026
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A China abriu oficialmente nesta quarta-feira (15) a 139ª edição da Feira de Importação e Exportação da China, também conhecida como Feira de Cantão (Canton Fair), na cidade de Guangzhou, no sul do país, num evento que deve atrair um número recorde de mais de 32.000 empresas participantes, segundo os organizadores.

Realizada duas vezes ao ano (em abril e outubro), essa é a maior e mais antiga feira multissetorial do mundo. O brasileiro Theo Paul Santana, especialista em negócios China/Brasil e fundador do Destino China, destaca que, para a economia chinesa, a Canton Fair funciona como termômetro das exportações: as encomendas fechadas ali ditam a produção das fábricas nos meses seguintes. Para o mundo, é a principal vitrine de para onde a manufatura chinesa está se movendo.

Santana, que também é autor do livro “O Brasileiro que Decifrou a China”, explica que a feira acontece em três fases distintas, com intervalos de dias entre cada uma. Cada fase concentra categorias de produtos específicos. “Ir à fase errada é perder tempo e dinheiro”, afirmou.

Leia também: PMI: Indústria da China expande em março, mas pressões sobre os preços aumentam

A primeira fase, que vai de 15 a 19 de abril, é bem tecnológica, focada nos wearables inteligentes, nas tecnologias de display, nos drones de consumo e drones agrícolas. “Os destaques de inovação nesta fase ficam por conta dos robôs quadrúpedes, com percepção 360°; cortadores de grama autônomos com IA; drones agrícolas com evasão de obstáculos; plataformas de gestão de energia com IA; carregamento sem fio para VEs de alta potência”, listou.

A chamada Fase 2 vai de 23 a 27 de abril tem um foco em soluções para serviços: utensílios de bambu e madeira; casas integradas e jardins. Neste ano, os destaques de inovação são: robótica de serviço para ambientes domésticos, sistemas de armazenamento de energia verde e soluções de casa inteligente integrada

Na terceira e última fase, de 1° a 5 de maio, está voltada a tecidos funcionais e tecnológicos. Os destaques de inovação, segundo Santana, são dispositivos wearables de saúde, monitoramento inteligente, produtos de recuperação ativa e bem-estar tecnológico.

A dimensão e a escala do evento é sem paralelo: a 139ª edição, que abriu na quarta-feira (15)l, reúne mais de 32.000 empresas expositoras numa área de 1,55 milhão de metros quadrados — o equivalente a mais de 200 campos de futebol —, com 75.700 stands e 179 zonas temáticas distribuídas em três fases ao longo de 21 dias. Na edição anterior (138ª), compareceram 310.000 compradores internacionais de 223 países e os negócios intencionados somaram US$ 25,65 bilhões.

Todos os anos a Canton Fair estreia uma nova zona temática, sinalizando que aquele setor acaba de virar prioridade industrial do Estado, como aconteceu nas últimas edições com veículos elétricos, energia solar, robótica de serviço e agora, nesta edição, drones e wearables inteligentes. “É interessante contar que o evento é gratuito para compradores internacionais, sendo necessário apenas registro online. E com a isenção do visto chinês, desde 2025, para brasileiros válida por 30 dias, a barreira de acesso ao empresariado brasileiro para conhecer esse mercado reduziu substancialmente”, explica Theo Paul Santana.

O InfoMoney enviou algumas perguntas para o especialista sobre a importância da Canton Fair. Veja um resumo abaixo:

InfoMoney: Qual a estimativa de negócios a serem fechados neste ano?

Theo Paul Santana: Não há meta oficial divulgada pelo governo chinês para a 139ª edição — a prática é divulgar os resultados ao término de cada fase. Mas os sinais apontam para um volume igual ou superior aos US$ 25,65 bilhões registrados na edição de outubro de 2025 (138ª), que foi a mais alta dos últimos anos. Os indicadores de aquecimento divulgados pela organização da feira são expressivos: 210.000 compradores internacionais registrados (+20% vs. edição de abril de 2025); pela primeira vez na história, mais de 70% dos pré-registros são de compradores especializados – profissionais de compras de grandes redes e distribuidoras; 290 grupos corporativos  de grandes empresas confirmaram presença, uma alta de 30% sobre a edição anterior; e há uma percepção notável de crescimento de compradores da      América Latina e África, com o Brasil entre os mais citados.

IM: Quais as novidades esperadas para este ano?

Santana: As três grandes tendências desta edição são: IA incorporada em tudo: não é mais IA como software isolado. É IA integrada a produtos físicos — drones que evitam obstáculos sozinhos, cortadores de grama que mapeiam o terreno, plataformas de energia que aprendem padrões de consumo. A China chama isso de ‘embodied intelligence’ (inteligência incorporada); O Verde como padrão, não diferencial: na 138ª edição, 47% dos novos produtos tinham conceito de design verde e 38,4% das empresas adotaram tecnologias de produção sustentável. Nesta edição, o discurso é de consolidação: verde passou de ‘argumento de venda’ para ‘requisito de entrada’ no mercado global; e Produção sob demanda e modular: casas pré-fabricadas, jardins integrados e soluções de construção modular ganham espaço, respondendo à demanda global por habitação mais rápida e adaptável — tema diretamente ligado à crise imobiliária interna da China, que forçou o setor a reinventar seus produtos para o mercado externo.

IM: Por que dizem que o gigante asiático está saindo da fase “Made in China” para “Created in China”?

Santana: Durante décadas, a vantagem competitiva chinesa era simples: mão de obra barata e escala de produção gigantesca. O rótulo ‘Made in China’ havia virado sinônimo de produto barato — e, para muitos consumidores, de qualidade duvidosa. Isso está mudando de forma estrutural, impulsionado por três fatores simultâneos.

1. Investimento maciço em propriedade intelectual. A China detém hoje 60% das patentes globais de inteligência artificial e 66% das patentes mundiais em robótica — mais de 190.000 patentes ativas. Em 2024, a indústria de robótica chinesa gerou US$ 33,4 bilhões em receita e o país opera mais de 2 milhões de robôs industriais — o maior parque do mundo.

2. O novo ‘trio campeão’ de exportações. Nos anos 2000, a China exportava o que era chamado de ‘old three’: roupas, eletrodomésticos e móveis. Hoje, o trio que domina os stands da Canton Fair é chamado de ‘ultra-new three’: veículos elétricos, baterias de nova energia e painéis solares. São produtos de alta tecnologia e altíssimo valor agregado, onde a China agora dita preço e padrão global.

3. A velocidade de iteração. Em setores como robótica, a China comprimiu em 5 anos um ciclo de desenvolvimento que levou 20 anos no Japão e nos EUA. A UBTECH realizou em novembro de 2025 a primeira entrega em massa de robôs humanoides industriais da história: dezenas de unidades entregues a montadoras como BYD e Foxconn. Em março de 2026, a China inaugurou em Foshan a primeira fábrica do mundo onde robôs fabricam outros robôs, com capacidade para 10 mil humanoides por ano.

Leia também: No ano do Cavalo, economia da China terá fôlego para galopar? Como afetará o Brasil

IM: A China tem dado ênfase no avanço da produção mais “verde” com carros elétricos, baterias de lítio e equipamentos de energia solar e eólica. Isso está representado na feira neste ano?

Santana: Está e de forma crescente. A transição verde deixou de ser pauta paralela da Canton Fair para se tornar um eixo estrutural da curadoria do evento. Os números da 138ª edição (2025) dão a dimensão: 47% dos novos produtos lançados na 138ª edição incorporaram conceito de design verde; 38,4% das empresas expositoras declararam adotar tecnologias de produção sustentável; 1,083 milhão de produtos verdes e de baixo carbono foram exibidos em uma única edição.

Na edição de 2026, as evidências dessa presença são concretas. Na Fase 1 (15–19 de abril), a zona de Veículos e Duas Rodas exibe sistemas de carregamento sem fio de alta potência para veículos elétricos, enquanto a zona de Elétrica e Energia traz plataformas de gestão de energia com IA. Empresas como Solarway (sistemas solares off-grid) e Kingfit Energy (integração solar + armazenamento + carregamento VE) estão entre os expositores com soluções voltadas ao mercado global em transição energética.

O contexto por trás desses números é estratégico: a China produz hoje 92% dos módulos fotovoltaicos do mundo, lidera a produção de baterias de íon de lítio para veículos elétricos e vendeu mais de 12,9 milhões de VEs em 2025 — com participação de mercado superior a 49% das vendas mensais de automóveis no país em setembro daquele ano. Esses produtos precisam de clientes internacionais, e a Canton Fair é o principal canal de acesso a eles.

Para o empresário brasileiro, a mensagem é direta: os preços desses produtos tendem a cair 20% a 40% nos próximos três anos, na mesma trajetória que os painéis solares fizeram na última década. Quem visitar a feira agora sai com 12 a 24 meses de vantagem sobre a concorrência em qualquer setor que dependa de energia ou mobilidade.

IM: Como é a participação do Brasil na feira? Quais as oportunidades que você está vendo?

Santana: O Brasil participa da Canton Fair predominantemente como comprador e em números crescentes. Na 138ª edição (outubro de 2025), os compradores brasileiros cresceram +33,2% em relação à edição de abril do mesmo ano, esse foi um dos maiores saltos registrados entre os países da América Latina. Para esta 139ª edição, o Brasil levou uma delegação recorde de 350 empresários, organizada por associações e grupos de missões empresariais.

Como expositor, a participação brasileira é mais limitada. O Canton Fair conta com um Pavilhão Internacional (CIEF) para empresas estrangeiras que querem vender para o mercado chinês. O Brasil não tem tradição de participação organizada nesse pavilhão, o que representa uma lacuna e também uma oportunidade clara.

Importante destacar ainda onde estão as oportunidades para o Brasil como comprador.       Energia verde: painéis solares, inversores, baterias de armazenamento e carregadores para VEs a preços 30–50% abaixo do mercado europeu; Automação e robótica: para empresas de facilities, segurança, limpeza e logística — os humanoides e robôs de serviço que vimos nas feiras de Hong Kong e na Canton Fair já têm catálogo e proposta comercial;        Wearables e saúde inteligente: dispositivos de monitoramento, terapia e bem-estar tecnológico com margem de importação muito atraente para o mercado consumidor brasileiro.

IM: Que oportunidades poderiam ser exploradas como expositor?

Santana: Proteína animal: a China é o maior importador de carne bovina do mundo. O Brasil exportou US$ 7,3 bi em carne à China em 2025 (+19,6%). O Pavilhão Internacional da Canton Fair é canal direto para distribuidores e redes varejistas chinesas; Café: o mercado chinês de café cresce 6%–11% ao ano e o consumo per capita é de apenas 5 xícaras/ano (vs. 400 nos EUA). A Luckin Coffee já assinou contrato de US$ 2,5 bi com produtores brasileiros. Aqui é o lugar para ampliar essa presença; Agronegócio diferenciado: mel, própolis, açaí, cacau fino — produtos que têm apelo de ‘premiunização’ no mercado consumidor chinês em ascensão e quase zero concorrência no Pavilhão Internacional.

O dado mais relevante para contextualizar é a oportunidade: a China é destino de 28,3% de todas as exportações brasileiras (US$ 100 bi em 2025) — mas quase 90% dessa pauta é concentrada em soja, minério, petróleo, carne e celulose. A Canton Fair é o lugar onde o Brasil poderia começar a diversificar essa pauta e ter acesso direto ao consumidor final chinês — que, pelo 15º Plano Quinquenal, será cada vez mais o motor do crescimento daquela economia.

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