Um motorista de ônibus ficou ferido após uma pedra ser arremessada contra o coletivo que ele dirigia, na manhã desta quinta-feira (3), em Campinas. De acordo com o Setcamp (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas), a ocorrência começou na Avenida Presidente Juscelino, no Jardim Campos Elíseos.
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Segundo a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), o caso aconteceu por volta das 9h, durante o trajeto da linha 154, que liga o Terminal Vila União ao Centro.
O motorista do ônibus relatou que buzinou para alertar o condutor de um Fiat Palio que teria avançado o sinal vermelho. Depois disso, ainda segundo o sindicato, o motorista do carro passou a seguir o coletivo.
Quando o ônibus parou em um ponto na Avenida das Amoreiras, o condutor do Palio teria arremessado uma pedra contra a porta dianteira do veículo. O vidro quebrou, e a pedra atingiu o braço direito do motorista.


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Motorista foi levado ao hospital
Após a ação, o motorista do carro fugiu. O condutor do ônibus informou a garagem sobre o caso e foi encaminhado ao Hospital Santa Tereza para atendimento médico.
A Emdec informou que o coletivo envolvido era da linha 154. O Setcamp identificou o ônibus como de prefixo 1266.
Não há, até o momento, informações sobre a identificação do motorista do carro.
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Você viu? Bafômetro multou 452 motoristas neste ano em Campinas
As fiscalizações com bafômetro resultaram em 452 autuações de motoristas em Campinas entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados da Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas).
Do total, 437 motoristas foram multados por se recusarem a fazer o teste do bafômetro, enquanto outros 15 tiveram a infração registrada por dirigir sob influência de álcool.

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No período, foram realizados 15,4 mil testes com bafômetros passivos em operações de fiscalização. Foram abordados 10,6 mil motoristas de carros, quase 4,7 mil motociclistas e 55 condutores de outros tipos de veículos.
A recusa ao bafômetro aparece como a terceira infração mais encontrada nas blitze realizadas em Campinas neste ano, representando 7,6% das autuações (veja todas as infrações abaixo).

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Como funciona o teste
Os 15,4 mil testes contabilizados pela Emdec correspondem à primeira triagem, realizada com o chamado bafômetro passivo.
Quando o equipamento aponta a presença de álcool, o motorista é submetido ao bafômetro ativo, responsável por medir a concentração de álcool no ar expelido pelos pulmões. É nesta segunda etapa que, segundo a Emdec, costumam ocorrer as recusas.
Tanto dirigir sob influência de álcool quanto se recusar a fazer o teste são infrações gravíssimas, com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses.
Quando o resultado é igual ou superior a 0,34 miligramas de álcool por litro de ar alveolar, o motorista também pode responder por crime de trânsito, com pena de seis meses a três anos de detenção, além de multa e suspensão ou proibição de obter habilitação.
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