A Polícia Civil descartou, na tarde desta segunda-feira (20), que o engenheiro civil Rodrigo Caetano da Silva, de 45 anos, tenha sido baleado por arma de fogo antes do acidente na Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147), em Engenheiro Coelho. A informação inicial havia sido divulgada pela concessionária responsável pela via e pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).
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Polícia descarta que engenheiro foi baleado
De acordo com o delegado responsável pela investigação, um laudo pericial não identificou marcas de tiros no corpo da vítima. O exame concluiu que Rodrigo morreu em decorrência de politraumatismo, provocado pelas múltiplas lesões sofridas após a queda da motocicleta. A hipótese de homicídio por disparos, portanto, foi descartada.
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Rodrigo morreu na noite de sábado (18), após perder o controle da motocicleta e bater contra a barreira metálica da rodovia, no trecho de Engenheiro Coelho. Morador de Valinhos, ele retornava de Limeira, onde havia participado de um evento.

VOCÊ VIU? Cão frentista Poze tem morte confirmada pela família após desaparecer na Argentina
Os tutores do cachorro Poze, conhecido por ser um dos cães “frentistas” de um posto de combustíveis em Campinas, usaram as redes sociais para informar a morte do animal. Em uma publicação feita no Instagram, na noite do último sábado (18), a família do pet agradeceu pelo apoio durante as buscas por Poze e pediu respeito enquanto lidam com a perda.
“Poze foi amado e tenham a certeza de que ele sabe disso!!!”, diz a legenda da publicação.
O cachorro desapareceu na noite do último dia 12 de julho, durante uma viagem de motorhome com a família na cidade de El Bolsón, na região da Patagônia, na Argentina. Desde então, os tutores realizavam buscas diárias para tentar localizar o animal.
Em uma entrevista dada ao acidade on Campinas, na última quinta-feira (16), Amanda Leszczynski Pretto, uma das tutoras de Poze, havia contado que uma grande caminhada em busca por Poze estava sendo programada para o final de semana.
Na noite de sábado, a publicação que comunicou a morte de Poze também informou o cancelamento da caminhada.
“Hoje seria o dia da nossa grande busca pelo Poze. Durante toda essa semana, dezenas de pessoas que nunca tinham nos visto na vida aceitaram dedicar parte do seu sábado para ajudar a procurar o nosso menino. Pessoas que sequer falam a mesma língua que a nossa, mas mostraram que existem fronteiras que deixam de existir quando o assunto é amor pelos animais. Nunca vamos conseguir agradecer o suficiente por todo esse carinho.
Mas, nas últimas horas, tivemos acesso a informações que mudaram completamente o rumo da nossa busca e, por isso, decidimos cancelar a mobilização de hoje.
Neste momento, ainda não podemos explicar publicamente tudo o que aconteceu. Pela nossa segurança e para que possamos tomar as medidas necessárias da maneira correta, precisamos agir antes de falar.
Por isso, peço que vocês entendam e respeitem um pouco o nosso silêncio. Assim que for seguro e possível, nós vamos contar tudo”, disse o post.
Na publicação, a família de Poze também agradeceu o carinho de quem “procurou, rezou, mandou mensagens ou se colocou à disposição para ajudar o Poze”.
“A única coisa que podemos pedir agora é que confiem em nós por mais um pouco. Prometemos que, quando chegar a hora certa, vocês vão entender o porquê do nosso silêncio”, finalizou.
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Resgatado das ruas
Poze foi resgatado das ruas há cerca de cinco anos. Antes da adoção, ele vivia em um posto de combustíveis no bairro Campos Elíseos, em Campinas, ao lado de outro cachorro, o Matuê, “cão frentista” que viralizou nas redes sociais e já soma 1,1 milhão de seguidores e milhões de visualizações no Instagram.
Segundo Amanda, a adoção aconteceu depois que Matuê sofreu um atropelamento e seu marido, Giovanni Fernandes, decidiu levar os dois cães para casa.
“O Poze era um cachorro de rua, acostumado a sair. Desde o acidente, ele passou a viver dentro de casa, mas já fugiu algumas vezes porque manteve esse comportamento”, relatou. Ainda de acordo com ela, o cachorro era muito dócil e sociável.
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