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Jamie Dimon defende guerra dos EUA no Irã e diz que Ocidente demorou para reagir

por SampaNews 3 de abril de 2026
3 de abril de 2026
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A campanha de EUA e Israel no Irã vem sendo criticada como uma guerra de escolha, com estratégia pouco clara e resultados ainda mais incertos. Mas, para um dos principais executivos de Wall Street, a decisão de partir para a guerra no Oriente Médio talvez tenha sido, na prática, inevitável.

Já em seu segundo mês, o conflito escancarou o quanto os mercados globais de energia e de capitais dependem de estabilidade na região. Pouco depois do início da incursão, a Guarda Revolucionária do Irã passou a alertar navios para evitar o Estreito de Hormuz — a estreita passagem por onde antes escoava um quinto do petróleo e do gás natural comercializados no mundo a partir do Golfo Pérsico. O estreito está, na prática, sob bloqueio desde então, o que fez o preço do petróleo disparar e deixou os mercados em estado de nervosismo constante.

O fechamento criou “incerteza” e “riscos de curto prazo” para a economia global, afirmou o CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, em entrevista ao Axios exibida na quarta-feira. A situação atual da campanha pode não ter feito parte do plano original de guerra do presidente Donald Trump — relatos indicam que ele foi surpreendido pela rapidez com que o Irã transformou o estreito em arma. Mas Dimon levantou outra questão: por que os EUA e seus aliados aceitaram, por tanto tempo, o risco de deixar um regime hostil controlar as margens do mais importante gargalo logístico da economia global?

“Ter esse pessoal com a mão no pescoço do Estreito de Hormuz, e financiando todas essas guerras por procuração. Por que o mundo ocidental tolerou essas guerras por procuração por 45 anos é algo que me escapa”, disse Dimon.

O regime iraniano existe desde a revolução de 1979, que derrubou a monarquia apoiada pelos EUA e instaurou a república islâmica teocrática que governa o país até hoje. Desde então, o Irã tem sido um adversário constante de EUA e Israel. O país financia e arma milícias aliadas em todo o Oriente Médio, como os houthis no Iêmen, que nos últimos anos passaram a atacar com frequência o comércio e a navegação no Mar Vermelho e na região do Chifre da África.

Esperança de paz permanente

O governo Trump vem sendo duramente criticado por aliados no exterior, por democratas e até por alas do próprio Partido Republicano por conduzir o que é descrito como uma guerra de escolha. A população também está insatisfeita: a maioria das pesquisas indica que os americanos desaprovam a forma como Trump tem lidado com o conflito e consideram insuficientes as justificativas apresentadas pela Casa Branca.

Dimon, porém, relativizou um pouco essa narrativa. Quando o entrevistador Jim VandeHei, cofundador e CEO do Axios, classificou a campanha militar como uma “guerra de escolha”, o banqueiro pediu para “voltar um passo”. Para ele, a posição mais pacifista — de que o Irã não representaria uma “ameaça iminente” à segurança nacional — equivale, na prática, a dizer apenas que “a coisa ruim ainda não aconteceu”.

“Eles vêm matando gente ao redor do mundo há mais de 45 anos. Mataram muitos americanos, financiaram não só o Hamas; [como também] o Hezbollah, os houthis. Eles têm células terroristas aqui”, disse Dimon.

O bloqueio iraniano em Hormuz segue lógica semelhante à usada pelos houthis na outra ponta da península Arábica. Em resposta à incursão militar de Israel em Gaza, a milícia passou a atacar navios com mísseis e drones em 2024, forçando embarcações a contornar a África — desvio que aumentou em até 30% o tempo de viagem. Um cessar-fogo foi mediado no ano passado, mas muitos navios continuam evitando as águas controladas pelos houthis, especialmente após o início da guerra no Irã.

Dimon também destacou que o Irã “nunca desistiu” de seu objetivo de obter armas nucleares, apesar dos ataques dos EUA a instalações iranianas no ano passado e das conversas preliminares entre os dois países para tentar um acordo sobre o programa nuclear do regime pouco antes do início do conflito atual.

Na visão de Dimon, a ameaça iraniana era real e crescente — e reduzir esse risco de forma duradoura poderia transformar a campanha em uma história de sucesso, compensando parte da turbulência gerada até aqui.

“Eu realmente espero que isso termine bem e que, de alguma forma, consigamos paz permanente no Oriente Médio”, afirmou.

Um alvo ambicioso

A meta de Trump de estabilizar o Oriente Médio é tão ambiciosa quanto distante. Apesar de semanas de bombardeios e de uma liderança enfraquecida, o regime iraniano segue de pé e continua controlando o fluxo pelo estreito. Especialistas também avaliam que, para capturar e neutralizar os estoques de urânio enriquecido do Irã, provavelmente seriam necessárias tropas terrestres.

A falta de um plano claro para o pós-guerra em relação ao Irã levanta mais dúvidas. Pesquisadores do Brookings Institution, um think tank americano, alertaram no mês passado que o conflito pode gerar fluxos maiores de refugiados e uma perturbação prolongada na oferta de energia, mesmo depois de encerrado. Alguns governos compartilham da preocupação. Autoridades da Turquia, por exemplo, temem que a queda do regime iraniano crie um vácuo de poder que fortaleça outros movimentos regionais — como as milícias curdas espalhadas por Turquia, Irã, Síria e Iraque —, deteriorando ainda mais as perspectivas de estabilidade no Oriente Médio.

Apesar dos obstáculos, Dimon traçou um caminho estreito para a estabilidade. Ele argumenta que o enfraquecimento do Irã e de seus grupos aliados pode reduzir as hostilidades por um período. Também ajuda o fato de vários atores centrais da região — Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, além de EUA e Israel — estarem, em linhas gerais, alinhados em seus objetivos, o que, segundo ele, aumenta “a chance de uma paz duradoura”.

Na contramão de vozes domésticas que pedem a Trump para sair do conflito, muitos aliados dos EUA no Oriente Médio estariam pressionando o presidente a seguir adiante com seus objetivos no Irã. Na semana passada, o New York Times noticiou que Mohammed bin Salman, líder de fato da Arábia Saudita, alertou Trump em conversas privadas contra a ideia de encerrar a guerra, dizendo que o sucesso no Irã representa uma “oportunidade histórica” de redesenhar o equilíbrio de poder na região. Outros países do Golfo, como Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Kuwait, teriam enviado mensagens semelhantes, defendendo que a campanha continue até que a liderança iraniana seja substituída.

Na avaliação de Dimon, o ganho estratégico de longo prazo com um Oriente Médio mais estável poderia compensar a volatilidade desde o início da guerra. Mas, ao longo do último mês, o governo Trump vem descobrindo, da maneira mais dura, quão difícil é transformar esse objetivo de política externa em realidade.

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