Doze torneiras foram furtadas dos banheiros masculino e feminino do pronto-socorro do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, em Campinas. O furto foi constatado nesta sexta-feira (4), segundo a Prefeitura de Campinas.
A Administração Municipal informou que oito torneiras serão repostas ainda nesta sexta-feira pela equipe de manutenção. As quatro restantes deverão ser instaladas durante o final de semana. Até o momento, não há informações sobre quem teria cometido o furto.
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O caso ocorre em meio a um cenário de recorrentes problemas de manutenção nos banheiros das unidades da Rede Mário Gatti. Segundo a Prefeitura, são registradas, em média, 10 manutenções por dia, principalmente por causa de furtos, vandalismo e mau uso das instalações.
Mais de 4,3 mil ordens de serviço na Rede Mário Gatti
Em um período de 14 meses, entre 26 de junho de 2024 e 19 de agosto de 2025, foram abertas 4.356 ordens de serviço para reparos no Hospital Mário Gatti, no Hospital Ouro Verde, na Unidade Pediátrica Mário Gattinho, nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Entre os principais problemas identificados estão entupimentos de vasos sanitários provocados pelo descarte inadequado de papéis e outros objetos, como fraldas e talas, além do furto de equipamentos e atos de vandalismo.
De acordo com a Prefeitura, além das torneiras, já foram registrados furtos de assentos sanitários, suportes para papel higiênico e suportes para toalhas.

Prejuízo aos cofres públicos
Os furtos e atos de vandalismo provocam impactos no funcionamento das unidades, já que os espaços precisam ser temporariamente interditados ou ter o uso limitado até que os reparos sejam realizados.
O custo médio estimado de cada manutenção é de aproximadamente R$ 495, considerando materiais, mão de obra e outros insumos necessários para recuperar as condições adequadas de uso.
No caso das 12 torneiras furtadas no Mário Gatti, o valor específico do prejuízo não foi informado pela Prefeitura.
Furto é crime
Segundo a Administração Municipal, o furto de equipamentos públicos é crime. Quando o responsável é identificado, o caso é encaminhado para registro na Polícia Civil, para que sejam adotadas as medidas de responsabilização criminal.

Também pode ser determinado o ressarcimento do prejuízo causado ao patrimônio público.
VOCÊ VIU? Suspeitos de furtar câmeras de escolas são identificados em Campinas; um foi preso
Dois homens suspeitos de furtar câmeras de monitoramento de escolas municipais de Campinas foram identificados nesta quinta-feira (3) em uma investigação conjunta da Polícia Civil e da Guarda Municipal. Um deles, de 24 anos, foi preso em flagrante por outros crimes e confessou participação nos furtos, segundo a polícia.
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De acordo com a investigação, os suspeitos agiam de forma semelhante nas unidades: pulavam os muros, cortavam a fiação e retiravam os equipamentos.
Os crimes ocorreram em escolas das regiões Sudoeste e Noroeste. Os nomes das unidades não foram divulgados para não prejudicar as investigações.
Um terceiro homem, suspeito de receber os equipamentos furtados, ainda é investigado. A Polícia Civil apura se as câmeras eram destinadas ao mercado paralelo ou revendidas a estabelecimentos comerciais.
Carro usado nos furtos ajudou na identificação
Segundo a Guarda Municipal, imagens de câmeras de monitoramento e informações reunidas pelas equipes de inteligência permitiram identificar um veículo que teria sido usado nos furtos e, a partir dele, chegar a um dos investigados.
Na manhã desta quinta, as forças de segurança foram até um endereço no DIC VI para cumprir um mandado de busca e apreensão.
No imóvel, encontraram o suspeito de 24 anos e apreenderam:
- o carro que, segundo a investigação, foi utilizado nos furtos;
- porções de drogas;
- um caderno com anotações relacionadas ao tráfico;
- R$ 600 em dinheiro;
- ferramentas que seriam usadas para adulteração de veículos;
- duas motocicletas.
O homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas e adulteração de sinal identificador de veículo.
Segundo a Polícia Civil, ele confessou envolvimento nos furtos das câmeras e foi indiciado no inquérito que apura os crimes contra as escolas.
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