O jovem Kauã Godoy, de 23 anos, morreu após ser atingido por placas de MDF em uma marcenaria no Jardim São Gabriel, em Campinas, nesta terça-feira (25). O acidente aconteceu de manhã e a morte foi confirmada à tarde.
O estabelecimento fica na Avenida Engenheiro Antônio Francisco de Paula Souza e, segundo a Polícia Militar, Kauã, retirava placas de madeira quando parte do material caiu sobre ele.
Jovem estava no primeiro dia de trabalho
De acordo com o proprietário do estabelecimento, as placas pesavam aproximadamente 300 quilos. O jovem ficou preso sob o material até a chegada das equipes de resgate. O dono da marcenaria também afirmou que Kauã estava em seu primeiro dia de trabalho.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência e retirar a vítima. Segundo os bombeiros, Kauã sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE).
Diante da gravidade, o helicóptero Águia, da Polícia Militar, foi mobilizado para apoiar o socorro. Quando o resgate chegou, ele estava em parada cardiorespiratória, mas reagiu e foi encaminhado por ambulância ao Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, em Campinas.
Mãe pediu operações
Na página do Instagram do acidade on, a mãe do jovem comentou, no início da tarde, na publicação sobre o acidente e pediu orações ao filho.
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Menina morta após picada de escorpião é convocada para perícia e processo atrasa 1 ano e meio
O processo movido pela família de Jamily Vitória Duarte, menina que morreu aos 5 anos após ser picada por um escorpião em Piracicaba, ficou parado por cerca de um ano e meio após um erro administrativo do Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc). O órgão chegou a convocar duas vezes a criança para exames periciais presenciais, mesmo ela tendo morrido em agosto de 2023.
A Justiça determinou, em janeiro de 2025, que a perícia que analisaria os prontuários médicos da menina fosse realizada exclusivamente de forma documental e indireta. Mesmo assim, o sistema de agendamentos do Imesc enviou convocações à família de Jamily para que a menina comparecesse pessoalmente aos exames.
O próprio instituto admitiu o erro e informou ter passado por uma inconsistência no sistema de automação de agendamentos periciais. Segundo o órgão, uma investigação interna foi aberta para apurar a falha e evitar que situações como essa voltem a acontecer. O Imesc ainda informou que o laudo da perícia documental envolvendo o caso da garota que morreu em Piracicaba após ser picada por um escorpião, em 12 de agosto de 2023, está em fase de elaboração.
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Entenda o caso da menina que morreu após ser picada por escorpião

Jamily Vitória Duarte tinha 5 anos quando foi picada por um escorpião, no dia 11 de agosto de 2023. Após a família tomar conhecimento do que aconteceu, a menina foi levada à UPA Vila Cristina, em Piracicaba, onde recebeu os primeiros atendimentos. Na época, a família destacou a demora para que a menina recebesse o soro antiescorpiônico, que neutraliza o veneno de escorpiões no corpo humano em casos considerados graves ou moderados.
Segundo os familiares, a equipe médica da UPA informou que o medicamento não estava disponível na unidade. Assim, Jamily foi transferida para a Santa Casa de Piracicaba, onde recebeu o soro. No entanto, a criança não resistiu às consequências da ação do veneno e morreu no dia seguinte, em 12 de agosto de 2023, após sofrer uma parada cardíaca.
Na época, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que o soro estava disponível na UPA, mas que a equipe não teria conseguido concluir o acesso à veia da criança, o que diverge da informação recebida pelos familiares da vítima (clique aqui para ler a matéria completa).
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