Campinas pode se tornar lar do futuro supercomputador brasileiro. Nesta segunda-feira (18), o município entregou ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação um estudo técnico que defende sua capacidade para receber o equipamento. Parte do PBIA (Plano Brasileiro de Inteligência Artificial), o computador deve ser utilizado em aplicações de inteligência artificial, previsão climática e desenvolvimento de medicamentos.
A entrega do estudo foi realizada durante a inauguração do LAmat (Laboratório Aberto de Caracterização de Materiais), no CTI (Centro de Tecnologia da Informação) Renato Archer, no Techno Park. O local receberá o supercomputador caso Campinas seja escolhida para receber a tecnologia. O projeto tem o investimento estimado em R$ 1,8 bilhão.
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Custeio da energia
A contrapartida de Campinas na iniciativa seria o custeio da energia consumida pelo equipamento. De acordo com a Prefeitura, uma versão preliminar do projeto de lei que oficializa o custeio também foi incluída na pasta entregue à ministra da Inovação, Luciana Santos, durante a inauguração do novo laboratório.
De acordo com a secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, junto com o documento também foi entregue uma carta que conta com o apoio de 90 instituições em defesa da instalação na metrópole, estando entre elas institutos de tecnologia, universidades, parques tecnológicos e empresas.

Definição ainda neste mês
Por sua vez, a ministra da Inovação informou que a localização do supercomputador brasileiro deve ser definida até o final de maio.
“Nós decidimos que essa decisão vai para a mesa do presidente. Nós vamos mostrar as condicionantes técnicas que, indiscutivelmente, Campinas tem. Por óbvio, Campinas está no páreo pela potência que é, e essa decisão vai ficar sob responsabilidade do nosso presidente”, disse.

LAmat
Inaugurado nesta segunda-feira, o Laboratório Aberto de Caracterização de Materiais é voltado à caracterização de materiais, ou seja, à análise de propriedades e desempenho de materiais.
De acordo com a Prefeitura, o local apoiará áreas de micro e nanoeletrônica, nanotecnologia, materiais avançados, manufatura aditiva, fotônica e energia, nas quais o CTI atua. O investimento no laboratório foi de R$ 5,2 milhões em equipamentos e infraestrutura complementar.
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